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Sarah Thomas se torna a primeira árbitra da NFL

créditos: Saints/reprodução

créditos: Saints/rodução

Sarah Thomas é a primeira mulher a ser juíza da NFL. Após anos de batalha E recordes quebrados, será a primeira mulher a ter o emprego de árbitra NA LIGA.

Sua carreira começou em 1996. Trabalhando na associação da Gulf Coast Football Officials Association (associação de futebol americano Da Flórida) apitou um jogo de colegial em 1999.

Isso se estendeu até 2006 quando atingiu o interesse de Gerry Austin, na época, coordenador da Conferência americana (C-USA) e da NFL. Começou a apitar em treinos oficiais promovidos pela liga. Com seu bom posicionamento em campo, rigor nas regras e controle do jogo, a juíza chamou atenção dos coordenadores da NCAA.

E daí para frente, a juíza começou sua leva de recordes quebrados: um ano depois (2007), se tornou a primeira mulher a apitar um jogo universitário, na partida entre Memphis x Jacksonville State. Em 2009, foi a primeira árbitra de um jogo de Bowl, entre Ohio x Marshall no Little Caesars Pizza Bowl. No ano de 2011 foi juíza do jogo entre Northwestern x Rice, se tornando a primeira mulher a apitar um jogo da Big Ten (conferência da NCAA).

Até que em 2013, a juíza foi finalista junto com outros 21 árbitros e foi integrada à NFL. Durante esses anos, trabalhou em training camps dos Saints, Browns e Colts. Fazendo parte do programa de desenvolvimento da liga nacional americana, até foi cotada para um jogo de NFL em 2014.

E este dia chegou. Dean Bladino, Vice-Presidente da NFL, falou sobre a nova aquisição:

“Esse feito demonstrou que ela era uma das melhores no college football. Estamos animados para ver o que ela tem para nós.”

Há muitas barreiras para as mulheres serem árbitras em esporte. Mas a tendência disso é mudar. Sarah Thomas bateu de frente e mostrou que tem muita personalidade:
“Não acho que foi difícil porque sou mulher. Creio que estamos trabalhando aqui como funcionários apenas. O jeito em que trabalhamos e nosso profissionalismo que dita o nosso futuro na carreira, não importa o sexo ou etnia”.

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