NFL

No Huddle – NFL vai doar US$ 250 milhões em 10 anos para programas de justiça social

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– A National Football League, que fundou um programa de justiça social depois que os jogadores protestaram contra a brutalidade policial e a injustiça racial há vários anos, anunciou nesta quinta (11) que vai destinar US$ 250 milhões em um período de 10 anos para um fundo que visa combater o racismo sistêmico e apoiar a batalha contra as injustiças enfrentadas pelos afro-americanos.

A mesma liga, que não sabia como lidar com os protestos iniciados por Colin Kaepernick, há quase quatro anos, agora dá um passo essencial para apoiar seus jogadores na luta pelo combate às desigualdades raciais e sociais nos Estados Unidos.

Uma pessoa familiarizada com o programa da liga disse até que a liga estaria disposta a trabalhar com Kaepernick em iniciativas de justiça social.

– O trabalho remoto na NFL vai continuar durante a maior parte do mês de junho. A liga notificou os times de que o período virtual de treinos de offseason será estendido até o dia 26 de junho. Assim, não haverá minicamps presenciais neste mês.

A informação foi apurada por Tom Pelissero, da ‘NFL Network’.

Os clubes terão a opção de estender seu programa virtual de offseason por mais duas semanas ou descontinuar após esta semana, como está fazendo um grande grupo de equipes, acrescentou Pelissero. A NFL e a NFLPA continuam trabalhando juntas nos protocolos restantes para criar uma reabertura segura para o training camp, que deve ser realizado no final de julho.

– Derrick Henry teve uma temporada 2019 muito produtiva, a melhor de seus quatro anos de carreira. E isto um ano antes de ele entrar no último do seu contrato.

O Tennessee Titans aplicou a franchise tag em Henry, em março, e o running back assinou o contrato de um ano de duração em abril, garantindo que vestirá a camisa da franquia de Nashville em 2020. Mas as duas partes ainda estão interessadas em acertar um contrato de longa duração.

O general manager Jon Robinson disse nesta quinta que ele manteve contato com os representantes de Henry nas últimas duas semanas e classificou as conversas como positivas, segundo o jornalista Erik Bacharach, do jornal ‘Tennessean’.

Não há nenhuma atualização sobre se eles estão mais próximos de um acordo de longo prazo. O prazo para as duas partes chegarem a um acordo de longa duração é daqui a pouco mais de um mês, no dia 15 de julho.

Henry correu para 1.540 jardas e 16 touchdowns em 2019, maiores marcas da NFL nestes quesitos.

– O Baltimore Ravens dispensou o linebacker Jake Ryan, menos de dois meses depois de contratar o jogador na free agency. Isto mostra que a franquia de Maryland está satisfeita com os calouros Patrick Queen e Malik Harrison.

Segundo o boletim oficial de transações da NFL, a decisão foi tomada com uma designação de lesão não-relacionada ao futebol americano.

Atualmente com 28 anos de idade, Ryan chegou a um acordo de contrato de um ano com os Ravens no dia 18 de abril. Contudo, a organização selecionou Queen e Harrison nas primeiras três rodadas do Draft NFL 2020, algumas semanas depois. Não havia dinheiro garantido no contrato de Ryan.

– O quarterback Josh Allen, do Buffalo Bills, não pretende se livrar do seu estilo de jogo agressivo na posição, como ele deixou bem claro.

“Eu não vou ser o Captain Checkdown”, disse Allen nesta quinta, segundo Marcel Louis-Jacques, da ‘ESPN’, utilizando uma expressão usada para se referir a QBs que lançam a maior parte de seus passes abaixo de 10 jardas de distância. “Vou continuar a jogar do jeito que eu amo”, frisou.

Um passe ‘checkdown’ é quando o QB geralmente aciona alvos mais próximos, em última opção, em vez de lançar bolas longas para seus wide receivers. Segundo um estudo feito pelo site especializado Pro Football Focus, Allen lançou apenas 20 checkdowns em 880 lançamentos feitos no total ao longo dos últimos dois anos. Seus 2,3% foram a menor marca entre quarterbacks qualificados.

– Contratado pelo Indianapolis Colts nesta offseason, depois de sair do Los Angeles Chargers, o quarterback Philip Rivers ouviu muitos falarem que ele era um QB ‘acabado’ na National Football League.

Atualmente com 38 anos de idade, Rivers conhece todas as conversas sobre ter sofrido 23 turnovers em L.A. na temporada passada, incluindo 20 interceptações.

E todas essas críticas o deixaram incomodado.

“Às vezes, o que pode ter me agravado um pouco no ano passado foi (críticos dizendo) que eu não podia mais jogar. Quando você ouviu isso, isso me incomodou porque eu queria: ‘Olha, vamos ligar a fita e assistir todas as coisas boas’. Houve jogadas ruins. Certamente alguns lances que eu queria poder voltar no tempo e certamente alguns erros muito caros. Eu reconheço tudo isso. Havia tanta coisa boa e eu tive alguns arremessos no ano passado que provavelmente foram tão bons quanto eu tive toda a minha carreira. Eu sabia. Então, eu não senti que tinha que vender isso para ninguém. Mas, ao mesmo tempo, isso agravou um pouco. Eu acho que é bom estar ciente. Eu sou um daqueles caras que gosta de estar ciente”, afirmou Rivers à ‘ESPN’, na última quarta.

– O wide receiver calouro Henry Ruggs, selecionado pelo Las Vegas Raiders na primeira rodada do Draft NFL 2020, não sofreu danos musculares depois de lesionar sua coxa no mês passado. Ele se machucou enquanto ajudava um amigo em uma mudança, e deve estar pronto para o training camp, no final de julho. A informação é de Adam Schefter, da ‘ESPN’.

Ruggs precisou de pontos para reparar o corte na coxa, que ele sofreu ao mover as coisas em um trailer para um amigo.

– O running back Darrell Henderson, do Los Angeles Rams, disse que está saudável depois de uma lesão no tornozelo encerrar precocemente sua temporada 2019.

“Sim, estou pronto para ir agora. Se eles (Rams) pudessem treinar (agora), eu estaria lá fora, sem limites”, afirmou Henderson, segundo o ‘Rams Wire’.

Comments
To Top