NFL

No Huddle – Baker Mayfield admite que “falou demais” em 2019

Baker Mayfield, quarterback do Cleveland Browns

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Baker Mayfield, quarterback do Cleveland Browns, fez as pazes com Ryan Ryan, ex-técnico da NFL e atual comentarista da ‘ESPN’, durante o programa Get Up desta sexta-feira, e o signal caller admitiu que ele falou demais durante a temporada 2019 da NFL.

“Tudo vem para… fazer o meu trabalho da melhor maneira possível, sem me preocupar com as coisas externas, sem responder a você”, falou Mayfield, de forma bem-humorada, a Ryan. “Apenas fazendo o meu trabalho e fazendo o que realmente importa ao ser um quarterback”, prosseguiu.

Mayfield se referiu a esta temporada como uma “experiência de humildade” para ele. Não apenas pelo fato de os Browns terem terminado com uma campanha pífia de 6-10 e ficado de fora dos playoffs pela 17ª temporada consecutiva, mas por ele ter ficado em último na NFL em taxa de touchdown por interceptação (22 TDs para 21 INTs) e em penúltimo em passer rating (78.8).

Depois de uma derrota dos Browns na semana 3 para o Los Angeles Rams, Ryan chamou Mayfield de “superestimado pra caramba” no Get Up. Dois dias depois, Mayfield rebateu.

“Se você não veste laranja e marrom, você não importa, e Rex Ryan não veste quaisquer cores agora por uma razão”, afirmou Mayfield na época, referindo-se ao fato de Ryan não ser mais um head coach.

E, nesta sexta, ele fez um mea culpa.

“Eu não preciso responder às coisas que não importam. As coisas que não nos ajudam a vencer”, frisou. “Vamos apenas ser honestos, eu falei muito neste último ano. Eu vou internalizar isso”, ressaltou.

– Drew Brees falou nesta sexta-feira sobre seu futuro ainda incerto e explicou os fatores que pesam em sua tomada de decisão de continuar ou não jogando em 2020. E o astro do New Orleans Saints, que acaba de completar sua 19ª temporada na NFL, tem como primeiro fator nesta lista: sua saúde.

“Eu me orgulho de dureza e resistência, e este é um esporte difícil. E algumas lesões estão fora de seu controle. O que quer que esteja sob seu controle, tentarei ser o melhor possível. De uma perspectiva de treinamento, dieta, hábitos de sono, tudo, especialmente nesta fase da minha carreira. Não vou ficar mais jovem. Eu digo a mim mesmo que sou. A idade continua aumentando. Eu digo a mim mesmo que estou ficando mais jovem. Mas a questão central é que você precisa se esforçar mais para manter e continuar cuidando do seu corpo”, disse Brees, em participação no programa Super Bowl Live, da ‘NFL Network’.

Em relação ao seu desejo de continuar jogando ou então de se aposentar em 2020, Brees foi enfático.

“Ouça. Definitivamente, existe um processo que ocorre quando você pensa sobre isso. Não é como se você apenas acordasse um dia e decidisse que quer se aposentar. Antes de tudo, é o momento em que me comprometo a jogar o futebol. Talvez as pessoas não percebam apenas tudo o que é mental, emocional e psicologicamente a maneira como você se prepara para uma temporada, passa por um campo de treinamento e passa a temporada. Tempo longe da minha família, apenas o aspecto mental do estresse que está envolvido lá”, ressaltou. “Quando eu parar , não quero que seja porque não posso mais jogar o jogo, porque há 32 equipes dizendo: ‘Tudo bem, até mais’. Quero que seja nos meus próprios termos, em primeiro lugar. E quero que seja porque só quero passar mais tempo com minha família. Estou pronto para o próximo capítulo. Quando chegar a hora, eu vou saber. Também reconheço que, quando a temporada termina, você leva um tempo e descomprime e meio que passa pelo processo da maneira certa”, finalizou.

– O quarterback Ryan Fitzpatrick confirmou ao jornalista Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, que ele continuará jogando em 2020. E, com o Miami Dolphins bem aberto à ideia de mantê-lo no elenco, é bem provável que ele continue defendendo as cores da franquia da Flórida na próxima temporada da NFL.

Em uma temporada basicamente perdida para os Dolphins, Fitzpatrick conquistou vitórias em cinco de seus 13 jogos como titular e ajudou a equipe a ter uma campanha de 5-11.

O camisa 14 completou 62% de seus lançamentos para 3.529 jardas, 20 touchdowns e 13 interceptações. Além disso, em uma equipe com problemas na posição de running back, ele também liderou o elenco com 243 jardas (4,5 jardas por carregada).

– Tom Brady causou certo furor nas redes sociais na última quinta, quando publicou uma foto dele mesmo, em preto em branco, no qual aparece entrando em um campo de futebol americano vazio. Isso abriu margem para as mais diversas interpretações do público, desde uma saída dos Patriots até uma aposentadoria.

Ao que parece, é apenas uma imagem bonita plasticamente e sem nenhuma relação direta com o futuro do QB no futebol americano profissional.

– Joe Burrow, ex-quarterback de LSU, deve ser escolhido pelo Cincinnati Bengals com a primeira escolha geral do draft de 2020, ao que tudo indica. Mas, segundo o próprio quarterback, ir para uma franquia comprometida com as vitórias e tão ou mais importante do que ser o primeiro escolhido.

“Você quer ser o número 1, mas também quer ir para uma grande organização comprometida em vencer Super Bowls”, disse Burron, em uma entrevista nesta sexta no ‘The Dan Patrick Show’.

– Kyler Murray teve um ano de calouro de altos e baixos. E o jovem quarterback do Arizona Cardinals espera que, em 2020, ele consiga evoluir assim como Patrick Mahomes, do Kansas City Chiefs, e Lamar Jackson, do Baltimore Ravens, evoluíram em seus respectivos segundos anos na liga.

“Acho que os ataques deles são muito favoráveis aos quarterbacks; acho que temos um ataque muito favorável aos quarterbacks. E, no que diz respeito ao status de elite, eu não jogo para ser medíocre. Acho que isso eu posso assegurar. Então, veremos no próximo ano”, falou Murray, segundo Kyle Odegard, repórter dos Cardinals.

– JuJu Smith-Schuster, wide receiver do Pittsburgh Steelers, expressou sua “preocupação” com Antonio Brown, seu ex-companheiro de time e atualmente um free agent, durante uma entrevista com o ‘Pro Football Talk’ diretamente de Miami, sede do Super Bowl.

“É diferente, com certeza. Estou preocupado, como vocês. É uma situação difícil para um cara se você tirar o emprego dele e sua paixão. Se um cara olhando de fora para dentro, ele é definitivamente um cara diferente do que era em campo”, ressaltou Smith-Schuster.

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