NFL

Suposta vítima de agressão de Manning teria ligado a centro de denúncias

O caso Peyton Manning continua a ter novas informações. Para quem não sabe sobre o caso, o básico é que o quarterback dos Broncos teria agredido sexualmente a treinadora Jamie Naughright enquanto estava na University of Tennessee, em 1996.

Agora, de acordo com novas informações apuradas pelo Outside The Lines, da ‘ESPN' norte-americana, a treinadora teria ligado para o Centro de Crise de Abusos Sexuais de Knoxville três horas após o incidente. Naughright disse que ela foi vítima de agressão por uma “figura pública muito conhecida… um atleta de UT” e que ela já havia relatado o incidente para o seu superior.

De acordo com o documento, a treinadora não revelou o nome de Manning e não quis discutir detalhes do abuso sexual pelo telefone, porque ela “temia por seu trabalho, estava preocupada e temia por sua vida”.

Como parte do formulário do centro de crise, existe a pergunta se e para quem foi relatado o crime e ela responde que sim e nomeia o seu chefe no momento, o head coach Mike Rollo.

De acordo com notas, Rollo disse para ela: “eu não acho que a melhor maneira de lidar com isso é levar para a imprensa ou para a polícia”. O incidente nunca foi relatado à polícia. O treinador também disse que Naughright nunca descreveu o incidente como “mooning” (ato de abaixar as calças e mostrar as nádegas).

Defensores do jogador, que sofreu um processo de difamação em 2002, perceberam que Jamie Naughright não falou do contato físico até o processo de 2002. Com isso, eles a acusaram de embelezar a história. Em 1996, ela assinou um documento que dizia: “ele puxou as calças para baixo e expôs-se para mim. Eu estava inclinada para examinar o pé dele. Depois ele me fez perguntas pessoais”.

No depoimento do head coach, Rollo fala que não se lembrava de Naughright sempre falando que Peyton Manning, que nunca foi investigado criminalmente, fez contato com ela. No entanto, ele testemunhou que ela estava claramente perturbada desde o início, algo que é descrito de forma totalmente diferente na versão do signal-caller.

Mike Rollo também disse que sabia de, pelo menos, duas vezes que a treinadora tinha visto atletas fazendo “mooning” para o outro e ela não tinha expressado como se tivesse ficado ofendida.

Confira a conversa entre Mike Rollo e Robert Puterbaugh, advogado de Jamie Naughright, durante a deposição daquele:

Puterbaugh: “Você não acha que ela estava fingindo isso, não é? ”.

Rollo: “Eu nunca tive essa impressão”.

Puterbaugh: “Tudo bem”.

Rollo: “Ela estava chateada, eu não tenho dúvida disso”                                                                            .

Eles continuaram depois.

Puterbaugh: “É justo dizer que em fevereiro de 1996, você não teria pensado que Jamie ficaria chateada com um mero “mooning”, certo? ”.

Rollo: “Isso é o que pareceu tão bizarro para mim sobre a situação: ela estava perturbada, ela estava chateada e parecia incomum”.

Puterbaugh: “É justo dizer que, em nenhum momento, Jamie jamais se referiu a este incidente como um “mooning”?”.

Rollo: “Não, infelizmente, eu acho que essa classificação é comigo”.

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