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No Huddle – New England Patriots é punido por escândalo de filmagem

New England Patriots

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– A National Football League multou o New England Patriots em US$ 1,1 milhão e removeu uma escolha de terceira rodada do Draft NFL 2021 do time depois do escândalo envolvendo a equipe de filmagem da franquia de Foxborough. O grupo da TV dos Pats filmou o campo e as laterais durante uma partida entre Cleveland Browns e Cincinnati Bengals, no dia 8 de dezembro.

A informação foi confirmada por Mike Reiss, da ‘ESPN’, e por Mike Garafolo, da ‘NFL Network’.

Além disso, as equipes de produção de televisão dos Patriots não terão permissão de filmar nenhum jogo durante a temporada 2020 da NFL.

A NFL também baniu David Mondillo, que foi suspenso pelos Patriots quando a investigação da NFL começou, das instalações da liga até um segundo aviso. Antes da punição da liga, Mondillo foi demitido pela organização.

Os Patriots admitiram que sua equipe de produção filmou inadequadamente o campo e a linha lateral. A equipe foi credenciada pelo Browns para gravar um vídeo para uma websérie dos Patriots chamada Do Your Job, mas os Patriots não informaram os Bengals ou a NFL, o que eles chamaram de “supervisão não-intencional”.

“O único objetivo das filmagens era fornecer uma ilustração de um olheiro avançado trabalhando”, disse um comunicado emitido pelos Patriots na época. “Não havia intenção de utilizar as imagens para qualquer outro propósito”, frisou o time.

Os Patriots também disseram que a equipe de produção, que inclui contratados independentes que gravaram o vídeo, não faz parte da operação de futebol do New England Patriots.

Um porta-voz do Patriots confirmou que a equipe não contestará as penalidades impostas pela liga.

– Adrian Peterson já tem 14 temporadas de experiência na National Football League e, recentemente, disse que planeja atuar profissionalmente por mais uns quatro anos. Mas, desde que ele entrou na liga, o atual running back do Washington Redskins viu o valor que as equipes da NFL dão aos jogadores de sua posição mudar muito.

Atualmente com 35 anos de idade e ex-MVP da NFL, Peterson acredita bastante que a atual tendência de contratos para os running backs da liga é algo desrespeitoso com os atletas da posição, que muitas vezes carregam o piano no ataque.

“É desrespeitoso, para ser honesto com vocês”, disse Peterson, ao ‘TMZ’. “É realmente (desrespeitoso)”, completou.

O próprio contrato de AP com os Redskins é um exemplo disso. Ele deve faturar apenas US$ 2,25 milhões em seu segundo (e último) ano de contrato com o time. Isso depois de liderar o time em jardas corridas em 2019, com 898.

E, ao redor da liga, running backs como Derrick Henry, do Tennessee Titans, Todd Gurley, que fechou com o Atlanta Falcons nesta offseason, e Dalvin Cook, do Minnesota Vikings, têm sofrido para embolsar dinheiro nos últimos anos.

Mas Peterson acredita que os jovens RBs podem mudar essa tendência.

“Eu acho que a mudança virá. Eu e Frank Gore continuamos a mostrar aos caras: ‘Ei, somos valiosos. Também podemos ter carreiras de 10, 14 anos, então nos valorizem como vocês valorizariam um quarterback, sabe?’”, pontuou. “Esse jovem núcleo de running backs está realmente mudando o jogo para melhor. Eu sinto que, se vocês continuarem a receber jogadores assim, isso ajudará a aumentar o valor da posição de running back”, finalizou.

Christian McCaffrey, do Carolina Panthers, é um exemplo recente disso.

– Quatro meses depois de ser titular do San Francisco 49ers no Super Bowl LIV, o guard Mike Person, que estava sem time, anunciou sua aposentadoria após nove temporadas dedicadas à National Football League.

Person, que foi dispensado pelos Niners em abril, anunciou que estava pendurando o capacete durante uma entrevista por telefone à rádio ‘406 MT Sports’, concedida neste final de semana. O offensive lineman de 32 anos de idade mencionou os anos de desgaste físico e mental e o desejo de ficar mais com sua família como motivos para encerrar a carreira.

“Sinto que agora é a hora certa. Obviamente, gostaria que tivesse terminado de maneira diferente, especialmente na temporada passada. Você leva uma surra, e quem já jogou sabe disso. Em algum momento, você só precisa dizer a si mesmo que agora é a hora certa”, afirmou. “Meus filhos estão ficando mais velhos e provavelmente eu passaria a temporada inteira longe deles se quisesse assinar com alguém. Já perdi muito”, completou Person.

Person exerceu um papel importantíssimo na boa linha ofensiva dos 49ers em 2019, sendo titular em 14 jogos na temporada regular e em todos os três dos playoffs. Na época de sua dispensa, o general manager John Lynch descreveu Person como “um jogador altruísta cuja paixão pelo jogo foi respeitada por todos em nossa organização. Seu caráter e profissionalismo foram uma grande influência em nosso vestiário, enquanto seu fogo e coragem no campo aumentaram a natureza física de nossa equipe”.

Selecionado na sétima rodada do draft de 2011 pelos 49ers, Person jogou por seis times diferentes, com duas passagens por dois deles (Indianapolis Colts e 49ers). Em 73 jogos na carreira, ele foi titular em 48 deles, incluindo 30 nas últimas duas temporadas.

– Joe Bugel, ex-treinador de linha ofensiva do Washington Redskins e arquiteto dos famosos ‘Hogs’ dos anos 1980, morreu aos 80 anos de idade. O anúncio foi feito pela equipe em uma nota oficial neste domingo. A causa da morte não foi divulgada.

Bugel passou 32 anos trabalhando na NFL, mas ficou mais conhecido por seu trabalho em Washington, onde treinou a linha ofensiva dos Redskins de 1981 a 1989. Ele foi coordenador ofensivo e head coach assistente de 83 a 89.

Bugel saiu para servir como head coach do Phoenix Cardinals de 1990 a 1993. Mas ele retornou a Washington em 2004 – quando Joe Gibbs voltou – e ficou até sua aposentadoria, após a temporada 2009.

Com o auxílio da linha ofensiva de Bugel, os Redskins chegaram a três Super Bowls e venceram dois na década de 1980.

– Le’Veon Bell não teve um primeiro ano bom com o New York Jets em 2019, depois de sair do Pittsburgh Steelers, e teve a pior temporada de sua carreira profissional: 3,2 jardas por corrida e 52,6 jardas por jogo de médias.

Mas o offensive lineman Connor McGovern, que era titular do Denver Broncos e está se preparando para sua primeira temporada nos Jets, admira muito Bell e ainda acredita que ele é um dos grandes da liga em sua posição.

“Ele é um jogador especial. Ele é um dos grandes e será um dos grandes, e estou animado por ter alguém assim (no backfield)”, falou McGovern, segundo o site oficial dos Jets.

Três vezes selecionado ao Pro Bowl e duas vezes para o time All-Pro, Bell foi um dos melhores running backs da NFL durante sua passagem pelos Steelers. Ele teve três temporadas de 1.000 jardas ou mais e com, pelo menos, 75 recepções.

– Phil Krueger, que fez parte da primeira comissão técnica da história do Tampa Bay Buccaneers e também foi general manager do time, morreu aos 90 anos de idade. Ele morreu na última segunda-feira (22), em sua casa, como anunciou sua família.

Hábil em todas as facetas do jogo, Krueger treinou equipes de ataque, defesa e especiais durante mais de três décadas na NFL e no futebol americano universitário.

Krueger mudou-se do campo para o escritório de Tampa Bay e passou 10 anos como executivo, conhecido por sua habilidade em negociar contratos. Ele foi contratado como o primeiro general manager dos Buccaneers em 1991 – antes disso, os treinadores da equipe tomavam as decisões relacionadas aos jogadores.

– Vita Vea, defensive tackle do Tampa Bay Buccaneers, passou por um pequeno procedimento para corrigir uma lesão na mão, mas ele deve estar pronto para o training camp, no final de julho. A informação foi apurada por Adam Schefter, da ‘ESPN’, neste final de semana.

A fonte consultada por Schefter disse que Vea pode perder alguns treinos no início do camp, mas não deve ter problemas para atuar na semana 1 da temporada regular.

Vea, que foi selecionado na primeira rodada do Draft NFL 2018 pelos Bucs, somou 2,5 sacks em 16 jogos na temporada 2019.

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