NFL

No Huddle – Agora nos Broncos, Melvin Gordon quer provar seu valor

Melvin Gordon, running back do Los Angeles Chargers

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Melvin Gordon é o novo running back do Denver Broncos, mas ele ainda é lembrado por muitos devido ao boicote que fez em 2019.

No ano passado, o jogador ficou fora dos primeiros três jogos da temporada do Los Angeles Chargers na esperança de forçar o time a fechar um novo contrato. Não rolou.

Agora, de chegada a um novo time da divisão AFC West, ele demonstrou arrependimento por suas atitudes no passado e admitiu que faria diferente se fosse hoje.

“”Eu provavelmente voltaria”, disse Gordon, em uma teleconferência nesta sexta (27). “Apenas por causa do meu legado, do que estou tentando fazer como jogador e a marca que estou tentando deixar. Obviamente, esses são jogos que não posso voltar. Comecei devagar e consegui recuperar meu ritmo na reta final da temporada, mas então era tarde demais. Eu diria mais pelo meu legado e pelo que posso fazer por uma carreira como jogador mais do que qualquer outra coisa”, frisou.

Além do começo ruim na temporada, Gordon ressaltou que sentiu uma vibração diferente assim que ele se reapresentou aos Chargers depois do boicote.

“Quero dizer, foi difícil, mas definitivamente senti que arruinei alguns relacionamentos. Tudo faz parte disso. Obviamente, você tenta o seu melhor para colocar isso de lado e sair por aí e ainda dá tudo de si. Foi o que tentei fazer. Às vezes, definitivamente era difícil. Você meio que sentia alguma tensão. Bem, eu meio que senti alguma tensão andando por aí, mas eu tentei o meu melhor para manter um sorriso no rosto e apenas aparecer para o trabalho todos os dias. Como eu disse, foi difícil e desafiador, mas consegui. Obviamente, não posso retomar o que fiz. O que eu fiz foi feito. E agora estou aqui”, prosseguiu.

Gordon não assinou o contrato que os Chargers ofereceram no ano passado, que Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, apurou que girava em torno de US$ 10 milhões por temporada. E, na free agency deste ano, ele não encontrou o mercado quente que gostaria e teve que se contentar com o contrato dos Broncos. Foi um acordo de apenas dois anos, com valor de US$ 16 milhões, sendo US$ 13,5 milhões garantidos.

Agora, a missão dele é demonstrar que ele pode fazer a diferença em um ataque.

“Oh, é enorme. Eu sinto que muitas pessoas duvidam do meu talento como running back”, falou Gordon, referindo-se à sua vontade de se provar. “Apenas durante o boicote, muitas pessoas estavam dizendo: ‘Oh, ele é um running back mediano, não é isso, não é aquilo’. Só neste ano, as pessoas ficam tipo, ‘Bem, ele não é o running back que ele era’. Ninguém leva em conta que eu não tinha meu center, ou não tinha meu left tackle e que tínhamos caras que estavam machucados e entrando e saindo. E eu realmente não tinha meus offensive linemen titulares. Meus melhores homens de linha, eu não tinha. Ninguém se importa com isso, e nem deveriam”, apontou.

E completou: “para mim, vou pegar isso e vou usá-lo como combustível, porque sei que tipo de jogador sou e quero mostrar isso. Eu quero mostrar isso, e eu vou mostrar isso. Vou mostrar a todos que sou melhor do que a média”.

– Bruce Arians, técnico do Tampa Bay Buccaneers, deixou claro que o time não vai contratar o wide receiver Antonio Brown.

Questionado por Tiki Barber, na ‘CBS Sports Network’, sobre a propensão da franquia da Flórida de trazer AB, o head coach foi enfático.

“Sim, isso não vai acontecer”, disse Arians, segundo a ‘ESPN’. “Não há espaço. E provavelmente não há dinheiro suficiente. Mas isso não vai acontecer – não se encaixa aqui”, ressaltou.

Na semana passada, o jornalista Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, já havia noticiado que os Bucs não iam trazer o wideout. E as declarações de Arians só confirmam isso.

– Josh Allen, quarterback titular do Buffalo Bills, não fez nenhuma questão de esconder que está absolutamente empolgado com a chegada de Stefon Diggs à organização. O wide receiver foi adquirido pelos Bills em uma troca com o Minnesota Vikings.

Em entrevista a Adam Schein, na ‘Mad Dog Sports Radio’, Allen frisou que mal pode esperar para começar a trabalhar com Diggs.

“Ainda estou entusiasmado com isso”, disse. “Ainda estou em êxtase agora. Obviamente, com todas essas coisas circulando, viajando e tentando entrar em contato, começar a lançar com ele, isso vai demorar um pouco. Eu só quero voltar ao trabalho. Estamos mantendo contato e tentando elaborar um plano de como podemos nos reunir. Mas, cara, as coisas que ele pode fazer em um campo de futebol são inacreditáveis. O jeito que ele percorre rotas. A maneira como ele pode fazer recepções difíceis. Eu conversei com ele por telefone algumas vezes e como ele é legal. Ele vai se encaixar muito bem com o nosso amplo grupo de recebedores, dentro do nosso vestiário e com a nossa equipe. Grande craque. Ele vai nos ajudar muito este ano”, afirmou um animado QB.

– Jim Irsay, proprietário do Indianapolis Colts, está seguindo as orientações das autoridades e especialistas em meio à pandemia do novo coronavírus e ficando em casa. Mas isso não impediu que o executivo mandasse uma mensagem positiva a todos.

Em um vídeo especial nesta sexta, ele deu dicas aos fãs de esporte e disse para todos seguirem as recomendações.

Irsay também mencionou os esforços de sua organização para ajudar os necessitados. Houve até tempo para ele cantar um pouco de Bob Seger.

“Estou enviando muito amor e bons desejos”, disse Irsay, antes de pegar o violão e tocar.

– Jimmy Graham chegou ao Chicago Bears nesta free agency de maneira surpreendente, acertando um contrato de dois anos, com valor de US$ 16 milhões, com a franquia de Illinois. E a contratação foi encarada com uma certa dose de críticas.

Em seu primeiro contato com a imprensa, nesta semana, Graham declarou em alto e bom som que ainda pode ser um grande jogador na NFL.

“Eu ainda sou rápido”, disse ele, segundo a ‘ESPN’. “Ainda tenho a capacidade de fazer grandes jogadas”, completou.

– O fullback Derek Watt foi trazido pelo Pittsburgh Steelers nesta free agency e vai se juntar ao pass rusher T.J. Watt, seu irmão mais novo. Derek saiu do Los Angeles Chargers e se juntou à nova equipe neste ano.

E, nesta semana, ele disse como vai ser atuar novamente com o irmão.

“Há uma tremenda oportunidade lá e tivemos o privilégio de jogar juntos no ensino médio, na faculdade e agora na NFL”, disse Derek na quinta-feira, em uma coletiva de imprensa introdutório, de acordo com o ‘TribLive.com’. “Há muito mais que entra nisso. Estamos extremamente empolgados, mas esse não é o principal motivo. Havia tantos aspectos positivos”, completou.

Comments
To Top