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Draft NBA 2018: veja as escolhas ao vivo e conheça os jogadores

Draft NBA 2018

O Draft NBA 2018 vai rolar nesta noite de quinta-feira, no Barclays Center em Nova York. E como sempre, você acompanha no Quinto Quarto as escolhas e começa a conhecer os jogadores que vão se destacar nas quadras da NBA nos próximos anos.

Confira as escolhas do Draft NBA 2018

1ª escolha – Phoenix Suns: Deandre Ayton (Arizona)

Em 2017/18, jogando por Arizona, Deandre Ayton teve médias de 20,1 pontos e 11,6 rebotes, 1,6 assistência e 1,9 tocos em 33,5 minutos por jogo. Clique em seu nome e conheça mais sobre o jogador.

2ª escolha – Sacramento Kings: Marvin Bagley III (Duke)

por João André Fraga

Amo ver sua disposição em quadra, que às vezes até o deixa meio atabalhoado quando tenta fazer demais. Mas seu atleticismo acaba compensando seus atrasos em trocas defensivas e na rotação do ataque. É um pegador de rebotes, um dos melhores do draft.

Precisa melhorar seu arremesso de média distância e ir para a cesta depois do drible. Sempre atento na defesa, distribui tocos. Com 2,11 m e 106 kg, Bagley III pode sofrer contra os pesos-pesados no garrafão.

Mas esse tipo de pivô à moda antiga, e os playoffs mostraram isso, tem tido pouco tempo de quadra; temporada regular é outro papo. Então, se as lesões deixarem, Marvin Bagley III pode se dar muito bem na NBA.

3ª escolha – Dallas Mavericks*: Luka Doncic (Real Madrid)

por Miguel Amado

O Dallas Mavericks fechou uma troca com o Atlanta Hawks

Doncic é um playmaker, podendo jogar com a bola nas mãos ou até sem ela, como provou no Real Madrid. Uma comparação engraçada é ele ser um Manu Ginobili jumbo, já que ele é muito maior e mais forte que o argentino, mas mostra visão de jogo e inteligência similares.

Além do passe e visão de jogo, seu arremesso já está ali e sua capacidade de pontuar, liderar e decidir foi sendo moldada desde seus 15 anos, quando estreou como profissional. Ele é o jogador mais pronto do Draft. E pode jogar com Dennis Smith Jr. sem problemas.

4ª escolha – Memphis Grizzlies: Jaren Jackson Jr. (Michigan State)

por Miguel Amado

Com apenas 18 anos, Jaren Jackson é um dos mais novos do Draft e os Grizzlies vão investir em um atleta com potencial para marcar pivôs adversários logo de cara, mas não passar vergonha quando tiver um ala ou armador à sua frente. Ele foi o defensor do ano da Big Ten.

E tem a NBA no sangue: seu pai jogou 12 temporadas na liga e ganhou um título com os Spurs, em 1999.

Apesar de grande (mais de 2,10m), seu físico ainda não está pronto, precisando ganhar massa. Com certeza isso não será um problema. Ele já tem os instintos para dar tocos e no ataque consegue finalizar com ambas as mãos, além de conseguir matar bolas de três, como provou em Michigan State.

5ª escolha – Atlanta Hawks*: Trae Young (Oklahoma)

por João André Fraga

*O Dallas Mavericks fechou uma troca com o Atlanta Hawks, saiba sobre ela clicando no link.

Trae Young deveria ficar mais um ano na NCAA. Não tenho dúvidas que seria melhor para ele e para todos nós. Sua escolha é questionável, mas irrepreensível. Após um começo de temporada espetacular, seu rendimento caiu conforme a marcação ficou mais dura por parte dos adversários.

Sem conseguir desempenhar, ele forçou de todas as maneiras, pontuou, mas se afundou em erros. Nos principais jogos da BIG 12, Young não correspondeu, e nem com um empurrãozinho da NCAA, seu time (Oklahoma Sooners) passou da primeira rodada no March Madness.

Arrisca demais, força demais, dribla demais, encanta e irrita demais. Há potencial, mas precisa de muito trabalho.

6ª escolha – Orlando Magic: Mohamed Bamba (Texas)

por Miguel Amado

A comparação com Rudy Gobert faz todo sentido quando se fala em envergadura. Mo Bamba tem 2,39 quando abre seus gigantescos braços e ele terá imediato impacto defensivo para o Magic.

Só que só envergadura não garante prêmios de melhor defensor do ano: intensidade e fundamentos são necessários e esse é o trabalho que será feito.

No ataque, Bamba não tem um jogo polido embaixo da cesta, mas já apresenta um arremesso de três, algo que ele pode melhorar com os anos na NBA. Longe de ser um trabalho finalizado, pelo menos Bamba tem todo o potencial físico para ser um grande jogador na liga.

O Magic terá assim um bando de gigantes com Bamba, Jonathan Isaac e Aaron Gordon

7ª escolha – Chicago Bulls: Wendell Carter Jr. (Duke)

por Miguel Amado

O pivô de Duke é uma opção interessante para o Chicago Bulls. Mesmo não sendo gigante para sua posição (2,09 m), ele teve mais de 9 rebotes de média e seus 41,3% arremessando de três são impressionantes. Tudo bem, foram apenas 46 tentativas na universidade, mas mostra que ele tem potencial para ser um pivô que abre a defesa rival.

Seu ano com o Coach K serviu para refinar sua técnica e ele se movimenta bem tanto no ataque como especialmente na defesa, especialmente lateralmente. Versatilidade na posição 5 é algo que ele traz logo de cara, ganhando comparações com Al Horford.

8ª escolha – Cleveland Cavaliers (originária do Brooklyn Nets, via Boston Celtics): Collin Sexton (Alabama)

por João André Fraga

Parte para cima da defesa como se não houvesse amanhã. Precisa selecionar melhor suas jogadas e fazer com que o time jogue também. Não é de passar muito, e às vezes passa de forma desleixada e sem muita vontade.

Tem tudo para ser um tremendo defensor, consegue marcar no mano a mano e ainda se mantém atento aos passes do adversário.

Adora partir em direção à cesta, tem habilidade com as duas mãos e chama muito bem as faltas. Marcou 40 pontos em uma partida na qual jogou com apenas dois companheiros de time contra cinco adversários!

9ª escolha – New York Knicks: Kevin Knox (Kentucky)

por Miguel Amado

O ala que jogou por Kentucky tem o potencial para ser um grande jogador ofensivo. Mesmo que com 15,6 pontos de média na universidade ele não tenha chocado positivamente com sua genialidade, ele consegue jogar sem a bola, fugindo bem de bloqueios e navegando bem no pick n’roll. Perto da cesta ele é um bom finalizador com ambas as mãos.

A questão da intensidade que falta em certos momentos e o fato de seu aproveitamento em arremessos não ser bom (menos de 35% de 3) fazem o alerta laranja ser ligado. Normal, poucos chegam na NBA já prontos para brilhar. Os Knicks podem ter um núcleo interessante com Knox, Frank Ntilikina e Kristaps Porzingis.

10ª escolha – Philadelphia 76ers: Mikal Bridges (Villanova)

*esta escolha foi para o Phoenix Suns

Os 76ers precisavam de um jogador de perímetro, especialmente com os free agents que podem sair nesta janela. Com Bridges eles ganham um 3 and D player, conseguindo marcar armadores e alas e arremessar de meia e longa distância.

E principal de tudo, ele não vai exigir a bola em um time que tem Ben Simmons e Joel Embiid. E o melhor: a mãe de Bridges trabalha nos Recursos Humanos do Philadelphia 76ers. Isso sim é uma coincidência.

11ª escolha –  Los Angeles Clippers*: Shai Gilgeous-Alexander (Kentucky)

Esta troca foi negociada com o Charlotte Hornets. Os Hornets descem para a 12ª escolha e ganham duas escolhas futuras de 2ª rodada

Gilgeous-Alexander é um armador com quase 2,05 m e foi evoluindo a cada jogo que passou em Kentucky, se tornando titular e logo o líder da equipe. Na defesa ele consegue marcar diversas posições com sua envergadura.

No ataque, ele tem habilidade para partir para a cesta e já tem bom arremesso de média e longa distância.

Nos Clippers, ele terá espaço para evoluir e jogar muitos minutos já que depois da saída de Chris Paul a posição está esperando pelo seu titular.

12ª escolha – Charlotte Hornets*: Miles Bridges (Michigan State)

*Esta troca foi negociada com o Los Angeles Clippers

A versatilidade (ala/armador) pode compensar sua falta de carinho com a bola. Sua explosão física ao atacar o aro renderá boas enterradas. Qualquer espaço dado é uma chance para atacar e finalizar com força. Vai ter que melhorar seu arremesso e aprender a mover a bola.

Bridges parece esquecer que joga com um time, quer resolver tudo sozinho e alterna muito dentro de uma partida. Mas também joga bem sem a bola, com cortes, screens e bloqueios, além de se matar por rebotes.

Em Charlotte, ele se torna uma peça fundamental logo de cara.

13ª escolha – Los Angeles Clippers: Jerome Robinson (Boston College)

Uma arma ofensiva pronta para ser usada. Doc Rivers vai poder contar com Robinson para pontuar, partindo para a cesta ou com um jogo de meia distância já polido. O ala-armador liderou a ACC em pontuação e sabe como lidar na meia-quadra, sendo um maestro.

Defensivamente precisa ser trabalhado para poder jogar mais minutos. Mas, vindo do banco, ele pode ajudar os Clippers a ter uma fagulha quando os titulares descansam.

14ª escolha – Denver Nuggets: Michael Porter Jr. (Missouri)

por João André Fraga

Infelizmente, uma cirurgia tirou Porter Jr. da maioria das partidas de seu único ano na NCCA e foi isso que derrubou ele do Top 5 até a 14ª posição. Parece-me um pouco valorizado demais. Tem uma mecânica muito bonita de se ver e consegue arremessar de todos os cantos da quadra, depois do drible ou recebendo um passe.

Mas não parte para cima, não tem desenvoltura para ir para um contra um, aliás, foge de um contato mais próximo, não sei se por causa de sua lesão. Sua defesa é frouxa. Em Denver, ele não precisará carregar a equipe ou brilhar logo de cara.

15ª escolha – Washington Wizards: Troy Brown Jr. (Oregon)

A versatilidade é algo que os Wizards estão contando ao escolher Brown Jr. Ele não é um grande arremessador, mas com longos braços e boa defesa, ele pode complementar quem pontua e arremessa em seu time: Bradley Beal e John Wall.

Na NBA atual, ter jogadores de perímetro que podem defender e desenvolver um arremesso de 3 é como ter ouro embaixo da cama.

16ª escolha –  Phoenix Suns*: Zhaire Smith (Texas Tech)

*esta escolha foi para o Philadelphia 76ers

Smith é um jogador de backcourt incansável, especialmente fazendo jogadas na defesa. No ataque ele não é um grande pontuador, mas é capaz de fazer jogadas atléticas e explosivas. Nos 76ers, ele poderá jogar perfeitamente com um armador mais tradicional ou com Ben Simmons.

17ª escolha – Milwaukee Bucks: Donte DiVincenzo (Villanova)

Com certeza fazer 31 pontos na final da NCAA, na conquista do título de Villanova, ajudou DiVincenzo a ser escolhido na 17ª posição. Seu arremesso de longa distância será muito bem-vindo nos Bucks, que necessitam de jogadores assim para complementar Giannis Antetokounmpo.

E o calouro ainda trará explosão, com um salto vertical que impressionou no Combine.

18ª escolha – San Antonio Spurs: Lonnie Walker IV (Miami)

Walker com certeza não é um armador tradicional, mas eles mal existem mais. Explosivo, Walker pode partir para a cesta e não tem medo de encarar contato. Ele também consegue ler bem defesas e optar por arremessos de meia-distância.

Com Popovich pode ter certeza que ele irá melhorar ainda mais sua defesa no backcourt e se tornar um armador mais completo, especialmente trabalhando a visão de jogo.

19ª escolha – Atlanta Hawks: Kevin Huerter (Maryland)

Huerter precisa de companhia para jogar, mas se Trae Young e companhia procurarem vão achar Huerter para arremessar de longa distância e conseguir pontuar de 3. Ele também tem excelente feeling e sabe que jogada escolher e onde se posicionar.

Seu problema é o físico que pode ser explorado pelos jogadores adversários quando Huerter estiver defendendo e sua mecânica leva um tempo, o que pode gerar alguns tocos e roubos de bola.

20ª escolha – Minnesota Timberwolves: Josh Okogie (Georgia Tech)

Os Timberwolves precisam de ajuda imediata vinda do banco e Tom Thibodeau agora poderá colocar Okogie em banco, mais um ala atlético, grande, que defensivamente já tem o necessário, mas ainda precisa melhorar seu arremesso para ser um jogador de impacto na NBA.

Ele sabe pontuar – 18,5 pontos por jogo no College – mas seu arremesso ser trabalhado para não sofrer com a marcação sufocante que terá.

21ª escolha – Utah Jazz: Grayson Allen (Duke)

Grayson Allen foi um dos jogadores mais comentados, odiados e amados do basquete universitário. Louco em quadra, inclusive passando dos limites, ele é um bom pontuador, especialmente aproveitando de jogadores mais habilidosos e os espaços abertos para arremessar de média e longa distância.

Com Donovan Mitchell, pode dar samba.

22ª escolha – Chicago Bulls: Chandler Hutchinson (Boise St.)

A carreira de Hutchinson em Boise St. é algo que serve muito de análise: ele foi evoluindo ano a ano, jogando até se tornar um senior. E em seu último ano ele mostrou que seu jogo ofensivo tinha espaço para evoluir, alcançando 20 pontos de média e mostrando impressionante explosão.

Na NBA ele tem tudo para se transformar em um ala que defende bem e mata bolas de três. Como não terá que carregar piano, poderá ter escolhas melhores no ataque.

23ª escolha – Indiana Pacers: Aaron Holiday (UCLA)

O sobrenome você já deve ter ouvido. Aaron é irmão de Jrue Holiday e Justin Holiday, que jogam nos Pelicans e Bulls, respectivamente. O armador é o que mais se aproxima de um maestro, com excelente visão, sabe como navegar no pick n’roll e mesmo sendo menor que seus rivais, irá mostrar grande vontade.

Pode jogar junto de Victor Oladipo e aprender muito.

24ª escolha – Portland Trail Blazers: Anfernee Simons

Com 19 anos recém-comemorados, Simons não jogou na universidade, mas mesmo assim ganhou a confiança dos Blazers. O armador precisa ganhar força e músculo, mas já é alto o suficiente (1,93 m) e tem explosão acima da média, especialmente para superar marcadores ou pular para enterradas.

Com Damian Lillard e C.J. McCollum, ele vai ter tempo para aprender e vir aos poucos do banco.

25ª escolha – Los Angeles Lakers: Moritz Wagner (Michigan)

Quem viu um alemão grande no March Madness com um arremesso de longa distância pensou em um Dirk Nowitzki 2.0. Calma. Mo Wagner é um big man moderno que pode sair de debaixo da cesta e pontuar mesmo assim.

Com Lonzo Ball passando, ele vai ter tiros livres. Ou então, ele pode sair do caminho para LeBron infiltrar e ser encontrado com um passe ninja do camisa 23.

26ª escolha – Philadelphia 76ers: Landry Shamet (Wichita State)

O bom de um armador que chega nos 76ers é não ter que pegar na bola toda hora e levar ela para o ataque porque Ben Simmons existe. Shamet então pode fazer a função de louco fugindo de bloqueios para acertar bolas de três. J.J. Redick é um free agent e caso ele saia, o time precisa de jogadores que saibam arremessar.

Obviamente ele não terá a mesma capacidade de fazer esse papel, ainda mais pelo seu físico, que precisa ser muito trabalhado. Mas o 44,2% de aproveitamento de 3 é algo que é difícil de passar com uma escolha de fim de primeira rodada.

27ª escolha – Boston Celtics: Robert Williams (Texas A&M)

Os Celtics precisam de poucas coisas para seu elenco. Um gigante com envergadura que chega perto de 2,30m, dá tocos e enterra a bola é sempre bom e o time tem isso com Williams. Verde ofensivamente, e não pelo time, mas sim por não ter um jogo polido, ele vai ter pontes aéreas e enterradas para pontuar.

Mas, para ficar em quadra, sua intensidade defensiva será chave. E ele tem isso de sobra.

28ª escolha – Golden State Warriors: Jacob Evans (Cincinnati)

A ideia é ter um jogador de perímetro que saiba defender e arremessar de 3 em uma liga onde esses jogadores valem ouro. Evans não é um arremessador incrível, mas ele vai ter os tiros mais livres da história com tantos atletas de elite ao lado.

E os Warriors precisam dos contratos de baixo valor para completar o elenco além do Big 4.

29ª escolha – Brooklyn Nets: Dzanan Musa (Bósnia)

Depois de Luka Doncic, Musa é com certeza o melhor prospecto internacional e ofensivamente ele tem o necessário para jogar na NBA já, não tendo que atuar mais um ano na Europa. Com 2,06m, ele consegue superar defensores com um release alto mas também explodir até a cesta.

Seu físico com certeza precisa de uns músculos. Os Nets podem preparar a academia para o jogador de 19 anos.

30ª escolha – Atlanta Hawks: Omari Spellman (Villanova)

Sua mobilidade não é incrível, mas Spellman sabe arremessar de longe e junto com Trae Young pode fazer quintetos que arremessam até de fora da quadra. Ele vai precisar melhorar sua agilidade e desenvolver seu jogo embaixo da cesta antes de ser um titular absoluto na NBA.

Confira as escolhas de 2ª rodada do Draft NBA 2018

31ª escolha – Phoenix Suns: Elie Okobo (Armador, França)

32ª escolha – Memphis Grizzlies: Jevon Carter (Armador, West Virginia)

33ª escolha – Dallas Mavericks: Jalen Brunson (Armador, Villanova)

34ª escolha – Atlanta Hawks: Devonte’ Graham (Armador, Kansas)

35ª escolha – Orlando Magic: Melvin Frazier (Ala, Tulane)

36ª escolha – New York Knicks: Mitchell Robinson (Pivô, Western Kentucky)

37ª escolha – Sacramento Kings: Gary Trent Jr.  (Ala-Armador, Duke)

38ª escolha – Philadelphia 76ers: Khyri Thomas  (Ala-Armador, Creighton)

39ª escolha – Philadelphia 76ers: Isaac Bonga  (Ala, Alemanha)

40ª escolha – Brooklyn Nets: Rodions Kurucs (Ala, Letônia)

41ª escolha – Orlando Magic: Jarred Vanderbilt  (Ala-Pivô, Kentucky)

42ª escolha – Detroit Pistons: Bruce Brown  (Ala-Armador, Miami)

43ª escolha – Denver Nuggets: Justin Jackson  (Ala, Maryland)

44ª escolha – Washington Wizards: Issuf Sanon (Armador, Ukraine)

45ª escolha – Brooklyn Nets: Hamidou Diallo  (Ala-Armador, Kentucky)

46ª escolha – Houston Rockets: De’Anthony Melton (Armador, USC)

47ª escolha – Los Angeles Lakers: Sviatoslav Mykhailiuk (Ala-Armador, Kansas)

48ª escolha – Minnesota Timberwolves: Keita Bates-Diop  (Ala, Ohio State)

49ª escolha – San Antonio Spurs: Chimezie Metu (Pivô, USC)

50ª escolha – Indiana Pacers: Alize Johnson (Ala-Pivô, Missouri State)

51ª escolha – New Orleans Pelicans: Tony Carr (Armador, Penn State)

52ª escolha – Utah Jazz: Vince Edwards (Ala, Purdue)

53ª escolha – Oklahoma City Thunder: Devon Hall (Armador, Virginia)

54ª escolha – Dallas Mavericks: Shake Milton  (Armador, SMU)

55ª escolha – Charlotte Hornets: Arnoldas Kulboka (Ala, Lituânia)

56ª escolha – Philadelphia 76ers: Ray Spalding (Ala-Pivô, Louisville)

57ª escolha – Oklahoma City Thunder: Kevin Hervey (Ala, UT-Arlington)

58ª escolha – Denver Nuggets: Tomas Welsh (Pivô, UCLA)

59ª escolha – Phoenix Suns: George King (Ala, Colorado)

60ª escolha – Philadelphia 76ers: Kostas Antetokounmpo (Ala, Dayton)

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