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Trump é acusado de ter conspirado para evitar que Bon Jovi comprasse os Bills em 2014

Donald Trump

(Crédito: Divulgação/Facebook)

Pessoas envolvidas com o processo de venda do Buffalo Bills em 2014 acusaram o presidente Donald Trump de ter agido para impedir que Jon Bom Jovi comprasse a equipe. No esforço de manter a equipe em Buffalo, um grupo denominado 12th Man Thunder explorou especulações, como a que o rockstar queria levar a franquia para o Canadá, para evitar a venda para o cantor.

Entre as ações realizadas, estava uma petição e distribuição de cartazes com o pedido de uma “Zona Livre de Bom Jovi”, que exigia um boicote às músicas do cantor em bares e estações de rádio. E isso tudo foi amplamente coberto pela mídia local.

“No momento eu gostaria de ter dito às pessoas. Eu só queria dizer: ‘Donald Trump está por trás disso’”, afirmou Charles Pellien, um dos líderes do grupo. Nem a Casa Branca nem o político responderam os comentários.

De acordo com Michael Caputo – consultor de relações públicas que trabalhou na campanha presidencial de Trump –, o próprio empresário apresentou a ideia para um grupo para aproveitar a ansiedade dos fãs em relação a uma possível realocação dos Bills para o Canadá.

“O Sr. Trump estava convencido que a comunidade não se uniria por um movimento. Então ele me enviou para organizar algo com os torcedores locais”, declarou. Caputo recrutou Pellien, um motorista de caminhão, e outros voluntários que rapidamente criaram um banco de dados de e-mails de 15 mil fãs.

As especulações de que Bom Jovi pretendia realocar a equipe para o Canadá foi alimentada porque ele tinha dois canadenses – Larry Tanenbaum, presidente do Maple Leaf Sports, e a família Rodgers – no seu grupo. Como o grupo do cantor oferecia mais dinheiro do que Trump, o presidente acreditava que mexer com as emoções dos torcedores poderia melhorar a sua situação.

“Ele queria ser o favorito de sua cidade natal porque manteria os Bills em Buffalo. Sempre foi sua intenção entrar com um cavalo branco e salvar a equipe”, declarou Caputo.

A primeira jogada do grupo foi uma petição em que as pessoas prometiam boicotar – não comprar ingressos e artigos esportivos e ver os jogos – se os Bills fossem realocados. Os organizadores contaram que Trump se afastou do movimento mesmo dos bastidores após assinar um contrato do processo de licitação.

No final das contas, os esforços do grupo foram em vão porque os proprietários do Buffalo Sabres, Terry e Kim Peluga, fizeram uma oferta que ninguém pode superar (US$ 1,4 bilhão). Após a venda da equipe, o grupo se voltou para um projeto de caridade que leva crianças sem privilégios ao seu primeiro jogo dos Bills.

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