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No Huddle – NFL finaliza regra de replay em pass interference para temporada 2019

Nickell Robey-Coleman, cornerback do Los Angeles Rams, e o wide receiver Tommylee Lewis, do New Orleans Saints

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O Comitê de Competição da NFL finalizou sua nova regra nesta quinta-feira (20) para revisão de interferência no passe (pass interference), optando por vários ajustes sugeridos e mantendo as diretrizes que os proprietários de franquias aprovaram em março.

Como resultado, os técnicos serão capazes de desafiar as chamadas ou não-chamadas de PI até o two-minute warning do segundo e quarto quartos. Nos dois minutos finais de cada tempo de jogo e também na prorrogação, oficiais de replay serão os responsáveis por parar o jogo para revisão de interferência, assim como funciona com outras jogadas passíveis de revisão.

A regra será utilizada na temporada 2019. Depois disso, os proprietários vão voltar para estender, ajustar ou eliminar a regra para 2020.

Para resolver as preocupações referentes às paralisações de jogo, o comitê instruiu os oficiais de replay a usarem um “critério mais rigoroso” para parar o jogo e revisar chamadas de pass interference. Em um vídeo publicado no Twitter, a NFL disse que deve haver “evidência clara e óbvia” de que uma falta de interferência no passe pode ou não ter ocorrido para que o jogo seja interrompido para a realização de uma revisão.

– Robert Kraft, proprietário do New England Patriots, recebeu o prestigiado Prêmio Gênesis de Israel em uma cerimônia realizada nesta quinta, onde ele prometeu US$ 20 milhões para estabelecer uma fundação dedicada ao combate ao anti-semitismo e ao movimento de boicote liderado por palestinos contra Israel.

Em seu discurso, Kraft disse à plateia de dignitários israelenses e internacionais que ele estava “lisonjeado e abençoado” por aceitar o prêmio, prometendo que sua nova fundação procuraria enfrentar a crescente onda de ódio anti-semita online.

“Acredito que podemos usar essa plataforma de mídias sociais para causar um impacto genuíno e duradouro na crescente onda de ódio, especialmente contra o nosso povo”, falou o dono dos Pats.

– Tarik Cohen, running back do Chicago Bears, não espera que seu papel mude muito em sua segunda temporada sob o comando do head coach Matt Nagy.

“Eu sinto que eu vou fazer as mesmas coisas que estava fazendo no ano passado. Minha função não vai mudar. Sinto que ainda tenho que ser o back recebedor, entrar, ser o running back de mudança de ritmo, correndo com a bola, ser aquele cara rápido. Então, estou preparado para qualquer coisa, desde que eu receba a bola”, falou Cohen, em entrevista
à ‘SiriusXM NFL Radio’.

Cohen também revelou que Nagy costuma passar o replay da eliminação para o Philadelphia Eagles, nos playoffs passados, para lembrar o time da dor da derrota.

“Ele mostra durante as reuniões de equipe que temos no período da manhã, para que todo o time possa ver”, falou Cohen. “Ele apenas mostra os instantes finais do jogo. Nos mostra a reação da torcida, nossas reações na lateral, e ele apenas diz ‘nunca esqueçam dessa dor’, sabe, e que queremos voltar àquele jogo e ter um resultado diferente. Isso nos motiva a ir treinar todos os dias”, completou.

– Mitch Wishnowsky, punter selecionado pelo San Francisco 49ers na quarta rodada do draft de 2019, impressionou seus companheiros de equipe durante a offseason com uma série de variações de chutes.

Wishnowsky era um jogador de futebol australiano (modalidade semelhante ao futebol americano, mas com variações) antes de se mudar para a Califórnia para chutar punts com a camisa do time de Santa Barbara City College em 2014. Posteriormente, ele se transferiu para Utah e lá ele ganhou o Ray Guy Award.

E o atleta de 27 anos de idade utiliza sua experiência no futebol australiano para variar os tipos de chutes.

“Muitos dos punts você meio que aprende ao crescer jogando futebol australiano. Há vantagens e desvantagens com cada punt”, falou Wishnowsky, ao 49ers Insider Podcast, da ‘NBC Sports’.

“O punt padrão end-over-end é muito mais preciso, mas você não consegue tanta altura ou distância com ele”, explicou. “A espiral, obviamente, é a melhor bola. Vai mais alta e mais longe. O punt helicóptero é ótimo, muito difícil de agarrar. Você não pode chutar tão longe quanto a espiral. Mas, se você errar, ele vai na direção oposta à que você quer”, frisou.

– O defensive end Robert Nkemdiche, do Arizona Cardinals, foi preso no dia 6 de junho, em Scottsdale, em um mandado pendente depois de ter sido parado por dirigir em alta velocidade enquanto estava a caminho de um treinamento.

Os oficiais de polícia de Scottsdale descobriram o mandado, que derivava de uma violação ocorrida em março, para a prisão de Nkemdiche depois que ele foi pego andando a 120 km/h em uma via de 72 km/h em North Scottsdale. Ao checar a placa de Nkemdiche, a polícia também descobriu que sua licença estava suspensa.

– Greedy Williams, cornerback calouro do Cleveland Browns, tem uma meta ambiciosa para um futuro um pouco distante: ter uma jaqueta dourada. Em outras palavras, ele quer entrar para o Hall da Fama do Futebol Americano Profissional (PFHOF).

“Foi ótimo”, disse Williams sobre seus treinos de offseason, segundo o ‘Cleveland.com’. “Estou apenas pronto para começar esta temporada e tentar trabalhar para ser um Hall of Famer, porque um dos meus objetivos de longo prazo é ser um membro do Hall da Fama”, observou.

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