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Quinta Descida: a classe de 2020 do Hall da Fama da NFL

(Crédito: Instagram/reprodução)

(Crédito: Instagram/reprodução)

Ed Reed anunciou sua aposentadoria. Polamalu já pendurou as chuteiras e pode se concentrar exclusivamente em cuidar de suas longas madeixas. Patrick Willis e Ike Taylor seguiram a mesma trilha. Para quem começou a ver a NFL no século XXI (me incluo nessa), ver todos esses jogadores saindo dos holofotes de uma só vez deixa claro que estamos presenciando a primeira “troca de bastão” na NFL. Os jogadores dominantes da década de 2000 estão agora dando lugar a Luke Kuechly, Patrick Peterson e JJ Watt. Não que isso seja ruim, longe disso. Mas a sensação de nostalgia bate forte nesses momentos.

Para homenagear esse aposentados, imaginaremos uma hipotética classe de 2020 do Hall da Fama da NFL. Lembrando que segundo as regras, um jogador só pode ser selecionado para o Hall cinco anos após sua aposentadoria.

Troy Polamalu

Escolha óbvia. O eterno camisa 43 dos Steelers também é favorito para entrar no Hall da Fama em seu primeiro ano de elegibilidade. Não é para menos: duas vezes campeão do Super Bowl, oito vezes selecionado ao Pro-Bowl, cinco vezes All-Pro, jogador defensivo de 2010 e uma infinidade de lances geniais. Seu senso de posicionamento e instinto dentro de campo tornou o “baixinho” para sua posição em um dos mais vorazes jogadores de secundária da história da NFL. Será difícil ver um atleta com um timing tão bom quanto o de Polamalu.

Ed Reed

Outro genial safety. Formou junto com Ray Lewis e Haloti Ngata uma das mais fantásticas defesas da história da NFL. Reed é o típico “ball hawk”, tinha magnetismo com a bola. Todas suas qualidades lhe renderam uma infinidade de honrarias: foi nove vezes ao Pro-Bowl, selecionado oito vezes para o time ideal da temporada da NFL, defensor do ano em 2004, campeão do Super Bowl XLVII, aonde anotou uma interceptação e ainda fica em sexto lugar na lista de maiores interceptadores da história da NFL. Reed era agressivo, mas era um “agressivo com classe”, dificilmente perdia tackles, e parecia “brotar” do chão para cobrir recebedores alheios. Além de tudo, tem o recorde de turnover retornado para touchdown mais longo da NFL.

Patrick Willis

Físico. Esse era Willis. Um dos grandes linebackers de sua geração. liderou o grande time dos 49ers durante o comando de Jim Harbaugh. Foi para três finais de NFC seguidas, chegando ao Super Bowl apenas uma vez. Mesmo assim, fez história, indo para sete Pro-Bowls em oito temporada jogadas, e cinco vezes All-Pro. Tinha enorme senso de posicionamento, que o ajudava a marcar running backs e tight ends mais ágeis.

Ike Taylor

Sinceramento, não acredita que ele vá ser escolhido para o Hall da Fama em sua primeira oportunidade, mas como a coluna é de nostalgia para uma geração que está de saída, Taylor precisa aparecer por sua importância na segunda geração da “Steel Curtain”. Taylor tinha uma ótima combinação tamanho e velocidade, que o ajudava a marcar wide receivers mais físicos. Teve seu grande momento nos playoffs de 2005, quando na final da AFC interceptou passe no segundo quarto que resultou em touchdown dos Steelers, e duas semanas depois, no Super Bowl XL, liderou Pittsburgh em tackles, com sete, defendeu dois passes e ainda fez grande interceptação na sua própria linha de cinco jardas para garantir o quinto título de Super Bowl para sua franquia.

 

Jake Locker

O lendário quarterback dos Tit…
Brincadeira, só queria ver a cara de vocês.

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