NFL

No Huddle – Patrick Mahomes é favorito a vencer prêmio de MVP

Patrick Mahomes, quarterback do Kansas City Chiefs

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O quarterback Patrick Mahomes, do Kansas City Chiefs, é o favorito nas casas de apostas de Las Vegas para ganhar o prêmio de MVP da temporada 2020 da National Football League. Logo atrás vem Lamar Jackson, quarterback do Baltimore Ravens e atual detentor do prêmio de jogador mais valioso da liga.

No Caesars Sportsbook, Mahomes é o favorito, com odd de 5.0, seguido por Jackson, com odd de 7.5.

Os dois são seguidos pelos quarterbacks Dak Prescott, do Dallas Cowboys, e por Russell Wilson, do Seattle Seahawks.

O running back Christian McCaffrey, do Carolina Panthers, tem a odd mais baixa entre os não-quarterbacks, com 41.

Vale lembrar que o último não-QB a faturar o prêmio de MVP da NFL foi o running back Adrian Peterson, então no Minnesota Vikings, em 2002. No geral, 16 running back levaram o prêmio da ‘Associated Press’ na história contra 42 quarterbacks. Nunca houve um wide receiver a ganhar o prêmio.

– O cornerback Logan Ryan anunciou recentemente que não seguiria no Tennessee Titans. E, ainda que não seja surpresa, o jogador revelou que ele e a franquia de Nashville sequer chegaram a conversar sobre uma extensão.

“É apenas um negócio. Desta vez, é um pouco diferente. Tennessee nunca me ofereceu um contrato. Eles nunca realmente conversaram sobre extensão ou free agency. Eles nunca realmente tentaram me trazer de volta. Foi meio que tudo ‘sabe, nós vamos monitorar o mercado, você provavelmente vai ganhar demais e provavelmente não poderemos pagar porque temos muitos jogadores nesse time’”, falou Ryan no podcast Double Coverage, dos irmãos Devin e Jason McCourty, defensive backs do New England Patriots.

Os Titans tinham assuntos mais importantes na lista de prioridades, entre eles encontrar uma maneira de manter o quarterback Ryan Tannehill e o running back Derrick Henry, líder em jardas corridas na NFL em 2019. Assim, a organização de Nashville teve que tomar algumas decisões complicadas, deixando o right tackle Jack Conklin sair e trocando o defensive tackle Jurrell Casey, por exemplo. Isso não incluiu um novo acordo com Ryan.

– O quarterback Philip Rivers, que acertou sua saída do Los Angeles Chargers nesta offseason e rumou para o Indianapolis Colts, revelou o principal motivo para ter decidido acertar com a franquia de Indiana na free agency: a linha ofensiva.

Após vários anos atuando atrás de uma OL ruim em L.A., ele viu a prioridade dos Colts em relação à linha ofensiva e viu que ali seria uma boa oportunidade para ser bem protegido e não tomar tantas pancadas aos 38 anos de idade. Foi isso pelo menos o que disse Nick Sirianni, coordenador ofensivo dos Colts, nesta segunda (11).

“A grande parte de Philip estar aqui é Anthony Castonzo. Quenton Nelson. Ryan Kelly. Braden Smith. Mark Glowinski. Esses caras são durões”, falou Sirianni. “Isso é algo que ele continuou mencionando depois que o contratamos, sobre como esses caras eram valiosos para ele”, frisou.

– Mike Evans, principal wide receiver do Tampa Bay Buccaneers, falou maravilhas sobre a chegada de Tom Brady à franquia durante uma sessão de Instagram Live com Louis Murphy, ex-WR dos Bucs.

“Se não pegássemos o Tom? Então, obviamente, nós estávamos caminhando para manter Jameis. Eu não tenho certeza. Eu não sou o GM. Eu não sou treinador. Obviamente, eu queria Jameis de volta, porque esse é meu irmão”, falou Evans. “A oportunidade de conseguir Tom Brady. Tipo, esse é Tom Brady, mano. O melhor de todos os tempos. Ele é uma mudança para a franquia. Tipo, ele está prestes a mudar a franquia. As vendas de ingressos estão passando do limite. Jogos no horário nobre. E ele entende o jogo de futebol americano como ninguém mais entende nesse nível, fora os grandes, e vai ser ótimo trabalhar com ele, você entende o que estou dizendo. O jovem corpo de wide receivers que temos, os tight ends que temos, temos Gronk chegando … vai ser ótimo para a cidade. E vai ser ótimo no geral. Espero que tenhamos uma ótima temporada, todos se mantenham saudáveis e tudo se desenrole maneira que queremos”, completou.

– O linebacker C.J. Mosley, do New York Jets, tem noção de que os rumores seguem em relação a uma possível troca envolvendo o safety Jamal Adams. Mas Mosley deseja que todos tenham noção de que tais especulações são uma grande besteira.

“Para mim, eu não estava muito preocupado com isso. Isso seria uma decisão maluca”, falou Mosley, segundo a ‘ESPN’ norte-americana. “Primeiro de tudo, ele é um dos líderes do time. Isso é antes de tudo. Ele traz essa energia extra, querendo ou não. Às vezes você pode estar cansado ou não se sentindo bem, mas assim que ele pisar no campo, você ouvirá essa voz e ele estará voando. Ter essa presença no secundária, um cara que pode fazer jogadas no jogo aéreo e também joga no backfield – no box – é sempre emocionante”, ressaltou.

– Robert Kraft, proprietário do New England Patriots, doou seu anel de campeão do Super Bowl LI para beneficiar ao All-In Challenge, um levantamento de fundos tem como objetivo fornecer alimentos para os necessitados, incluindo crianças, idosos e pessoas que atuam nas linhas de frente da pandemia do COVID-19.

Kraft disse que escolheu o anel do Super Bowl LI por causa do que ele representa. Naquela decisão, os Patriots estavam perdendo feio para o Atlanta Falcons, mas buscaram uma reação impressionante e ganharam o jogo na prorrogação.

“O que eu poderia fazer que seria especial? Estou pensando nisso há semanas. Finalmente pensei na nossa experiência no Super Bowl LI contra o Atlanta Falcons. Nós estávamos perdendo por 28-3 (no terceiro quarto) e tivemos 99,6% (chances) de perder. E voltamos e vencemos”, afirmou, em um vídeo incluso na lista oficial. “E pensei no que está acontecendo neste momento e queria dar algo de extremo valor em apoio aos nossos profissionais de saúde. Então pensei que seria bom dar a esse anel, nossa quinta vitória no Super Bowl, porque mostrava como demos a volta por cima”, ressaltou.

Kraft colocou seu anel em leilão com uma oferta inicial de US$ 75 mil, e desde então ultrapassou US$ 300 mil após 19 ofertas.

– John Teerlinck, grande treinador de linha defensiva da história da NFL, morreu aos 69 anos. Ele treinou o Indianapolis Colts de 2002 a 2012.

“Descanse em paz, John Teerlinck”, escreveu Jim Irsay, proprietário do Colts, no Twitter. “Um dos maiores treinadores assistentes de todos os tempos do nosso esporte. E um cara de Horseshoe, para sempre”, frisou.

Ajudar a desenvolver alguns dos melhores pass rusher da NFL foi um dos itens básicos de Teerlinck durante seus 23 anos de carreira como treinador, que incluiu fazer parte de seis equipes e ajudar três dessas equipes a vencer um Super Bowl. 31 dos jogadores treinados por Teerlinck foram selecionados para o Pro Bowl.

Teerlinck treinou sete jogadores que somaram pelo menos 100 sacks em suas carreiras: Robert Mathis, Dwight Freeney, Chris Doleman, John Randle, Kevin Greene, Bubba Baker e Neil Smith. Randle, Doleman e Greene são membros do Hall da Fama do Futebol Americano Profissional (PFHOF).

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