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No Huddle – Em decisão surpreendente, Texans demitem general manager Brian Gaine

Brian Gaine, ex-general manager do Houston Texans

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Em uma decisão bastante surpreendente, o Houston Texans demitiu o general manager Brian Gaine. O time anunciou no final da tarde desta sexta-feira (7) que liberou Gaine de suas funções na franquia.

“Depois de uma avaliação completa de nossas operações de futebol americano, nós decidimos liberar Brian Gaine de suas funções como general manager. Brian é um homem de grande caráter e nós apreciamos as contribuições dele para nossa organização. Vamos iniciar uma busca imediata por um novo GM. Neste ínterim, as Operações de Futebol Americano são lideradas pelo vice-presidente sênior de Administração de Futebol Americano Chris Olsen. Ainda que o timing possa não ser comum, essa decisão foi tomada no melhor interesse da nossa organização em nossa busca para construir um time campeão para a cidade de Houston”, falou Cal McNair, presidente dos Texans, em nota oficial.

Segundo Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, não houve nenhum incidente especifico que levou à demissão. Em vez disso, os Texans fizeram uma avaliação geral das operações e os resultados finais mostraram que Gaine era “bom, mas não bom o suficiente”.

Antes de chegar aos Texans, Gaine passou a temporada 2017 como vice-presidente de administração de elenco do Buffalo Bills. Ele substituiu Rick Smith como GM dos Texans, enquanto Smith se afastou do cargo para tomar conta de sua esposa, que está lutando contra um câncer de mama.

Os Texans terminaram com campanha de 11-5 em 2018, vencendo a divisão AFC South, mas perderam para o Indianapolis Colts na rodada de wild card dos playoffs.

Gaine foi contratado como diretor de elenco profissional por Smith em 2014 e foi promovido para diretor de administração de jogadores em 2015 antes de sair para os Bills em maio de 2017.

– Os promotores no Condado de Johnson, em Kansas, não estão ativamente trabalhando em uma investigação criminal relacionada a uma acusação de possível agressão contra uma criança envolvendo o wide receiver Tyreek Hill, do Kansas City Chiefs.

“Não é uma investigação ativa. Como em qualquer caso, se recebermos evidências adicionais, vamos reavaliar”, declarou Steve Howe, promotor distrital, ao jornal ‘Kansas City Star’ nesta sexta-feira (7).

Embora o caso criminal não esteja sendo investigado atualmente, há uma investigação contínua em relação ao caso sendo realizada pelo Departamento de Kansas para Crianças e Família (DCF). A NFL também iniciou uma investigação, mas Brian McCarthy, porta-voz da liga, disse ao ‘Kansas City Star’ que a liga estava esperando uma permissão do DCF para entrevistar o jogador.

– Larry Fitzgerald, wide receiver ídolo do Arizona Cardinals, já que muitas coisas positivas para dizer em relação ao quarterback calouro Kyler Murray. O astro indicou que já viu o suficiente em relação ao jovem signal caller para não ficar preocupado com o desenvolvimento do líder de ataque.

“Ele conhece o sistema melhor do que nós. Ele pode nos colocar em qualquer jogada a qualquer momento e, então, ele tem a principal arma no botão de saída”, falou Fitzgerald, segundo Mike Jurecki, do site oficial dos Cardinals.

– O Green Bay Packers vai utilizar um adesivo com o número 15 em seu capacete durante a temporada 2019 da NFL, em uma homenagem ao quarterback Bart Starr, membro do Hall da Fama do Futebol Americano Profissional (PFHOF) e recentemente falecido.

A organização anunciou nesta sexta que também vai homenagear Starr durante o intervalo do jogo contra o Minnesota Vikings, no dia 15 de setembro, primeiro jogo do time em casa na próxima temporada. Dezenas de ex-Packers, inclusive alguns dos ex-companheiros de equipe de Starr, devem marcar presença.

– O Tampa Bay Buccaneers segue sem saber quando Jason Pierre-Paul conseguirá voltar neste ano, mas a expectativa é a de que o pass rusher perca ao menos uma parte da temporada 2019. O técnico Bruce Arians disse ao jornalista Rick Stroud, do ‘Tampa Bay Times’, que ele não prevê JPP atuando antes de outubro.

“Eu acho que sim, apenas para ser cauteloso e não apressar. E, conhecendo ele, ele é um daqueles que se curam rapidamente, então. Eu odeio colocar um limite de tempo nisso, mas quanto mais cedo, melhor. Contanto que ele esteja saudável”, frisou o head coach.

Pierre-Paul sofreu uma lesão no pescoço durante um acidente envolvendo um único carro, no mês passado. O defensor decidiu não passar por cirurgia, após se consultar com vários especialistas sobre sua fratura na vértebra, como noticiou Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, em maio.

– Depois da extensão gigantesca de contrato de Carson Wentz, que tornou o quarterback do Philadelphia Eagles um dos mais bem pagos da NFL, uma resposta de um rival de divisão chegou. DeMarcus Lawrence, pass rusher do Dallas Cowboys, parece ter dado uma resposta ao acordo de Wentz através de um tweet.

“Quanto mais ricos eles ficam, melhor é quando a gente os humilha”, escreveu o defensor, utilizando algumas palavras menos simpáticas.

– O New England Patriots recebeu seus anéis de campeão do Super Bowl LIII na noite da última quinta e, no evento, ficou claro que o time não consertou o Troféu Vince Lombardi que o agora aposentado tight end Rob Gronkowski amassou ao tentar rebateu uma bola de beisebol antes da abertura do Boston Red Sox.

E o troféu amassado gerou risadas na cerimônia realizada na casa de Robert Kraft.

– Melvin Gordon, running back do Los Angeles Chargers, vê seu time com grandes chances de chegar a um patamar superior em 2019.

“Nós somos o time a ser batido. Somos apenas especiais, e eu definitivamente sinto que temos o melhor time na NFL. Você apenas tem que andar com aquela confiança”, falou Gordon, segundo a ‘ESPN’, ao ser questionado se os Chargers são novamente o time a ser batido na divisão AFC West.

– Antonio Callaway, wide receiver do Cleveland Browns, tem meta ambiciosas para a temporada 2019: “grande temporada. Mil jardas”.

E, em relação a touchdowns, ele respondeu: “dez. Dez ou mais”.

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