NFL

No Huddle – Mundo da NFL reage à morte de George Floyd

NFL logo

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Como todo o mundo esportivo e a comunidade dos Estados Unidos em geral, a National Football League está chocada com a morte do jovem George Floyd, um homem negro que estava algemado e implorava para conseguir respirar enquanto um policial de Minneapolis se ajoelhou em seu pescoço nesta semana.

O promotor Mike Freeman, do Condado de Hennepin (Minnesota) afirmou nesta sexta-feira (29) que Derek Chauvin, o oficial, foi acusado por assassinato em terceiro grau e homicídio culposo, depois que o gabinete reuniu evidências suficientes para provar o caso sem uma dúvida razoável.

A morte de Floyd gerou uma grande indignação nos Estados Unidos, depois que um vídeo capturado por um cidadão registrou os eventos e viralizou na internet.

Então, a comunidade da NFL reagiu. Eis algumas das mensagens:

“Quem nos protege da polícia? Acusem e condenem os assassinos de George Floyd!”, disse Malcolm Jenkins, safety do New Orleans Saints.

“Quando a civilidade leva à morte, revoltar-se é a única reação lógica. Os gritos de paz choverão e, quando o fizerem, cairão em ouvidos surdos, porque sua violência trouxe essa resistência. Temos o direito de revidar! Descanse em poder George Floyd”, escreveu Colin Kaepernick, ex-quarterback do San Francisco 49ers e atualmente um free agent.

“A comunidade negra precisa da nossa ajuda. Eles não são ouvidos há muito tempo. Abram seus ouvidos, ouçam e falem. Isso não é política. Isso é direitos humanos.”, escreveu Joe Burrow, quarterback calouro do Cincinnati Bengals.

Para conferir mais reações ao redor da liga, confira o tweet abaixo:

– O defensive end Dee Ford, do San Francisco 49ers, acabou passando por uma cirurgia no joelho. O jogador conversou com os repórteres nesta sexta (29) e revelou que passou por uma “limpeza bastante extensa” em seu joelho algumas semanas depois do Super Bowl LIV. Apesar disso, o pass rusher está se sentindo bem agora.

A informação veio em primeira mão através do jornalista Mike Maiocco, da ‘NBC Sports Bay Area’.

Após a temporada, o general manager John Lynch disse que não achava que a Ford precisaria de cirurgia. Acontece o pass rusher acabou passando pela mesa de cirurgia pouco depois.

Ford treinou de forma limitada a temporada toda com tendinite no joelho e perdeu cinco jogos devido a uma lesão no músculo posterior da coxa.

Atualmente com 29 anos de idade, ele participou de apenas 22% dos snaps defensivos dos Niners na temporada regular, segundo o Next Gen Stats, mas viu sua participação aumentar para 53,2% nos playoffs. Mas, mesmo com as lesões, ele somou 6,5 sacks e 14 tackles na temporada regular.

– O defensive tackle Chris Jones, do Kansas City Chiefs, lutou com as lesões na temporada passada, mas mesmo assim se esforçou para ter um papel decisivo na campanha do time que culminou no título do Super Bowl LIV.

Contudo, agora querendo um novo contrato de longa duração, o defensive lineman segue vendo as negociações congeladas.

Jones e os Chiefs ainda estão longe de fechar um acordo de longo prazo, com pouco progresso feito recentemente porque negociações ou discussões não ocorreram desde que os Chiefs aplicaram a franchise tag em Jones. A informação é de Ian Rapoport, da ‘NFL Network’.

Jones não participou e continuará a não participar de nenhumas das organized team activities (OTAs), virtuais ou não, acrescentou Rapoport.

– Aldon Smith foi recentemente reintegrado pela National Football League e, atualmente com 30 anos de idade, vai jogar com a camisa do Dallas Cowboys. E, após perder mais de quatro anos de futebol americano, o pass rusher quer provar que mudou como pessoa e que também melhorou em relação ao jogador que teve bom desempenho no San Francisco 49ers no início da carreira.

“Eu ainda me sinto ótimo. Eu ainda me sinto jovem. Ainda posso me mover bem. Sei como ser um líder. Eu sei ganhar. E também, com tudo o que passei na vida, as pessoas podem conversar comigo sobre o que precisam”, falou Smith aos setoristas dos Cowboys, segundo o jornalista Michael Gehlken, do ‘Dallas Morning News’. “Não estou tentando me tornar uma pessoa melhor. Estou me tornando uma pessoa melhor. (…) Cheguei a um ponto em que estava farto de como estava vivendo minha vida e sabia que precisava mudar”, frisou.

– O Minnesota Vikings trocou Stefon Diggs com o Buffalo Bills nesta offseason. E o técnico Mike Zimmer falou sobre a negociação do wide receiver em participação no The Rich Eisen Show.

Segundo o head coach dos Vikings, a troca não era o caso de um time que queria se livrar de um membro descontente de seu elenco.

“Realmente, se você dissesse que alguém era um pé no saco, provavelmente não o diria. Já convivi com caras piores do que ele. Espero que ele tenha uma ótima carreira e termine bem”, afirmou Zimmer. “Honestamente, Diggs não precisou sair. Realmente não tínhamos intenção de negociá-lo. Honestamente, ele publicou alguns tweets, e havia algumas coisas acontecendo lá. Mas Stefon trabalhou muito duro. Ele treina como um louco. Ele quer a bola – como todos os receivers. Realmente, o que aconteceu foi que Buffalo entrou e nos deu todas essas escolhas. E nós estávamos com problemas em relação ao teto salarial. Então nós sentimos que poderíamos economizar algum dinheiro, ter várias escolhas, talvez conseguir um jovem recebedor como (Justin Jefferson) que pegamos. Então, desejo tudo de bom para ele. Ele é um bom garoto. Ele trabalhou duro para mim”, completou.

– Vários jogadores do Buffalo Bills se reuniram na Flórida nesta semana para um treino conjunto, entre eles o quarterback Josh Allen e o wide receiver Stefon Diggs, adquirido pela equipe em troca com o Minnesota Vikings nesta offseason.

É o exemplo mais recente de treinamento de Allen com seus companheiros de equipe nesta offseason. Ele e o quarterback Matt Barkley jogaram para os calouros dos Bills Isaiah Hodgins, Gabriel Davis e Zack Moss na Califórnia no início deste mês.

Os treinos na Flórida marcaram não apenas a primeira vez que Allen e Diggs treinaram juntos desde que este último foi comercializado para Buffalo em março, mas também a primeira vez que os novos companheiros de equipe se conheceram.

– O Cleveland Browns se tornou o mais recente time da NFL a anuncia seu retorno às suas instalações.

Um número limitado de funcionários dos Browns retornará às instalações da equipe em 1º de junho, de acordo com um comunicado de Dave Jenkins, vice-presidente executivo/chefe de operações dos Browns.

– Melvin Gordon, novo running back do Denver Broncos, disse que não está preocupado com a possível ausência de torcedores nos estádios ao redor da NFL quando a temporada começar, em meio à atual pandemia de COVID-19.

Durante uma entrevista a Marcus Cromartie, ex-cornerback da NFL, Gordon aproveitou para dar uma alfinetada em seu ex-time e disse que os três últimos anos jogando com a camisa dos Chargers, em Los Angeles, o deixaram preparado para jogar sem torcida nos estádios.

“Cara, nós não tínhamos torcedores de qualquer maneira”, disse Gordon, dando risada. “Não tínhamos muitos torcedores dos Chargers no jogo. Eu só vou ser honesto. Não tínhamos muitos fãs dos Chargers no jogo. Muita lealdade, amor, mas não tínhamos muitos. Então não vou sentir falta de nada”, completou.

– Roosevelt ‘Rosey’ Taylor, ex-safety astro do Chicago Bears, morreu aos 82 anos de idade. O anúncio oficial foi feito pela franquia de Illinois nesta sexta-feira.

Taylor, natural de Nova Orleans e ex-aluno da Grambling State University, chegou aos Bears em 1961 e se tornou um exemplo de consistência para a franquia, nunca tendo ficado fora de um jogo – 112 jogos disputados, sendo 102 como titular – em suas primeiras oito temporadas.

Conhecido por suas habilidades de buscar a bola, o defensive back de 1,80m registrou 23 interceptações e marcou quatro touchdowns defensivos jogando sob o comando do técnico George Halas, um Hall of Famer, de 1961 a 1967, e o treinador Jim Dooley em 1968.

Comments
To Top