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No Huddle – San Francisco 49ers dá novo contrato de seis anos ao head coach Kyle Shanahan

Kyle Shanahan, técnico do San Francisco 49ers

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O San Francisco 49ers está recompensando o técnico Kyle Shanahan com um novo contrato de seis anos de duração que substitui os três anos remanescentes que ele tinha em seu contrato anterior. A informação foi apurada em primeira mão pelo jornalista Adam Schefter, da ‘ESPN’ norte-americana.

Com o novo acordo, Shanahan agora tem vínculo com a organização da Califórnia até a temporada 2025 da National Football League.

O novo contrato torna Shanahan um dos cinco head coaches mais bem remunerados da NFL. Mas o que tornou esse acordo único é que dificilmente foi uma negociação prolongada entre o proprietário dos 49ers, Jed York e Shanahan; os dois se sentaram e rapidamente descobriram o que cada um significava para o outro, comprometendo-se com o segundo contrato de seis anos em pouco mais de três anos.

Shanahan assinou seu primeiro contrato de seis anos com os Niners em fevereiro de 2017 e o novo acordo de seis anos, completado recentemente, substitui o anterior.

O head coach vem fazendo um grande trabalho na franquia californiana e, recentemente, trouxe o título da Conferência Nacional (NFC) para os 49ers, levando a equipe até o Super Bowl LIV. Infelizmente, a equipe bateu na trave e perdeu para o Kansas City Chiefs na decisão da temporada 2019.

Shanahan é considerado um dos melhores chamadores de jogada no futebol americano e uma das brilhantes mentes ofensivas do esporte. Atualmente com 40 anos de idade, ele é ex-coordenador ofensivo do Cleveland Browns e do Atlanta Falcons.

Kyle Shanahan também é responsável por montar uma das comissões técnicas mais diversas da liga. Dos 23 treinadores assistentes dos Niners, 11 são de minorias étnicas ou mulheres. O head coach também falou sobre raças mais cedo neste mês, afirmando que era vergonhoso a liga só ter três head coaches negros e dois general managers afro-americanos.

– Roger Goodell, comissário da NFL, disse que ele apoia e encoraja times da liga a contratarem o quarterback Colin Kaepernick. O signal caller não atua deste a temporada 2016, quando ele começou a protestar se ajoelhando durante o hino dos Estados Unidos.

Em uma conversa com Mike Greenberg, da ‘ESPN’ norte-americana, Goodell disse que é um assunto dos times contratar Kaepernick ou não e disse que ele seria bem-vindo para discutir os problemas sociais.

“Bem, ouça, se ele quiser retomar sua carreira na NFL, obviamente, será necessário que um time tome essa decisão”, falou. “Mas eu saúdo isso, apoio um clube a tomar essa decisão e incentivo-o a fazer isso”, frisou o mandatário da NFL.

– Um pequeno número de jogadores do Dallas Cowboys e também do Houston Texans testaram positivo para o novo coronavírus. A informação foi confirmada por fontes à ‘NFL Network’ e à ‘ESPN’ norte-americana.

Rocky Arceneaux, agente de Ezekiel Elliott, disse ao jornalista Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, que o running back dos Cowboys pegou COVID-19, mas que está se sentindo bem.

Posteriormente, Elliott questionou via Twitter por que sua informação médica veio a público, fazendo referência ao Ato de Portabilidade e Responsabilidade do Seguro de Saúde (Health Insurance Portability and Accountability Act – HIPAA). A regra de privacidade do HIPAA impede a divulgação de informações médicas sem a aprovação do paciente, mas ela se aplica apenas aos prestadores de serviços de saúde.

Nenhum dos jogadores do Cowboys esteve no The Star, a instalação do time, durante a offseason, devido às. A equipe mantém contato constante com os jogadores e o clube conta com um consultor de doenças infecciosas em sua equipe médica.

“Devido às leis federais e locais de privacidade, não podemos fornecer informações sobre a saúde pessoal de nenhum de nossos funcionários. “Estamos seguindo todas as diretrizes do CDC, locais e da NFL para manter nossas instalações seguras, incluindo limitando o acesso dos funcionários”, disse o Dallas Cowboys, em nota oficial.

– A National Football League Players Association (NFLPA) fez uma teleconferência com agentes dos jogadores para falar sobre segurança e implicações financeiras que a pandemia do novo coronavírus vai causar na NFL, enquanto a liga se prepara para a temporada 2020.

Em resumo: haverá milhares de testes e bilhões de dólares perdidos.

Em uma ligação que incluiu o diretor-executivo DeMaurice Smith, o presidente J.C. Tretter e o diretor médico Thom Mayer, o sindicato disse que os jogadores podem ser testados aproximadamente a cada três dias para o vírus e isolados se apresentarem resultados positivos, de acordo com uma fonte que estava presente na ligação.

O sindicato disse que está trabalhando com a NFL em protocolos de retorno ao trabalho para jogadores e, ao discutir as implicações do teto salarial, os agentes disseram que a NFL poderia perder cerca de US$ 3 bilhões em receita total se as equipes jogarem em estádios vazios em 2020.

– O quarterback Lamar Jackson, do Baltimore Ravens, está bem depois de cair sobre um jet ski em um vídeo publicado nas redes sociais, segundo apurou o jornalista Jamison Hensley, da ‘ESPN’.

No vídeo, o atual MVP da NFL é visto correndo com uma bola de futebol americano antes de colidir com um jet ski estacionado e cair de cabeça na água. Segundo fontes, Jackson não se lesionou.

– O Denver Broncos chegou a um acordo de vários anos com a FanDuel para tornar a casa de apostas esportivas como sua parceira oficial de apostas esportivas e fantasy football.

Os Broncos são a primeira equipe da NFL a anunciar formalmente esse acordo desde que a liga concedeu tal permissão no início deste ano.

O acordo permitirá que o FanDuel use os logotipos do Broncos em sua publicidade no Colorado, e a empresa anunciará no estádio, nas transmissões de TV e rádio dos Broncos e no site da equipe.

“FanDuel construiu uma forte reputação como um dos principais destinos de jogos para fãs de esportes. As maneiras pelas quais eles alcançam as pessoas de maneira inteligente através de conteúdo envolvente e divertido estão alinhadas com o pensamento inovador do Broncos ao se conectar com nossos fãs. Com o lançamento bem-sucedido do FanDuel no Colorado no início de maio, acreditamos que os fãs do Broncos desfrutem das confiáveis plataformas de apostas esportivas e de fantasy diários da FanDuel”, disse Mac Freeman, chefe comercial do Denver Broncos, em nota oficial.

A proposição DD foi aprovada no Colorado em novembro de 2019, legalizando as apostas esportivas no estado. E no início deste ano, após um estudo interno, a NFL anunciou formalmente que as equipes poderiam vender individualmente patrocínios de apostas esportivas.

– O Indianapolis Colts vai adicionar Robert Mathis, líder de sacks na carreira com a camisa dos Colts, para seu Ring of Honor.

O time de Indiana anunciou nesta segunda (15) que a cerimônia de entrada no Ring of Honor será realizada no dia 22 de novembro, quando os Colts recebem o Green Bay Packers, no Lucas Oil Stadium.

Mathis jogou toda a sua carreira de 14 temporadas na NFL em Indianapolis e ficou mais conhecido por sua capacidade de arrancar bolas dos QBs. Ele terminou sua carreira com 123 sacks, um recorde da franquia, sendo esta a 17ª melhor marca de todos os tempos na liga. Mathis somou 47 sacks com fumbles forçados (strip sacks), um recorde da liga.

– Joe Ellis, presidente e CEO da equipe do Denver Broncos, anunciou nesta segunda que o feriado de Juneteenth, no dia 19 de junho, será um feriado permanente e remunerado para a organização.

A Juneteenth marca o aniversário de 19 de junho de 1865, quando soldados da União desembarcaram em Galveston, no Texas, e proclamaram que a escravidão nos Estados Unidos havia terminado e a Guerra Civil havia terminado.

Na semana passada, o comissário Roger Goodell anunciou que a NFL vai tratar o Juneteenth como um feriado reconhecido daqui em diante e que os escritórios da liga estarão fechados nesta sexta (19).

– Malcolm Jenkins, safety do New Orleans Saints e uma das vozes mais ativas em toda a NFL nos movimentos em prol das igualdades sociais e raciais, anunciou nesta segunda que ele vai se juntar à ‘CNN’ como um colaborador.

“Tendo passado anos dirigindo organizações sem fins lucrativos e apoiando organizações de base para lidar com as desigualdades de nosso sistema de justiça criminal, sistema educacional e riqueza díspar em nossas comunidades marginalizadas, acredito que posso ser a voz de outros atletas ativistas e daqueles que dedicaram suas vidas a mudança de legislação, políticas e reformas para a igualdade humana”, afirmou o atleta.

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