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No Huddle – Melvin Gordon chama Los Angeles Chargers de “casa”, mas quer ser pago

Melvin Gordon, running back do Los Angeles Chargers

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Apesar de ter ‘ameaçado’ o Los Angeles Chargers caso não consiga um novo contrato, o running back Melvin Gordon deixou claro neste final de semana que deseja permanecer na franquia californiana.

“Eu quero permanecer nos Chargers. Essa é a minha casa. Eu não vou sentar aqui e ficar tipo: ‘cara, eu não quero voltar para os Chargers, dah, dah, dah’. Tipo, esse é o time que me abençoou como uma oportunidade. Eles começaram minha vida. Mudaram minha vida. De todos os 32 times, esse foi o que me chamou. Eu não posso esquecê-los por isso”, falou Gordon neste último sábado, durante o SportsCon, em Dallas. “Mas agora é uma oportunidade onde eu sei que preciso tirar proveito disso. Sabe, eu quero ser pago. É meio que isso. Espero que continue sendo um Charger. Esse é o objetivo. Quero fechar com os Chargers”, completou.

Atualmente com 26 anos de idade, Gordon está entrando no ano final de seu contrato de calouro, uma opção de quinto ano com valor de US$ 5,6 milhões. Ele foi selecionado com a 15ª escolha geral do draft de 2015 pelos Chargers.

Gordon já foi selecionado para dois Pro Bowls e correu para uma média de 5,1 jardas por carregada, anotando 14 touchdowns totais em 2018. O astro dos Chargers também somou 114,6 jardas por jogo a partir da linha de scrimmage, maior marca de um jogador da franquia desde que LaDainian Tomlinson teve uma média de 121,8 em 2007 (dados do ESPN Stats & Information).

O training camp dos Chargers deve começar no dia 24 de julho, em Costa Mesa, na Califórnia.

– DeMaurice Smith, diretor executivo da NFL Players Association (NFLPA), conversou com a ‘ESPN’ norte-americana recentemente durante uma reunião de ex-jogadores para debater vários tópicos, entre eles a atual negociação do novo acordo coletivo de trabalho (CBA).

Entre os temas estava a possibilidade do aumento de 16 para 18 jogos de temporada regular. Smith confirmou que a NFL levantou essa ideia durante as conversas trabalhistas preliminares, como noticiou o ‘Wall Street Journal’ dias atrás, mas o diretor executivo da NFLPA frisou que não vê isso se concretizando.

“Eu não vejo uma tabela de 18 jogos – sob qualquer circunstância – sendo no melhor interesse dos nossos jogadores. Se alguém quer fazer uma proposta de 18 jogos, vamos olhar para isso. Eu não vi nada que me faz pensar que isso seria bom para os jogadores”, afirmou.

– Jim Caldwell está se afastando do Miami Dolphins. A franquia anunciou neste último sábado que Caldwell, que seria o head coach assistente e treinador de quarterbacks da organização, vai tirar uma licença para resolver problemas de saúde. Assim, ele servirá apenas como consultor do time para a temporada 2019.

“Eu estarei me afastando devido a algumas complicações médicas que exigem minha atenção total”, disse Caldwell, segundo o site oficial dos Dolphins. “Quero agradecer a Stephen Ross, a Chris Grier, ao Coach Flores e ao resto da organização pelo apoio que deram a mim e a minha família”, completou.

Atualmente com 64 anos de idade, Caldwell juntou-se ao staff dos Dolphins em fevereiro e tem 17 anos de experiência como treinador na NFL. Ele somou 62 vitórias e 50 derrotas em sete temporadas como head coach do Indianapolis Colts (2009 a 2011) e do Detroit Lions (2014 a 2017). Suas outras dez temporadas na liga foram como treinador de quarterbacks, incluindo dois anos como coordenador ofensivo.

– Ezekiel Elliott, running back do Dallas Cowboys, está sendo “alvo de extorsão”, segundo advogados do jogador. Eles se referem à queixa de agressão apresentada por um segurança e derivada de uma briga ocorrida em maio, em Las Vegas.

“Ao longo das últimas semanas, o sr. Elliott tem sido alvo de extorsão. A apresentação de Kyle Johnson de uma queixa criminal contra o sr. Elliott em conexão com o incidente de Las Vegas é a mais recente tentativa de fazer isso. O sr. Elliott e seu time estão em contato com todas as autoridades competentes e estão cooperando plenamente nas investigações deles”, disseram os advogados Scott Rosenblum e Jason Lampert, em nota oficial.

Mais cedo neste mês, a NFL disse que Elliott não violou a política de conduta pessoal da liga e não enfrentaria qualquer punição.

– O safety Eric Weddle, agora no Los Angeles Chargers, rasgou elogios à defesa do seu time, sobretudo aos seus companheiros de secundária, como Aqib Talib e Marcus Peters.

“Esses caras são super, super inteligentes. Os instintos são fora de série. Habilidade de fazer jogadas. (…) Esses dois são os melhores com quem já joguei na minha carreira, em termos de caras que jogam com a visão, jogam na bola, entendem rotas, confiam em um safety que vai alertá-los e colocá-los em posição de fazer jogadas, sabendo que eu os apoio. Estou extremamente animado para entrar em campo com eles, para dar a eles repetições ao vivo, atmosfera de jogo ao vivo e levar esta secundária ao próximo nível”, afirmou Weddle, em participação no programa Total Access, da ‘NFL Network’.

– DeMarcus Lawrence, defensive end do Dallas Cowboys, mira voos altos na temporada 2019 e adiante.

“Meu objetivo é ser o melhor que já jogou este esporte. Com certeza, eu quero bater esse recorde de sacks, fazer o meu próprio, para que ele possa falar de quebrar o meu recorde. Eu apenas vou esperar até chegar à temporada e, então, vou me preocupar com sacks”, falou Lawrence neste final de semana, durante a SportsCon 2019, segundo o ‘NBCSports.com’.

O recorde ao qual Lawrence se refere é o de Michael Strahan em 2001, quando ele somou 22,5 sacks. E a pessoa que o pass rusher dos Cowboys mencionou é Von Miller, do Denver Broncos, que falou nesta offseason sobre quebrar o recorde histórico de sacks na NFL, pertencente a Bruce Smith.

– O running back Derrius Guice, do Washington Redskins, lesionou o músculo posterior da coxa há algumas semanas, como noticiou o jornalista Tom Pelissero, da ‘NFL Network’, segundo fontes. Vale lembrar que Guice tem permanecido afastado nesta offseason enquanto se recupera de uma ruptura no ligamento cruzado anterior sofrida na pré-temporada de 2018.

Pelissero acrescentou que Guice não acredita que o problema no músculo posterior da coxa seja algo significativo.

– O Green Bay Packers registrou um lucro de apenas US$ 724 mil durante seu último ano fiscal, que incluiu a segunda temporada consecutiva sem classificação aos playoffs, uma grande extensão de contrato para o quarterback Aaron Rodgers e uma mudança de head coaches (Mike McCarthy para Matt LaFleur).

O lucro dos Packers no ano fiscal que terminou no dia 31 de março caiu 97,9% em relação aos US$ 34,1 milhões no ano que terminou em março de 2018 e caiu mais de 99% em relação ao recorde de US$ 75 milhões no ano fiscal anterior.

“Do ponto de vista financeiro, foi um ano único para os Packers”, disse Mark Murphy, presidente da franquia, na última sexta.

Os gastos cresceram de US$ 420,9 milhões para US$ 477,2 milhões, sobretudo devido ao contrato de quatro anos, com valor de US$ 134 milhões, dado a Rodgers e a contratação de vários free agents: os outside linebackers Za’Darius Smith e Preston Smith, o safety Adrian Amos e o guard Billy Turner.

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