NFL

Regra “obscura” foi aplicada após “quase” recepção no jogo Bears e Eagles

Anthony Miller, wide receiver do Chicago Bears

Graças a Cody Parkey, só vão lembrar do chute batendo na trave duas vezes quando o jogo Bears x Eagles for citado. Mas antes do intervalo, aconteceu um lance que gerou imensa discussão e tirou poeira das páginas não-abertas dos livros de regras: a “quase” recepção de Anthony Miller, que acabou sendo marcada como passe incompleto, desafiada por Chicago e mantida pelos árbitros.

E no fim, a atitude foi a certa.

Miller recebeu a bola e deu dois passos com ela, mas acabou perdendo o controle por causa da mão de Cre’von LeBlanc, marcador dos Eagles. Ou seja, recepção seguido de fumble. Porém, a bola ficou no chão, o passe incompleto ficou marcado e quem “recuperou” o fumble foi o juiz.

Os Bears desafiaram a jogada, pedindo passe completo. Só que pelas regras, o lance não poderia ser revertido.

“Quando um passe é marcado como incompleto, qualquer um dos times pode desafiar que foi uma recepção e fumble e que recuperaram a posse caso tenha uma recuperação clara. O árbitro de vídeo também pode começar o review da jogada se acontece depois do two minute warning ou na prorrogação. Se há evidências no vídeo de uma recuperação por qualquer um dos times, essa equipe irá ganhar a posse no lugar da recuperação, mas nenhum avanço será permitido”, diz a regra.

Como não houve evidência em vídeo de uma recuperação do time e sim do árbitro, não tinha como retornar na marcação. O lance prejudicou os Bears, já que o avanço foi grande e mesmo que depois o time tenha conseguido se manter em campo, o relógio já tinha caído para menos de 30 segundos, o que limitou as escolhas de jogadas e resultou apenas em um field goal. Mas no fim não nem como reclamar disso, já que o chute da vitória esteve nos pés de Parkey e…

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