NFL

Três heróis e três vilões da semana 11 da NFL

Josh Allen, quarterback do Buffalo Bills

Olá, caros amigos do Quinto Quarto! Aqui estamos nós, como já é tradicional, para escolher os três heróis e três vilões ao término do domingo de semana 11 de futebol americano na temporada 2019 da National Football League.

A décima primeira semana do campeonato será fechada na noite desta segunda, com o Monday Night Football entre Los Angeles Rams e Kansas City Chiefs, no Estádio Azteca, na Cidade do México. E, no domingo, tivemos muitos jogos legais.

Como você já deve saber, Bruno Bataglin é o responsável por elogiar os três heróis. E Miguel Amado fica com a missão de destruir os três vilões.

Ainda deixamos espaços quase sempre para menções honrosas.

PS: sinta-se livre para discordar, concordar e nos xingar (mas com carinho) através do nosso Instagram, Twitter ou via sinal de fumaça. O importante é o seu feedback.

Agora, vamos logo para os três heróis e os três vilões da semana 11.

HERÓIS DA SEMANA #11 DA NFL

Por Bruno Bataglin

  • Josh Allen

Tudo bem, antes que você comece a reclamar, eu sei que é contra o Miami Dolphins. Mas Josh Allen teve a melhor atuação de sua carreira profissional na vitória por 37 a 20 sobre o Miami Dolphins e ajudou o Buffalo Bills a não tomar grandes sustos contra uma equipe que vinha de dois resultados positivos em sequência.

O camisa 17 acertou 21 passes de 33 para 256 jardas e três touchdowns, sem interceptações, saindo de campo com um passer rating de 117.7. Ele ainda correu sete vezes para 56 jardas e um TD, totalizando quatro TDs em pleno Hard Rock Stadium.

A vitória na Flórida deu aos Bills (7-3) a melhor campanha após os primeiros dez jogos da temporada desde 1999. E Allen é um dos grandes responsáveis por isso, tendo lançado para 2.175 jardas e 13 TDs, com sete interceptações, até agora. As estatísticas não são um primor, mas parece que Buffalo finalmente tem um QB com chance de levá-los adiante.

  • Kirk Cousins

Quem diria que, na semana 11, estaríamos elogiando Kirk Cousins de maneira regular. Após uma reta inicial de temporada de altos e baixos, o signal caller do Minnesota Vikings vem fazendo partidas muito consistentes. Foi o caso neste domingo, na vitória por 27 a 23 sobre o Denver Broncos.

Cousins liderou os Vikings a uma vitória depois de a equipe ir ao vestiário perdendo por 20 a 0. O segundo tempo, contudo, foi basicamente impecável, com 27 a 3 no placar dos últimos dois quartos. E o signal caller fechou com 29 passes precisos de 35 para 319 jardas e três touchdowns, com passer rating de 133.2.

Foi a primeira vez nos últimos cinco anos (um intervalo de 100 jogos, incluindo playoffs) que um time ganhou após estar perdendo por 20 pontos no intervalo. O resultado trouxe os Vikings para 8-3 e eles seguem firmes e fortes na briga com o Green Bay Packers pela liderança da NFC North.

  • Michael Thomas

Eis um dos melhores wide receivers (talvez o melhor) da NFL na atualidade. E muitos seguem esquecendo Michael Thomas. Neste domingo, na vitória sobre o Tampa Bay Buccaneers por 34 a 17, o astro do New Orleans Saints fez oito recepções para 114 jardas e um touchdown.

Thomas é o primeiro jogador da história da NFL a somar mais de 90 recepções nos primeiros dez jogos de seu time em uma temporada. Suas 94 recepções em 2019 até agora superaram a marca anterior de 89 do Hall of Famer Marvin Harrison (2002) e Julio Jones (2015), WR do Atlanta Falcons.

Michael Thomas é tão confiável que a conexão entre Drew Brees e ele é uma das mais azeitadas (gostou do termo, hein?) da NFL.

Menções honrosas:

  • Lamar Jackson

Nesta semana, tivemos que colocar Lamar Jackson nas menções honrosas. Até porque ele é figurinha carimbada nos heróis e, se depender do que ele está jogando, vamos mudar o título desta coluna para “Três Lamars e Três Vilões”.

O astro do Baltimore Ravens teve mais uma atuação monstruosa na vitória por 41 a 7 sobre o Houston Texans, acertando 17 lançamentos de 24 para 222 jardas e quatro touchdowns, sem interceptações, números responsáveis por um rating de 139.2. Jackson também correu nove vezes para 86 jardas.

Em resumo, ninguém segura ele e será Jackson e Russell Wilson até o final na briga pelo prêmio de MVP.

  • Dak Prescott

O quarterback do Dallas Cowboys também teve uma atuação bem consistente na vitória por 35 a 27 sobre o Detroit Lions.

Prescott acertou 29 passes de 46 para 444 jardas e três touchdowns, fechando com um passer rating de 116.6. Ele também somou 18 jardas corridas e protegeu muito bem a bola, o que já foi uma grande notícia para os texanos.

O camisa 4 vem melhorando de desempenho, ainda que oscile muito em alguns momentos na partida, e vem se provando um QB decente para liderar os Cowboys até os playoffs. A partir daí, realmente não sei…

VILÕES DA SEMANA #11 DA NFL

Por Miguel Amado

  • Kyle Allen

Pode ter certeza que Allen não contava com uma coisa: ele ter sido colocado no meu time do fantasy. O coitado estava bem, segurando as pontas depois da saída de Cam Newton até este fim de semana, quando teve essa convocação fatídica antes do jogo dos Falcons, Resultado: 4 interceptações, cinco sacks e sofrendo com uma linha ofensiva porosa. Ela tem culpa, mas Allen tem um pouquinho mais. Coitado.

  • Jameis Winston

Jameis Winston já foi tantas vezes vilão que este post deveria ser um oferecimento dele. Esperamos o telefonema direto de Tampa. Desta vez foram mais 4 interceptações para a conta, inclusive uma pick six e até uma INT que ele não teve culpa alguma. Fazer o que, elas perseguem ele.

  • Nelson Agholor

Não é de hoje que a torcida dos Eagles reclama de Agholor e seus drops. Sim, o passe de Carson Wentz não foi maravilhoso, mas também não foi ruim. A bola estava lá para Agholor pegar e fazer seus Eagles terem nova vida. Agora o único que tem vida é as críticas ao wide receiver, só olhar o thread abaixo.

Menção honrosa:

  • Mitchell Trubisky

Pobre Mitch. Uma semana depois de ter o seu melhor jogo da temporada, ele novamente caiu no buraco. E ainda em rede nacional, sendo colocado no banco com um minuto de jogo faltando. Foram 190 jardas, 1 TD, uma INT, 43 passes tentados para só isso. O negócio está feio em Chicago.

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