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No Huddle – Philip Rivers está “em paz” com atual contrato com os Chargers

Philip Rivers, quarterback do Los Angeles Chargers

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Questionado sobre sua situação contratual, já que seu acordo com o Los Angeles Chargers está chegando ao último ano, o quarterback Philip Rivers disse aos repórteres que está tranquilo em relação a atuar sob a temporada final de seu contrato caso seus representantes e a franquia californiana não consigam acertar uma extensão nesta offseason.

“Eu ficaria bem com isso, e voltaria a ver isso no início da primavera, se isso for de fato o que acontecer”, falou Rivers aos repórteres nesta segunda. “Eu realmente não tenho nenhuma meta, ou vejo isso acontecendo de uma cerca maneira. Estou muito em paz com o estágio em que está agora. Estou sob contrato para esta temporada e estou empolgado com esse time e nossas oportunidades”, completou o signal caller de 37 anos de idade.

Tom Telesco, general manager dos Chargers, não revelou se o time e os representantes de Rivers tiveram conversas sobre uma extensão, mas o executivo garantiu que o QB não vai sair da organização.

“É certamente algo sobre o qual vamos conversar. Não há dúvidas”, falou Telesco, após o draft.

– O quarterback Cam Newton, astro do Carolina Panthers, está caminhando bem em sua reabilitação de cirurgia no ombro. E o próprio jogador recentemente proporcionou uma ótima atualização em relação à sua recuperação e observou que pretende voltar a lançar bolas antes do training camp.

“Estou me sentindo ótimo agora. Sinto que tenho total força agora. Mas eu dizendo ao médico, que é diferente, sabe, qualquer que seja o processo de liberação”, falou Newton ao jornalista David Newton, da ‘ESPN’ norte-americana.

– Atualmente suspenso, o wide receiver Martavis Bryant, ex-Pittsburgh Steelers e Oakland Raiders, disse à ‘ESPN’ norte-americana nesta segunda que pretende apresentar seu pedido de reintegração à NFL nas próximas semanas.

Bryant foi suspenso três vezes nos últimos quatro anos devido às violações da política de abuso de substâncias da liga. A punição mais recente, que a NFL caracterizou como uma rescisão de sua reintegração condicional da suspensão anterior, veio no dia 14 de dezembro, com três jogos remanescentes em uma temporada em que Bryant atuou em apenas oito partidas, pior marca de sua carreira, e fez 19 recepções para 266 jardas com a camisa dos Raiders.

– Dez Bryant voltou a correr. O wide receiver postou um vídeo nesta segunda, em seu Instagram, no qual ele aparece mudando de direção, agarrando um passe e caindo no chão antes de se levantar.

“Primeira vez correndo depois de um bom tempo. Construindo a confiança”, escreveu o wideout na legenda.

 

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First time running in a long time… Building confidence @d.robalwaysopen

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Três vezes selecionado ao Pro Bowl, Bryant vestiu a camisa do Dallas Cowboys por oito temporadas, mas não disputa um jogo da NFL desde 2017. Ele assinou um contrato com o New Orleans Saints no ano passado, mas dois dias depois do acerto, ele foi colocado na injured reserve depois de romper o tendão de Aquiles durante um treino da franquia da Louisiana.

– O San Francisco 49ers ressaltou seu compromisso em relação ao defensive tackle DeForest Buckner há duas semanas, quando o time exerceu a opção pelo quinto ano de contrato do defensor, referente à temporada 2020. Agora, parece que os Niners desejam acertar um contrato de longa duração com o defensive lineman.

Segundo informações de Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, os 49ers estão conversando sobre um contrato de longa duração com o agente de Buckner, mas as duas partes seguem longe de um acerto por enquanto.

É normal que os Niners já estejam tentando um acordo de longa duração com Buckner, visto o que ele se tornou para o time. Desde que entrou na NFL em 2016, ao ser selecionado com a sétima escolha geral do draft, o jogador de 25 anos de idade se transformou em uma das peças mais importantes da defesa da equipe da Califórnia.

Ele perdeu apenas um jogo em sua carreira de três anos e totaliza 132 tackles, 21 sacks e 60 pancadas no quarterback neste período. Buckner está vindo de uma temporada 2018 em que produziu 12,5 sacks, maior marca da carreira, e foi selecionado ao Pro Bowl pela primeira vez.

– O quarterback Case Keenum, do Washington Redskins, admitiu que não monitorou de perto do draft de 2019. Mas o signal caller, que foi adquirido pela franquia da capital dos Estados Unidos em uma troca com o Denver Broncos (em março), sabe que os Redskins utilizaram a 15ª escolha geral neste ano para trazer o quarterback Dwayne Haskins, de Ohio State.

E, mesmo que a chegada de Haskins represente mais competição na posição de QB, Keenum está recebendo o calouro de primeira rodada de braços abertos.

“Eu estou animado para começar a trabalhar com Haskins. Eu sei que ele é um grande jogador. Eu, obviamente, assisti muitos de seus jogos no futebol americano universitário”, declarou Keenum aos repórteres, segundo Rhiannon Walker, do ‘The Athletic’. “Eu já estive nessa situação antes, então vou entrar e competir, e a competição nos torna melhores. Eu espero torná-lo melhor e acho que ele vai entrar e me tornar melhor, e é isso o que ajuda o time, a competição”, completou Case Keenum.

– O defensive tackle Gerald McCoy, do Tampa Bay Buccaneers, tem ouvido as críticas em relação à sua suposta falta de comprometimento com o futebol americano e sua ausência nos treinamentos voluntários de offseason do time. E ele, que foi selecionado para o time All-Pro em 2013 e foi seis vezes ao Pro Bowl durante sua carreira de nove anos na liga, está de saco cheio.

McCoy, que tem três anos remanescentes em seu contrato, utilizou um Instagram story neste domingo, gravado durante um treinamento, para expressar sua dedicação à sua profissão.

“Cinco de Mayo. Todo mundo fora, provavelmente se preparando para beber, provavelmente bebendo agora. Não importa. Vocês querem me questionar? Veja o que eu faço no Cinco de Mayo. Eu trabalho. Trabalho”, disse McCoy, segundo Rick Stroud, do jornal ‘Tampa Bay Times’. “E eu tenho meus filhos comigo. Quantas pessoas estão fazendo isso? All-Pro dentro e fora do campo. Querem me questionar? ‘Ele vai estar pronto? Ele ama futebol americano?’ O quê? Vocês são todos loucos. Perderam a cabeça. Eu trabalho. Nunca duvidem de mim”, completou.

– O safety Rodney Harrison foi eleito pelos torcedores para o Hall da Fama do New England Patriots, como anunciou o time nesta segunda. Harrison foi capitão do time por todas as suas seis temporadas (2003 a 2008) nos Pats e ajudou a equipe a ganhar Super Bowls consecutivos.

Após uma carreira de nove anos no então San Diego Chargers, Harrison foi um All-Pro e líder de tackles dos Patriots em cada uma de suas primeiras duas temporadas na franquia de Foxborough. Ele teve algumas de suas melhores atuações na pós-temporada, tendo somado sete interceptações em nove jogos de playoffs, incluindo duas no Super Bowl XXXIX contra o Philadelphia Eagles.

O offensive tackle Leon Gray, que foi selecionado por um comitê de seleção sênior de dez pessoas em abril, também vai entrar no Hall da Fama dos Patriots juntamente com Harrison. A data da cerimônia ainda será determinada.

– O Carolina Panthers anunciou nesta segunda que o Hall of Honor será expandido com as adições do wide receiver Steve Smith, o quarterback Jake Delhomme, o offensive tackle Jordan Gross e o tight end Wesley Walls. A cerimônia de entrada será durante a temporada regular de 2019.

Até hoje, em 25 anos de existência da galeria de imortais dos Panthers, apenas o linebacker Sam Mills havia tido seu nome gravado na história da organização.

“É algo que estava tão atrasado”, disse David Tepper, proprietário dos Panthers que comprou o time em 2018, segundo o site oficial do time. “Quero dizer, ter um jogador no Hall of Honor depois de 25 anos? Era hora. Já tinha passado da hora. Um ano depois, quando eu conheci um pouco mais sobre o time, um pouco mais sobre a história, acho que era a hora certa”, completou.

– O general manager Mike Mayock, do Oakland Raiders, mostrou sua preferência para jogadores das universidades de Clemson e Alabama durante o draft de 2019. De seus nove atletas selecionados neste ano, o defensive end Clelin Ferrell, o wide receiver Hunter Renfrow e o safety Trayvon Mullen eram de Clemson, enquanto que o running back Josh Jacobs jogava por Alabama.

E Mayock, que havia comparecido ao National Championship Game entre Clemson e Alabama, deu sua justificativa.

“Eu senti isso em campo antes do jogo, esses eram os dois melhores programas de futebol americano universitário no país e já são assim há anos. E, quando você anda em campo antes do jogo e vê esses caras no aquecimento, e você vê o tipo corporal deles, você faz anotações – eles se parecem com dois times da NFL. Eu disse para alguém, não me lembro quem, e me lembro pensando comigo mesmo: ‘cara, se você drafta a partir desses dois times, vai se sair bem, esquecer o resto do país’”, observou, segundo Albert Breer, da ‘Sports Illustrated’.

– DeMarcus Ware, ex-pass rusher do Dallas Cowboys, acredita que o time texano tem “cada coisa que eles precisam” para chegar ao Super Bowl e ele sugeriu ajudar como consultor de pass rush.

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