NFL

Objetivo de Adrian Peterson é ser o melhor running back de todos os tempos

Adrian Peterson, running back do Washington Redskins

(Crédito: Instagram/reprodução)

O running back Adrian Peterson, do Washington Redskins, vive lidando com as críticas e com muitas pessoas duvidando do que ele pode fazer aos 33 anos de idade. Mas engana-se quem acha que ele está próximo de parar.

Pelo menos é o que ele próprio garante.

Peterson, que correu para 96 jardas na estreia dos Redskins, quando o time derrotou derrotou o Arizona Cardinals por 24 a 6, afirmou com todas as letras que não está perto da aposentadoria.

“Mais três ou quatro anos seria o ideal. Não quer dizer que não foi feito antes, mas não em um alto nível. Então, é claro que eu planejo jogar mais três ou quatro anos, e planejo jogar esses anos em alto nível também”, declarou.

No último domingo, Peterson assumiu a décima posição no ranking de maiores corredores de todos os tempos da NFL, ultrapassando Jim Brown, e agora tem 12.372 jardas corridas, além de 100 touchdowns terrestres.

AP está 367 jardas atrás de Tony Dorsett, que ocupa a nona colocação na lista de maiores corredores de todos os tempos na NFL, e ele precisa de 5.984 jardas para ultrapassar Emmitt Smith como maior corredor da história da liga.

Esse seria o sonho de Peterson, juntamente com um título de Super Bowl.

“Ser o melhor jogador de todos os tempos é a minha mentalidade. Ser capaz de sentar e dizer que vivi uma ótima trajetória jogando o esporte que eu amo e que ganhei um campeonato e que eu era o melhor na minha posição”, disse.

Dos nove running backs da era moderna que estão no Hall da Fama, três estavam jogando aos 35 anos de idade: Smith (35), John Riggins (36) e Marcus Allen (37).

Riggins, o único a superar 1.000 jardas em uma temporada depois dos 35 anos, correu para combinadas 2.586 jardas pelos Redskins aos 34 e 35 anos.

Nos últimos dois anos, sobretudo por causa de lesões, Peterson correu para 601 jardas combinadas. Ele foi trocado pelo New Orleans Saints com o Arizona Cardinals em 2017, com sua temporada passada sendo encurtada devido a um problema no pescoço, e ficou sem time até assinar com os Redskins em agosto.

Mesmo com esses contratempos, Peterson acredita que pode ser o melhor running back na NFL.

“Sim, definitivamente. Estando fora por dois anos, mas saindo da lesão em Minnesota e da lesão do ano passado, é claro que há muito que eu tenho que provar para poder mostrar isso. Por dentro, eu sei que sinto que sou. Trata-se apenas de fazer isso por uma temporada completa”, falou.

O veterano garante que saberá quando chegar a hora de se aposentar.

“Se meu corpo começar a agir ou eu não estiver sentindo que ainda tenho a explosão, ou o poder, então meu corpo vai me dizer isso. Vou reconhecer a partir daí. Mas ainda não experimentei isso”, apontou.

E AP ainda está motivado.

“Eu não vou mentir, eu definitivamente gostei de não estar no training camp. Mas, sim, acho que esse é o fator número 1. Você deve ter essa motivação; você precisa ter essa paixão, esse amor pelo esporte”, analisou. “Brett Favre era um exemplo perfeito chegando a Minnesota naquele ano de 2009, e cara, ‘ele é isso, aquilo’, mas aquele cara, ele jogava com tanta paixão. Ele era o último a deixar o prédio, o primeiro a chegar, e a maneira como ele treinava basicamente definia o ritmo. Ele estava a toda velocidade a cada jogada”, finalizou Peterson.

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