Stephen Curry se apresentou ao training camp do Golden State Warriors com um recado direto ao torcedor: o joelho está sob controle. O armador teve a temporada 2025/26 atravessada por uma lesão no joelho que o tirou de 27 jogos e, mesmo no play-in, não foi liberado sem restrições — Steve Kerr limitou seus minutos nas duas partidas.
A poucos dias da abertura do camp, o camisa 30 fez questão de tranquilizar o ambiente. “Me sinto em plena forma”, garantiu. “Segui um programa preciso neste verão, que definia o que eu podia fazer dentro e fora da quadra para continuar trabalhando enquanto deixava o joelho descansar. Treinei o suficiente e joguei o suficiente. Consegui jogar como de costume, sem exagerar, antes do início do camp.”
Um verão desenhado para poupar o joelho
O diagnóstico é o que mantém a franquia atenta: síndrome femoropatelar, um quadro que costuma voltar. Golden State teme que o problema se torne recorrente e force o bicampeão de MVP a novas ausências ou a um teto de minutos ao longo da temporada regular.
“Cheguei a este estágio da minha carreira”, admitiu Curry. “Todos esses elementos nos permitiram passar um verão em que administrei meus esforços para continuar trabalhando e atingir os objetivos que tracei. Mas me sinto em forma e saudável.”
Para evitar uma recaída, o tetracampeão da NBA terá ao lado Rick Celebrini, responsável pelo departamento de saúde dos Warriors desde 2018 e um nome elogiado dentro da organização. O próprio jogador reconhece que o joelho será a prioridade número um da temporada.
“Como perdi muitos jogos na temporada passada, isso vai ser minha prioridade e é totalmente normal. Mas qualquer jogador com a minha idade e com a minha quilometragem precisa administrar alguma coisa”, ponderou Curry, que completou 38 anos em março. “Faz parte da longevidade e não me assusta.”
Os números explicam a cautela
Mesmo limitado, Curry seguiu altamente produtivo. Em 43 partidas na temporada 2025/26, ele somou 26,6 pontos, 4,7 assistências e 3,6 rebotes em 30min54s por jogo, com 46,8% nos arremessos de quadra e 39,3% nos três pontos, segundo a ESPN. É a melhor média de pontos dele desde 2022/23 e, ao mesmo tempo, o menor volume de minutos por jogo de toda a sua carreira, excluída a temporada 2019/20, quando atuou em apenas cinco jogos.
A comparação com a campanha anterior explica o desconforto da diretoria: em 2024/25, Curry havia disputado 70 jogos com 24,5 pontos de média. O rendimento por minuto subiu, mas a disponibilidade caiu quase pela metade. Para uma franquia que depende do espaço que ele abre em quadra, o problema nunca foi a eficiência, e sim quantas vezes ele consegue entrar.
O que muda para quem acompanha do Brasil
Para o torcedor brasileiro que acompanha a NBA de madrugada, no horário de Brasília, a gestão de carga de Curry é o dado mais relevante do início de temporada em Golden State: é ela que vai definir quantas vezes por semana os Warriors serão, de fato, atração. Um Curry com minutos controlados muda o peso dos confrontos no calendário e a leitura da corrida ao título no Oeste.
Quem quiser acompanhar o restante da pré-temporada pode seguir a cobertura no hub de NBA do Quinto Quarto e conferir como o cenário se desenha na análise dos favoritos de 2026.
Mercado de apostas: cenários de minutos controlados costumam mexer com os mercados de desempenho individual ao longo da temporada regular, e cada atualização sobre o joelho de Curry tende a ser acompanhada de perto. Antes de qualquer entrada, vale comparar as condições oferecidas por plataformas reguladas no Brasil, reunidas em free bet para NBA. Aposte com responsabilidade. +18
Com informações do BasketUSA.
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