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Alex Ovechkin: grandes poderes trazem grandes responsabilidades

Crédito: Divulgação

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Como um meteoro, Alex Ovechkin caiu e mudou todo o cenário na NHL. Gols –muitos gols -, carisma e uma vontade admirável. De cara, Ovi conquistou os fãs e os especialistas no assunto, não a toa o astro acumulou diversos prêmios. Mas aos 28 anos, o russo sensação vivencia uma período negro, repleto de cobrança e desconfiança.

O ano de 2014 não começou bem para Ovechkin. Sua seleção caiu muito cedo nas Olimpíadas de Sochi. Seu time na NHL – Capitals – não foi para os playoffs, mesmo jogando na fraca Conferência Leste. E pra finalizar, sua noiva deu um pé na bunda, alegando falta de exclusividade.

Até a inegável vontade de vencer está em cheque. Porque não basta atuar bem próximo ao gol adversário, é preciso se dedicar e mostrar vontade perto do gol amigo. Do dia para a noite, Alex Ovchkin passou de solução a problema.

Tanto que as notícias em torno de uma possível troca pipocam nos telejornais e sites de hóquei.

Entretanto, Ovechkin não é o problema. O problema está na sociedade, onde tudo é muito rápido e líquido, e que só a crista da onde é interessante. Algumas falhas e você é engolido por um oceano de acusações.

Pode ser que Ovechkin esteja com menos garra e disposição. Anos e mais anos dentro de um inferno congelante castigam o corpo, sem falar da cobrança: para o bem ou para o mal, Ovechkin sempre foi o alvo. Todavia, Ovi sempre esteve no gelo, nunca tentou se esconder atrás do mito, ou fujir de suas responsabilidades.

O que Ovechkin nunca teve foi um parceiro de nível próximo. Alguém para dividir glórias e quedas.

A solução, quem sabe, está a caminho de Washington. Barry Trotz será o novo técnico dos Capitals. E, para sorte dos fãs de hóquei, Trotz também acha que Ovi faz parte da solução.

Grandes poderes trazem cargas enormes de responsabilidade.

 

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