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A NBA está cada vez mais global!

A NBA está cada vez mais global!

Não é novidade para ninguém que nas últimas temporadas a NBA tem contado cada vez mais com jogadores estrangeiros ou que tem algum laço com outros países além dos Estados Unidos. Luka Doncic, Joel Embiid, Pascal Siakam, Rudy Gobert, Nikola Jokic e Giannis Antetokounmpo são apenas alguns dos craques que têm dominado a liga. Os dois últimos, inclusive, foram eleitos MVP (jogador mais valioso) da NBA nas quatro temporadas anteriores.

Somam-se a esses, outros 114 jogadores que atuam na liga de basquete mais competitiva do mundo e que não nasceram nos EUA, algo impensável no século passado. Para se ter noção do domínio estrangeiro nos últimos anos, é importante pensar na temporada de 2018-19. Com exceção de Lou Williams, que venceu o prêmio de melhor sexto homem do ano, todos os outros vencedores foram vencidos por jogadores de outras nacionalidades.

O MIP (jogador que mais se desenvolveu) foi Siakam, de Camarões; o Calouro do ano foi Doncic, da Eslovênia; O DPOY (melhor defensor) foi para Rudy Gobert, da França; e, por fim, o MVP foi Antetokounmpo, da Grécia. Além disso, na temporada de 2021/22, os três jogadores mais bem colocado no prêmio de MVP foram Jokic, o vencedor, Embiid e Antetokounmpo, primeira vez que isso acontece na história.

Números

Agora que já ficou clara a relevância desses jogadores, vamos falar de números. Os 120 atletas que vão participar da temporada regular da NBA 2022/23 representam 40 países, de todos os continentes. Todos os times têm pelo menos um jogador que não nasceu nos Estados Unidos.

O Canadá, pela 9ª temporada consecutiva, segue sendo o país que mais exporta jogadores para a NBA, com 20 no total. Logo em seguida vem Austrália, com 10, França, com nove, Alemanha com sete, e Espanha, Sérvia e Nigéria, com cinco jogadores cada. O Brasil, com certo histórico na liga, conta com apenas um brasileiro na atual edição. Raul Neto, o Raulzinho, joga pelo Cleveland Cavaliers, time que já foi casa de Anderson Varejão.

Com relação aos times, o Toronto Raptors é o que tem a maior diversidade de nacionalidades, com oito jogadores nascidos no exterior. O segundo lugar é um empate entre Sacramento Kings, Dallas Mavericks e Indiana Pacers, todos com sete, e o terceiro lugar fica com Oklahoma City Thunder, Utah Jazz e Phoenix Suns, com seis.

Uma NBA cada vez mais plural e com talentos de diferentes países ao redor do globo terrestre só tende a agregar para o jogo. A gama de talentos estrangeiros acaba implantando em outras nações as raízes do basquete e expandindo o público do basquete como um todo.

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