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Brasileiros na NBA: conheça os jogadores que passaram pela maior liga de basquete do mundo

Brasileiros na NBA: conheça os jogadores que passaram pela maior liga de basquete do mundo

A NBA é a maior liga de basquete o mundo, isso é fato. Todos os amantes de basquete sonham em chegar na National Basketball Association. A liga da América do Norte conta ou contou com os melhores a maiores jogadores da história do esporte da bola laranja.

Conhecida por sua tamanha competitividade, começando desde a entrada de jogadores em franquias, via draft, até os jogos épicos e lendários que o torcedor já se acostumou a acompanhar. Já aconteceram 75 temporadas e vamos conhecer todos os brasileiros na NBA.

Conheça todos os brasileiros na NBA

As recusas pela pátria

A princípio, a história dos brasileiros na NBA começa em 1976, quando Marquinhos Abdalla, então jogador do Athletic Genova, do Campeonato Italiano, foi a 162ª escolha geral do draft pelo Portland Trail Blazers. Embora a chance seja única, na época, Abdalla recusou o convite, pois somente jogadores amadores poderiam defender suas seleções nacionais. Assim, o pivô optou por recusar o convite.

A próxima oportunidade só viria acontecer oito anos depois (1984). O draft marcado pelas escolhas de Hakeem Olajuwon, Michael Jordan, Charles Barkley e John Stockton, poderia ter contado também com a presença da lenda Oscar Schmidt. Entretanto, o ala recusou o convite, do então New Jersey Nets, pelo mesmo motivo de Marquinhos Abdalla: não poder defender o Brasil.

Conforme os anos se seguiram, até o presente momento, a liga já presenciou 18 jogadores brasileiros na NBA em seus 75 anos de história, conheça-os abaixo:

1º Rolando Ferreira

Então, abrindo a lista de brasileiros na NBA, foi só em 1988 que o primeiro brasileiro, enfim, chegou na NBA. Rolando Ferreira seria o primeiro brasileiro a aceitar o convite da maior liga de basquete do mundo. O pivô, ex-jogador da Universidade de Houston, jogou por 12 jogos pelo Portland Trail Blazers, permanecendo na temporada de 1989.

Rolando começou a jogar basquete em Curitiba, em 1976, ainda no colégio. Sempre foi muito alto e assim se destacou nas competições do Paraná. Em 1981, recebeu um convite para jogar pelo Sírio, em São Paulo. Foi para lá e ficou quatro dias na casa de Oscar fazendo testes.

Então, fizeram a proposta e acabou indo “meio empurrado”, porque tinha como mentalidade se formar e voltar para Curitiba. Mas as coisas começaram a acontecer e seu objetivo mudou. Já havia sigo campeão Sul-Americano (1985) e Pan-Americano (1987) com a Seleção Brasileira. Portanto, estava pronto para dar o próximo passo.

“Com o tempo vi que jogar basquete era muito melhor. Eu me divertia, ganhava um dinheiro e resolvi ser profissional. Joguei no Sírio de 1981 a 1985. Tive uma breve passagem pelo Corinthians e, em 1986, fui para a Universidade de Houston, em busca do sonho de chegar à NBA” – afirmou Rolando em exclusiva ao Quinto Quarto.

(Divulgação/Portland)

(Divulgação/ Portland)

2º Pipoka Viana

Três anos mais tarde, em 1991, foi a vez de João José Vianna, mais conhecido como Pipoka Viana chegar na NBA. O segundo dos brasileiros na NBA, porém, só entraria em quadra uma única vez, marcando dois pontos e fazendo duas assistências. O pivô atuou pelo Dallas Mavericks na temporada 1991/92.

Pipoka é uma lenda do basquete brasileiro, acumulando passagens por Flamengo, Monte Líbano e Mogi, além de ser campeão Pan-Americano de 1987 e ter participado de quatro Mundiais e três Olimpíadas. Apesar da curta passagem pela NBAVianna é um dos desbravadores brasileiros por lá, afinal, o sonho de jogar na maior liga de basquete do mundo começou a ser alimentado na década de 1990, após sua passagem.

“Me sinto muito orgulhoso de ter feito parte dessa história e de ter contribuído ao menos um pouco para que o nome do Brasil entrasse na NBA […] Quanto mais jogadores puderem ter essa experiência, melhor pra nós. Eu sei o sentimento de alegria que esses garotos sentem”, comentou o ex-jogador em entrevista ao blog Bala na Cesta.

(Reprodução/Arquivo Pessoal)

(Reprodução/ Arquivo Pessoal)

3º Nenê Hilário: uma gigante que marcou época dentre os brasileiros na NBA

Somente uma década depois, em 2002, é que o Brasil voltou a ter brasileiros na NBA. O pivô Maybyner Rodney Hilário, popularmente conhecido como Nenê Hilário, foi draftado pelo New York Knicks e, logo em seguida, trocado com o Denver Nuggets. Com 2,11 m, é considerado um dos mais atléticos entre os gigantes pivôs da liga.

Ficou nos Nuggets até março de 2012, quando foi negociado com o Washington Wizards, onde permaneceu até julho de 2016, partindo para o Houston Rockets, seu último time na liga. Desde 2020/21 está sem clube. Foram mais de 10 mil pontos na NBA (quase 11 mil), mais de 5.800 rebotes e 1.700 assistências.

Reprodução / Estadão Conteúdo

(Reprodução / Estadão Conteúdo)

4º Alex Garcia

Alex Ribeiro Garcia, ou somente Alex Garcia, é uma lenda do basquete brasileiro. Revelado no COC/Ribeirão Preto, o ala de 1,92 m ganhou três títulos paulistas e um brasileiro antes de ser draftado pelo San Antonio Spurs, em 2004. O Brabo, como é conhecido, jogou ao lado de lendas como Tim Duncano argentino Manu Ginóbili e o francês Tony Parker.

De 2004 a 2005 nos Spurs, após duas lesões, foi para o New Orleans Hornets em 2005, ficando por uma temporada. Regressou ao COC em 2006, sendo campeão paulista novamente. Fechou com o Lobo Brasília em 2007, vencendo o Campeonato Brasileiro. Posteriormente, partiu para a Europa, onde atuou pelo israelense Maccabi Tel Aviv, sendo vice-campeão da Euroliga.

Ainda mais, pós-Europa, retornou ao Brasília onde ganhou tudo: Liga das Américas (sendo MVP da competição), mais três Brasileiros, duas Ligas Sul-Americanas, bem como foi eleito melhor defensor do NBB por seis vezes, além de quatro vezes estar na Seleção do NBB.

Em contrapartida, acertou com o Bauru, onde seguiu vencendo. Ganhou novamente a Liga das Américas (MVP), Sul-Americana, Paulista e Brasileiro (MVP), sendo melhor defensor mais duas vezes e integrando mais uma Seleção do NBB. Por fim, atuou no Minas antes de encerrar a carreira.

5º Leandrinho Barbosa: um dos maiores brasileiros na NBA

Primeiramente, Leandrinho Barbosa é treinador mentor dos jogadores do Golden State Warriors da NBA. De fato, ganhou o prêmio de Sexto Homem do Ano da NBA, com o Suns, em 2007, e foi campeão com o Golden State em 2015. Assim, apelidado de The Brazilian Blur, em referência à sua velocidade de jogo.

Começou a carreira no Palmeiras e passou pelo Bauru antes de ir para o Phoenix Suns. Decerto, pelo clube, Leandrinho detém o recorde de pontos marcados em um jogo por um novato como titular pela primeira vez, com 27 contra o Chicago Bulls em 5 de janeiro de 2004 e marcou um recorde de 41 pontos na carreira contra o Oklahoma City Thunder em 20 de fevereiro de 2009.

Ainda mais, em 2010, foi negociado junto com Dwayne Jones com o Toronto Raptors em troca de Hedo Türkoğlu. Em contrapartida, em meados de 2011, assinou com o Flamengo, mas ficou pouco tempo e retornou a NBA em 2012, desta vez para o Indiana Pacers, levando o time até a 2ª rodada dos playoffs. Em suma, ao final da temporada, assinou com os Celtics, mas um lesão atrapalhou sua sequência.

Teve uma rápida passagem pelo Wizards (2013), mas não jogou. Bem como ao Pinheiros (2013/14), de São Paulo, e voltou ao Suns em 2014, mas novamente uma lesão encerrou sua temporada. No mesmo ano, chegou aos Warriors após grande atuação pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIBA. Assim, foi campeão da NBA em 2015 e retornou ao Suns em 2016. Por fim, voltou ao Brasil em 2017, tendo passagens rápidas pelo FrancaMinas antes de se aposentar.

6º Rafael Bábby

Rafael Bábby disputou três temporadas da NBA por duas franquias diferentes: Toronto Raptors e Utah Jazz. No Brasil, passou por Corinthians-SP, Ypiranga, Bauru, São José do Rio Preto, Paulistano e Corinthians-RS antes de ir à NBA. Dessa forma, em 2004, Bábby foi selecionado pelos Raptors na 8ª escolha do draft. A princípio, em duas temporadas na equipe canadense, não teve muitas oportunidades.

Portanto, em 2006, assinou com o Utah Jazz. Mas, novamente, não conseguiu ter uma sequência. Então, partiu para a Rússia para jogar no Spartak St. Petersburg. Todavia, voltou a NBA para o Minnesota Timberwolves, em 2008, mas foi dispensado antes da temporada 2008/09 começar e, assim, sua passagem pela NBA foi encerrada.

Por fim, passou pelo Shanghai Sharks, da liga chinesa de basquete, antes de regressou ao Brasil para atuar no Flamengo. Mas não só atuou pelo clube carioca, como também pelo PaulistanoFrancaMogi das CruzesPinheiros, todos de São Paulo.

7º Anderson Varejão: um gigante dentre os brasileiros na NBA

Antes de tudo, Anderson Varejão começou no Franca, em 1998, onde venceu dois Brasileiros (1998 e 1999) que o projetou para o Barcelona-ESP. De fato, ficou na Espanha de 2002 a 2004, vencendo a EuroLeague em 2003, duas vezes a Liga Espanhola (2003 e 2004) e uma vez a Copa e a Supercopa da Espanha.

Primeiramente, chegou na NBA para jogar no Cleveland Cavaliers, onde passou 12 temporadas antes de ser adquirido pelo Golden State Warriors, em 2016. Dessa forma, é amplamente considerado uma figura chave na equipe dos Cavs que chegou às finais da NBA em 2007.

Uma curiosidade sobre Varejão é que jogava no Cleveland no ano em que o clube foi campeão, mas assinou com os Warriors antes do final da temporada, que foi derrotado pelo ex-clube na final. Assim, os Cavs ofereceram o anel de campeão ao jogador, que recusou.

Contudo, na temporada seguinte, fez parte do elenco campeão com o Golden State, mas foi dispensado antes do time ser campeão. Mas o clube lhe ofereceu o anel de campeão que, desta vez, aceitou.

Em 2018, voltou ao Brasil e assinou com o Flamengo, sendo campeão do NBB em 2019. Entretanto, em 2021, assinou curtos contratos com o Cleveland, mas acabou não permanecendo e não chegou a disputar nem a pré-temporada com a franquia.

7.5º Lucas Tiesher

Uma curiosidade é que, em 2005, Lucas Tischer foi draftado pelo Phoenix Suns, mas não chegou a disputar nenhuma partida na NBA. Foi bicampeão do NBB pelo Brasília e também já passou por Franca, Ribeirão Preto, Bauru, São José dos Pinhais, Rio Claro, Araraquara, Assis e Sport-PE.

Em 2005, participou da Liga de Verão da NBA (Summer League) pelo Suns e chegou a treinar com o elenco da franquia, que contava na época com Steve Nash, Amar’e Stoudemire, Leandrinho e Shawn Marion. Contudo, não foi aproveitado.

8º Marquinhos

Marquinhos foi eleito MVP do NBB 5, na temporada 2012/13 , NBB 8, temporada 2015/16, e no NBB 10, temporada 2017/18. Ao lado de Alex Garcia, é o jogador mais vezes escolhido para o Quinteto Ideal do NBB.

A saber, jogou na NBA, pelo New Orleans Hornets (atual Pelicans). Detém, juntamente com Fausto Giannecchini e Marcelinho Machado, o recorde de sete títulos do Campeonato Brasileiro, sendo um pelo Bauru e seis títulos pelo Flamengo.

Todavia, no que se refere a NBA, foi selecionado pelos Hornets em 2006 e ficou por duas temporadas, disputando 26 jogos, com média de 7,9 minutos por jogo na primeira temporada e de 5,3 minutos por jogo na segunda.

Ainda mais, chegou a ser enviado ao Tulsa 66ers, afiliado da franquia na D-League, para ganhar experiência. Por outro lado, voltou pouco mais de um mês depois, devido a seu bom desempenho e uma série de contusões sofridas pelo elenco do Hornets.

Logo depois, em fevereiro de 2012, foi envolvido em uma troca com o Memphis Grizzlies e, dois dias após o negócio, foi dispensado pela equipe. Então, em 2008, voltou ao Brasil para fazer sucesso, seja pelo Pinheiros, Flamengo e, mais recentemente, no São Paulo. Antecipadamente, chegou a ter também duas passagens pelo basquete italiano, no Sutor Montegranaro.

9º Tiago Splitter: o primeiro dos brasileiros na NBA a ser campeão

Splitter começou no Ipiranga e logo no ano seguinte foi para o basquete espanhol, onde ficou por 10 anos, onde foi campeão espanhol por duas vezes, além de três Taças da Espanha e quatro Supertaças Espanholas. Bem como, foi MVP da temporada regular e das finais da Liga Espanhola em 2010 e duas vezes MVP da Supertaça Espanhola, tudo isso pelo Saski Baskonia.

Ainda mais, chegou em 2010 ao San Antonio Spurs para ajudar na difusão dos brasileiros na NBA, onde permaneceu até 2015. Assim, não foi o primeiro brasileiro a chegar, mas foi o primeiro brasileiro campeão da NBA, em 2014, ao lado da lenda Tim Duncan. Além disso, deixou o clube em 2011 e voltou para a Espanha, onde atuou pelo Valencia. Voltou a NBA em 2015, para jogar pelo Atlanta Hawks, onde ficou até 2017, quando foi negociado com o Philadelphia 76ers.

Em conclusão, chegou a jogar rapidamente pelo afiliado dos Sixers, o Delaware 87ers e, por fim, em 19 de fevereiro de 2018, Splitter anunciou sua aposentadoria do basquete profissional, devido a uma lesão no quadril que havia prejudicado o fim de sua carreira.

Todavia, teve também uma passagem de sucesso pela Seleção Brasileira, conquistando quatro Copas Américas, um Pan-Americano, além de ter disputado quatro Copas do Mundo e uma Olimpíadas. Atualmente é treinador de desenvolvimento de jogadores do Brooklyn Nets, da NBA.

9.5º Paulão Prestes

Paulão Prestes, em 2010, foi selecionado pelo Minnesota Timberwolves na 45ª posição do draft da NBA, mas não disputou nenhuma partida na maior liga de basquete do mundo.

Primeiramente, ganhou a atenção dos recrutadores da NBA em 2007, quando liderou o Brasil ao 4º lugar do Mundial sub-19, disputado na Sérvia. Na oportunidade, Paulão anotou uma média de 23 pontos e 14.7 rebotes por jogo.

10º Fab Melo

A princípio, Fab Melo jogou uma temporada na NBA para o Boston Celtics, onde jogou apenas seis partidas, mas passou a maior parte do ano na Liga de Desenvolvimento da NBA com o Maine Red Claws, antes de retornar ao seu país e jogar pela Liga Sorocabana e Brasília no NBB.

Mas antes de entrar na NBA em 2012, jogou dois anos de basquete universitário pelo Syracuse, onde foi nomeado o Jogador de Defesa do Ano do Big East no segundo ano.

Enfim, após deixar os Celtics, ainda teve uma passagem relâmpago pelo Texas Legends, da D-League, bem como chegou a ser negociado com o Memphis Grizzlies Dallas Mavericks, mas foi dispensado de ambos antes de estrear. Todavia, aos 26 anos, Melo faleceu devido a um ataque cardíaco.

11º Scott Machado

Scott Machado, diferente do restante da lista, nasceu nos Estados Unidos, mas é filho de brasileiros. Assim, foi convocado para atuar pela Seleção Brasileira no Sul-Americano de 2012.

Antes de tudo, fez toda a sua carreira nos EUA, afinal, nasceu no Queens, em Nova York. Dessa forma, depois de não ter sido redigido no draft de 2012 da NBA, Machado se juntou ao Houston Rockets para a Summer League de 2012.

Além disso, passou pelo Rio Grande Valley Vipers, Santa Cruz Warriors, Idaho Stampede South Bay Lakers, todos da G-League. Em 2013, assinou com o Golden State.

Também teve passagens pela França, Estônia, Alemanha e Espanha, antes de voltar aos Estados Unidos para jogar pelo Lakers, em 2019. Posteriormente, foi para o basquete australiano, onde está até hoje.

12º Vítor Faverani

Um ano depois de Fab Melo defender o Boston Celtics, outro pivô brasileiro jogou pela tradicional franquia. Trata-se de VitorFaverani. Logo, sem passar pelo draft, disputou 37 jogos pelos Celtics na temporada 2013/2014.

Na sequência, voltou ao basquete europeu, onde fez praticamente toda sua carreira, desde os 14 anos. Ao todo, foram 11 clubes espanhóis e um israelense, além do Paulínia, no Brasil, onde tudo começou.

13º Lucas “Bebê” Nogueira

Lucas Nogueira iniciou sua carreira jovem no Clube Central de Niterói e, ainda bem jovem, foi para a Espanha jogar no time jovem do Estudiantes, onde jogou a temporada 2009/10.

Nesse ínterim, ainda passou pelo CB Las Rozas antes de ser selecionado Boston Celtics, que o negociou com o Dallas Mavericks, que, por sua vez, o negociou com o Atlanta Hawks, do qual jogou a Summer League, antes de assinar pelo Toronto Raptors na NBA.

Ainda mais, teve uma passagem pelo Raptors 905, afiliado do Toronto, antes de, novamente, voltar ao time principal. Em 2019, após sua saída da NBA, voltou à Espanha e assinou com o Fuenlabrada, onde ficou por três meses. Em janeiro de 2020, acertou com o Al Muharraq, do Bahrein. Mas, devido ao Covid-19, não jogou.

Então, voltou ao Brasil para jogar pelo Fortaleza Basquete Cearense, mas decidiu se aposentar em 2021 devido as lesões. Contudo, em agosto, foi convencido pelo amigo Bruno Caboclo, que assinou com o São Paulo, a reeditar uma dupla com ele (que aconteceu em Toronto), agora no Brasil. Logo, foi aceito e é jogador do SPFC.

14º Bruno Caboclo

Também selecionado pelo Toronto Raptors, Bruno Caboclo defendeu o clube entre 2014 e 2018. Entretanto, disputou apenas 25 jogos, sendo um como titular. Já em 2017/2018, jogou 10 partidas pelo Sacramento Kings.

Sua passagem mais sólida foi pelo Memphis Grizzlies, com 56 partidas e média de 17,7 minutos por jogo. Em fevereiro de 2020, Bruno Caboclo foi trocado com o Houston Rockets. Chegou a sair da NBA para atuar no basquete francês, pelo Limoges CSP, antes de voltar ao Brasil para defender o São Paulo.

15º Marcelinho Huertas

Huertas passou a maior parte de sua carreira no basquete espanhol, mas também teve sua experiência na NBA. Assim, jogou no Los Angeles Lakers entre 2015 e 2017, na reta final da carreira de Kobe Bryant. O armador brasileiro encerrou sua passagem pela NBA com 76 partidas disputadas e média de 14,6 minutos em quadra.

Já na Espanha, Marcelinho reina, onde está até hoje. Decerto, foi campeão pelo DKV Joventut Badalona da Eurocup e da Liga Catalã, em 2005/06. Por outro lado, pelo Caja Laboral, venceu a Liga ACB, a 1ª divisão espanhola.

Bem como, repetiu tal feito mais duas vezes, mas dessa vez pelo Barcelona, clube do qual ganhou também uma Copa do Rei, uma Supercopa da Espanha e três Ligas Catalãs. Por fim, pela Seleção Brasileira, ganhou duas Copas América, um Sul-Americano e um Pan-Americano.

16º Raulzinho Neto

Raul Neto, o popular Raulzinho, está na principal liga de basquete do mundo desde 2015. O armador mineiro começou no Minas, passou pelo basquete espanhol pelo Gipuzkoa e pelo Murca antes de chegar à NBA, onde disputou 199 partidas pelo Utah Jazz, antes de se transferir para o Philadelphia 76ers.

Embora tenha estreado nos EUA pelo time de Salt Lake City, afiliado do Utah, Raulzinho foi draftado pelo Atlanta Hawks, na 2ª rodada de 2013. Mas, sem mais delongas, foi trocado com Jazz. Em novembro de 2020, assinou com o Washington Wizards, onde está atualmente, fazendo parte do esquadrão de brasileiros na NBA.

17º Cristiano Felício

Felício começou no basquete no Jacareí, time do interior de São Paulo. Logo depois de duas temporadas, foi para o Minas, onde atuou por mais três anos antes de mudar-se para Sacramento, Califórnia, para participar da CCSE Prep Academy antes de tentar obter a qualificação da NCAA para frequentar a Universidade do Oregon.

No entanto, foi considerado inelegível e voltou ao Brasil, onde jogou mais duas temporadas pelo Flamengo, vencendo a Liga das Américas da FIBA ​​de 2014 e a Copa Intercontinental da FIBA de 2014. Em seguida, assinou com o Chicago Bulls para a Summer League de 2015.

Ademais, foi para o Canton Charge, afiliado do Cleveland na D-League, e depois ao Windy City Bulls, afiliado dos Bulls na mesma competição, mas regressou ao time principal logo, onde está até hoje, defendendo a seleta lista de brasileiros na NBA. Além disso, faz parte da Seleção Brasileira desde 2011.

18º Didi Louzada: o último dos brasileiros na NBA

Por fim, fechando a lista de brasileiros na NBA, Marcos Henrique “Didi” Louzada Silva começou sua carreira em 2017 pelo Franca. Em 2019, foi draftado para a NBA na 35ª posição pelo Atlanta Hawks, antes de seus direitos serem negociados com os New Orleans Pelicans.

Entretanto, firmou contrato com a equipe do Sydney Kings como parte do programa NBL Next Stars para adquirir experiência internacional, tendo neste contrato de uma temporada, cláusula que prevê seu retorno para avaliações técnicas juntos aos Pelicans.

Assim, após passar dois anos jogando na Austrália, Didi foi chamado de volta pelos New Orleans Pelicans no dia 18 de abril de 2021. O brasileiro assinou um contrato com a equipe de New Orleans para seguir no clube que está até hoje. Dessa forma, tornou-se o 18º jogador dentre os brasileiros na NBA e, até então, o último.

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