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No Huddle – Ex-WR da NFL, Donald ‘Reche’ Caldwell é morto aos 41 anos de idade

Donald 'Reche' Caldwell, ex-wide receiver da NFL

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Donald ‘Reche’ Caldwell, ex-wide receiver da National Football League, foi alvejado e morto neste último sábado em Tampa, na Flórida. A informação foi dada em primeira mão pelo ‘TMZ’ e confirmada pelo jornalista Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, neste domingo (7).

Caldwell tinha 41 anos de idade.

Selecionado na segunda rodada do draft de 2002 pelo San Diego Chargers, depois de se destacar na Universidade da Flórida, Caldwell atuou por quatro temporadas com a camisa dos Bolts, antes de ter passagens rápidas pelo New England Patriots e pelo Washington Redskins.

Durante suas seis temporadas na liga, o wideout somou 152 recepções para 1.851 jardas e 11 touchdowns. Sua temporada mais produtiva foi sua única nos Patriots, em 2006, quando Caldwell somou 61 recepções para 760 jardas e quatro TDs durante a campanha que foi até a final da Conferência Americana (AFC).

‘Reche’ Caldwell foi o melhor WR dos Patriots e do quarterback Tom Brady naquele ano.

A última temporada do recebedor na NFL foi em 2007, com a camisa dos Redskins.

Donald Caldwell é o irmão mais velho do também ex-wide receiver Andre Caldwell, que teve passagens por Cincinnati Bengals e Denver Broncos, sendo campeão de um Super Bowl com a franquia do Colorado.

Os Chargers, os Patriots, os Redskins e outros membros da NFL reagiram com tristeza à notícia pelas redes sociais neste domingo.

– Larry Fitzgerald, wide receiver ídolo do Arizona Cardinals, nasceu em Minneapolis, local onde George Floyd foi assassinado por policiais há pouco menos de duas semanas.

Segundo o wideout, um dos grandes jogadores da posição em todos os tempos na NFL, a cidade que o ensinou “sobre o amor” e foi “o lar da (sua) juventude” não parece mais a mesma.

Em um ensaio publicado neste domingo no ‘New York Times’, Fitzgerald, que é uma das vozes mais respeitadas da NFL, resolveu promover uma reflexão sobre o atual momento vivido pelos Estados Unidos.

“Os eventos dos últimos dias viraram Minneapolis e nossa nação de cabeça para baixo. Injustiça, morte, destruição, dor, violência, protestos e motins deixaram claro – nós, como nação, não estamos bem. Nós não somos saudáveis.”, escreveu o recebedor, em trecho do seu texto.

Para ler o ensaio completo no ‘New York Times’, clique aqui.

– Ken Riley, cornerback que defendeu o Cincinnati Bengals durante toda a sua carreira de 15 temporadas na National Football League e foi um dos melhores jogadores da franquia de Ohio em todos os tempos, morreu neste domingo (7) aos 72 anos de idade.

A Universidade de Flórida A&M, onde Riley jogou, anunciou a morte do ex-atleta, head coach e diretor atlético neste domingo. Uma causa da morte não foi divulgada.

Selecionado na sexta rodada do draft de 1969 pelos Bengals, Riley se tornou titular da organização como calouro e continuou assim até sua temporada final, em 1983.

Riley somou 65 interceptações e cinco touchdowns em sua carreira na NFL, que incluiu três seleções ao time All-Pro (1975, 1976 e 1983). Curiosamente, ele nunca foi selecionado ao Pro Bowl.

“Todo mundo aqui amava Kenny. Ele tinha o respeito de todos. Ele foi um sucesso conosco, e após sua carreira como treinador e diretor atlético na Florida A&M”, falou Mike Brown, presidente dos Bengals, em nota oficial. “Quando ele chegou aqui, Kenny e Lemar Parrish nunca haviam jogado no cornerback e são os dois melhores que já tivemos. E tivemos muitos bons. Nós o colocamos lá por uma década e meia e não tivemos que nos preocupar com isso. Kenny ia rápido ao ponto da bola como um grande interceptador e foi um excelente tackleador, mesmo não sendo um homem muito grande. Eu vou sentir falta dele. Ele era um cara legal e um homem sólido. Enviamos nossas condolências à sua família”, completou o executivo.

Membro do Hall da Fama dos Bengals, do Hall da Fama do Black College Football e do Hall da Fama da FAMU Athletics, Riley é o único jogador classificado entre os cinco principais líderes em interceptações na carreira da NFL a não ter entrado para o Hall da Fama do Futebol Americano Profissional (PFHOF).

– John Zook, ex-defensive end do Atlanta Falcons, morreu aos 72 anos de idade. Dean Zook, seu irmão, confirmou o falecimento ao ‘Atlanta Journal-Constitution’.

O ex-jogador morreu no último sábado, em sua cidade de Kansas, depois de uma longa batalha contra o câncer.

Selecionado na quarta rodada do draft pelo Los Angeles Rams, Zook acabou em Atlanta após duas trocas, primeiro com o Philadelphia Eagles e depois com os Falcons.

Ele defendeu a franquia da Geórgia de 1969 a 1975. O time não teve muito sucesso naquele período, com apenas duas temporadas positivas e nenhuma participação nos playoffs. Mesmo assim, Zook, ao lado de Claude Humphrey, um Hall of Famer, formou uma das melhores duplas de DEs.

Zook nunca perdeu um jogo em sua passagem pelos Falcons, sendo titular em 97 de 98 jogos disputados. Ele foi ao Pro Bowl em 1973.

O pass rusher foi negociado com o St. Louis Cardinals em 1976, passando suas últimas quatro temporadas na NFL por lá. Ele atuou em 144 jogos, sendo titular em 134 deles. Zook somou quatro interceptações na carreira e, de maneira notável, registrou o primeiro safety da história dos Falcons, em 1971.

– Adrian Peterson, running back do Washington Redskins, disse em entrevista ao ‘Houston Chronicle’ que “sem dúvidas” ele vai se ajoelhar durante o hino dos Estados Unidos para protestar contra a injustiça racial e que certamente vários jogadores da NFL farão o mesmo.

“Apenas quatro anos atrás, vimos (Colin) Kaepernick se ajoelhando, e agora estamos todos nos preparando para se ajoelhar juntos nesta temporada, sem dúvidas”, falou Peterson.

Perguntado pelo jornal novamente se ele planejava se ajoelhar, ele disse: “Sim, sem dúvidas, sem dúvidas”.

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