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Após acidente no instituto, UFC demite Deron Winn

Após acidente no instituto, UFC demite lutador

O peso-médio Deron Winn não faz mais parte do UFC. O americano foi demitido pouca mais de uma semana após um acidente dentro do Instituto de Performance do Ultimate. Na ocasião, Winn desmaiou e caiu de uma escada, ficando impedido de lutar com Julian Marques no último sábado, em Las Vegas, no que foi o último evento de 2022.

Com duas vitórias e três derrotas no UFC, Deron Winn já sabia que sua situação era delicada dentro da organização, mas ser notificado de sua liberação próximo do Natal o espantou.

– Ser liberado após um acidente estranho em sua propriedade na semana anterior ao Natal. Cara, “é um negócio, não é pessoal” nunca foi tão real – escreveu o lutador em sua conta no Twitter.

Vindo do wrestiling e cria de Daniel Cormier no MMA, onde treina na AKA, Dero conseguiu cinco vitórias seguidas em seu começo. Nas estreia do UFC, bateu Eric Spicely, porém saiu derrotado para Darren Stewart e Gerald Meerschaert. Aos 33 anos, voltou ao caminho das vitórias, derrotando Antônio Arroyo. Sua última luta, revés para Phil Hawes.

Winn publicou um vídeo em sua conta no Instagram onde explica sua saída do UFC:

“Na terça-feira recebi um telefonema de Hunter Campbell e do UFC e acho que decidimos nos separar. Ele apenas me explicou algumas coisas sobre meu currículo e minha carreira , mas também disse algumas coisas para tentar me defender, e sinto que não foi esse o motivo para me deixar ir. Acho que eles tiveram motivos no passado para me deixar ir, mas eu só queria ter saído amparado Eu preferiria sair com uma derrota ou mesmo com uma vitória chata. Foi uma situação estranha de acidente que aconteceu comigo no UFC PI. Eles têm isso na câmera. Os funcionários deles é que cuidaram de mim, eles me retiraram da luta.

É meio que uma m***. Eu me sinto uma m*** sobre isso. Eu só queria que tivesse acontecido de uma maneira diferente. Mas dito isso, o UFC nunca vai me definir quem eu sou como pessoa e como homem. Eu acredito que é um destaque da minha vida e algo que fiz e apenas mais um sonho que realizei. Mas, na realidade, o UFC nunca foi meu sonho de infância. Era mais wrestling e tentar fazer parte da equipe olímpica e coisas assim.

Acho que ainda não terminei. Vou sentar com (Daniel Cormier) e outros e ver quais são minhas opções neste período de agente livre. Estou definitivamente disposto a lutar no futuro.”

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