NFL

Prévias NFL temporada 2016/17: Indianapolis Colts

Indianapolis Colts

Indianapolis Colts

Desempenho em 2015/16: 8-8

Sobe, desce ou fica na mesma? Sobe, mas segura essa empolgação aí!

Principal jogador: Andrew Luck

Vai feder: contusões

Previsão nada exata ou científica: 9-7

Cavalo paraguaio ou cavalo quarto de milha? Qual Colts teremos na temporada que se aproxima? Essa é uma das questões mais difíceis de se responder. Andrew Luck só jogou sete partidas na última temporada. Frank Gore é um corredor em final de carreira. A linha ofensiva é uma ofensa ao futebol americano. A defesa é formada por jogadores cascudos, mas alguns já estão com a ferradura desgastada e Chuck Pagano é muito questionável.
Ainda bem que a AFC South é uma mãe! E que Andrew não tem sorte só no nome, o cara é iluminado!

Ataque dos Colts

Ataque de um homem só? Não, não chega a tanto. Mas Andrew Luck é o principal motor do ataque e fonte de inspiração para o restante. O problema é que Luck apanhou muito na última temporada; mas muito mesmo. Contusão no ombro, rim dilacerado e o músculo abdominal rasgado. Durante a off-season, passaram um martelinho de em Luck, ele está tinindo, mas a linha ofensiva precisa proteger melhor seu QB.

Luck sempre está muito exposto, ele gosta do contato, é um cara grande (1,93 m e 106 kg), mas seus companheiros precisam protege-lo melhor. O quarterback vive no limite, adora arriscar e essa vida louca nos gramados está custando caro. Em quatro temporadas na NFL, Luck já lançou 101 TDs e incríveis 55 interceptações. Uma média que beira o ridículo quando pensamos no potencial dele. Como já foi dito, Luck sempre flerta com o perigo, faz parte da sua mágica, mas muitas dessas interceptações caem na conta da linha ofensiva.

Nenhum snap dos Colts era tranquilo. Pressão em cima de pressão. Os nervos no limite. Nessas situações, os erros se somam e qualidade cai drasticamente. Chuck Pagano sabe disso e investiu pesado no draft. Ryan Kelly, ex-center de Alabama, foi escolhido na primeira rodada. Sem dúvidas, ele tem um potencial enorme; Kelly é alto para a posição (1,94), muito atlético e pode jogar por zona ou individual. Pagano já afirmou que ele será o titular. Novatos costumam levar  tempo para pegarem o ritmo da NFL, mas Kelly chega com muita propriedade. E pior do que a linha ofensiva foi no passado é quase impossível de acontecer.

Além de Kelly, Jack Mewhort finalmente vai atuar na sua posição de origem. Mewhort foi improvisado em várias oportunidades, mas agora ficará fixo na posição de left guard. Anthony Castonzo atuará ao lado de Mewhort como left tackle; a sobrevivência de Luck e dos Colts estará nos bloqueios dessa dupla.

T.Y. Hilton tem uma sintonia enorme com Luck e é a principal arma aérea. Mas o restante dos recebedores é fraco e isso pode comprometer os números de Hilton. Donte Moncrief surge como a segunda opção. No entanto, Moncrief não consegue ser agudo na rotas, o que limita o ataque e pressiona ainda mais a linha ofensiva. Coby Fleener partiu, e cabe a Dwayne Allen assumir o posto de tight end. Se Allen repetir 2015, os Colts vão sofrer, já que ele não bloqueou ninguém e nem foi efetivo nas recepções.

Para finalizar esse ataque, Frank Gore vai carregar a bola. Aos 33 anos, Gore é garantia de jardas. Contudo, seus melhores dias já ficaram no passado. Não espere corridas muito longas e tackles perdidos atrás de tackles perdidos. Gore vai correr, mas nada muito espetacular. Robert Turbin e Jordan Todman (quem?) são os reservas.

Defesa dos Colts

Quando o ataque não funciona, a defesa paga o pato. Como o ataque foi sofrível na última temporada, a defesa pouco descansava e era cobrada demais. O grupo é um dos melhores da NFL: Henry Anderson, se ficar saudável, promete jantar o ataque adversário; Kendall Langford é constante e o mais forte da linha; Arthur Jones, depois da suspensão de quatro jogos, também voltará forte; Hassan Ridgeway, escolha de 4ª rodada, promete demais. Esse quarteto vai infernizar os adversário.

Robert Mathis e Trent Cole dispensam apresentações. A dupla vai seguir pressionando, disso não há dúvidas. D’Qwell Jackson completa o trio de linebackers. Vontae Davis e Patrick Robinson são os nomes da secundária e, em 2015, ficaram só no nome. A dupla precisa voltar a produzir. Caso contrário, o front seven vai ficar com toda a responsabilidade. E se todos esse se machucarem, não há nomes de reposição. Erik Walden é o único reserva de peso.

Tabela

coltao

A AFC South é uma mãe! Ou costumava ser. Os Colts são amplo favoritos. Dos seis duelos dentro da divisão, a franquia reúne condições para vencer quatro ou até cinco jogos. Sim, os rivais são fracos. Jaguars e Titans não devem engrossar, só os Texans, muito mais pela defesa do que pelo ataque, devem incomodar. Até  um desempenho de mais derrotas do que vitórias pode classificar os Colts para os playoffs.

Saindo da divisão, o negócio complica um pouco mais. Luck e companhia vão enfrentar a NFC Norte, e isso significa pegar os Packers e os Vikings, times que estão em momentos melhores e devem embaçar para os potros de Indiana. Por outro lado, Lions e Bears são presas mais fáceis.

Os rivais da AFC Oeste também estão pelo caminho. No duelo equestre, muito equilíbrio. Contra os Chiefs, os Colts vão sofrer. Chargers e Oakland serão duelos bem abertos e os Colts podem beliscar um vitória.

Os Jets estão no mesmo nível e o bicho vai pegar contra os Stellers. A tabela não é das mais difíceis, mas a franquia de Indiana vem se complicando sozinha.

 

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