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Redzone: Cardinals e a volta de FitzGÊNIO, não confie nos Jets e Peyton de boa

Crédito: Instagram/reprodução

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A semana não foi das mais brilhantes no que toca aos jogos da televisão. E ainda por cima Big Ben se juntou a Tony Romo na lista de quarterbacks de times que devem chegar aos playoffs mas porque se lesionam podem estragar a temporada inteira dessa mesma equipe. O próximo membro dela? Façam suas apostas. Ainda acho que Roger Goodell vai se inspirar em Gregg Williams e pagar um defensive end para ir na jugular de Tom Brady até a semana 8.

Olho no Arizona Cardinals

Não dá para controlar, não dá pra planejar, eu ligo o site da NFL e bla bla, bla bla bla Arizona Cardinals. Não dá para não falar mais dos Cardinals. Além de estar 3-0, a equipe tem o melhor ataque da liga em pontos e a segunda melhor defesa.

“Beleza Miguel, valoriza aí os Cardinals e eles fazem que nem no ano passado: começam 9-1 e depois caem na primeira rodada dos playoffs”.

O problema do ano passado é que Carson Palmer machucou e o artista conhecido como Ryan Lindley, um dos primeiros nomes na minha lista “como esse cara está na NFL e Timmy Tebow não está?” entrou em cena depois que até o reserva imediato também se machucou.

E além disso, me atrevo a dizer que os Cardinals deste ano são melhores. Sabe por quê?
Larry Fitzgerald em 2014/15: 56 jardas por jogo, 2 TDs e 63 recepções (14 jogos)

Larry Fitzgerald em 2015/16: 111 jardas por jogo, 5 TDs e 23 recepções (três jogos)

Não é só isso, mas permita-me empolgar. FitzGÊNIO VOLTOU: agora jogando no slot e explorando sua rapidez e mãos preciosas contra linebackers ao invés de contra o top cornerback do outro time, o camisa 11 tem espaço onde tradicionalmente não há muitos. O ataque como um todo é mais completo e até o artista conhecido como CJ2K correu para 110 jardas e dois TDs na verdadeira agressão contra os 49ers neste domingo. Ah, aliás, a defesa forçou quatro interceptações de Colin Kaepernick. Ou seja, estamos falando de um time que parece completinho.

Não se surpreenda se essa equipe chegar longe em janeiro. Hoje, claramente melhor na NFC, só tem o Green Bay Rodgers.

Como confiar nos Jets?

Eu já estava ficando empolgado com os Jets. Caramba, como não ficar depois do bullying que a defesa cometeu contra Andrew Luck, me fazendo duvidar no processo que ele é realmente um quarterback top 5 da NFL? E no ataque, Brandon Marshall parecia estar em sintonia com Ryan Fitzpatrick, companheiro de Jeremy Lin em Harvard (ok, isso é mentira).

Ai chega um jogo em casa contra o Philadelphia Eagles em crise, depois de míseros dois jogos apenas, e quando vejo o placar está 24 a 0 para Philadelphia. No MetLife Stadium. Com Brandon Marshall empolgado pela Copa do Mundo de Rúgbi tentando um passe para trás, acertando o capacete do defensor e cometendo o turnover. Piadinha: Mark Sanchez, no banco nesse momento, nem pensou “AEEE CARALH/)(%$, O PIOR FUMBLE DA HISTÓRIA DESTE ESTÁDIO NÃO É MAIS MEU.”

Ainda é. E os Jets ainda são o time mais decepcionante da história do mundo.

Como confiar nos Dolphins? (2)

Com os Dolphins em segundo e próximos. Já adianto o resto da temporada: a equipe vai fazer alguns jogos bons e chegar perto do 50%. Mas Joe Philbin não volta para 2016/17 e se bobear muito a reação nesta temporada será sem ele já.

Manning e os Broncos: nunca se pediu para Manning fazer tão pouco

Este texto chegou a colocar Peyton Manning no mesmo contexto e frase que Trent Dilfer. Obviamente não comparando a qualidade e história dos dois, mas focando no fato que nunca em sua carreira Manning terá que fazer tão pouco para ganhar jogos. Ele pode lançar alguns patos, ser interceptado e sofrer sacks. O ponto alto dos Broncos não é mais o ataque e a franquia não precisará de 55 touchdowns e 5 mil jardas do camisa 18 patra chegar longe.

Com DeMarcus Ware, Aqib Talib, Von Miller, entre outros, esse time dos Broncos será um inferno de fazer pontos contra.

Agora, o ataque e Gary Kubiak precisam encontrar um meio-termo. Odeio quando um treinador chega em uma equipe e diz que vai implantar seu esquema apesar das peças serem completamente diferentes de sua equipe anterior. Focar no jogo corrido com Arian Foster de RB, uma linha ofensiva muito boa e Matt Schaub de QB é diferente de focar no jogo corrido com uma linha ofensiva esburacada, Peyton Manning de QB e CJ Anderson de RB. Deixa Peyton ser Peyton. Ele nem vai precisar ser muito Peyton. Rex Grossman chegou ao Super Bowl amparado na defesa. Pense nisso.

Bears, Ravens, Saints e Lions

Quatro equipes estão 0-3. E curiosamente todas elas tiveram alguma relevância nos últimos anos. O que quero dizer com isso? Que nem Jaguars, Raiders (2-1 aliás, rumo à final da AFC para perder novamente por causa de uma regra desconhecida!), Browns e Titans não estão entre os renegados. Como já escrevi demais, vou fazer uma análise rápida.

Bears – esperado, normal e não é para se desesperar.

Ravens – inesperado, anormal e se não fosse a lesão de Big Ben e o fato que o líder da divisão tem Andy Dalton pegando fogo e isso é outra coisa anormal, já diria para esquecer 2015.

Saints – SEMANA 2 DA CAMPANHA TROQUEM DREW BREES ENQUANTO É TEMPO

Lions – Adoro os Lions. Mas Deus, a NFL e Darius Slay não gostam. E esse time nunca irá a lugar algum. Barry Sanders aceitou isso e eu agora também.

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