NFL

No Huddle – Marshawn Lynch pode voltar ao Seattle Seahawks

Marshawn Lynch, running back da NFL

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Marshawn Lynch retornou ao Seattle Seahawks em 2019 para dar uma ajudinha ao time na reta final do campeonato, após as várias lesões no backfield ofensivo da franquia. E o running back pode ainda não estar acabado na National Football League.

Na última segunda (4), Lynch disse ao jornalista Scott Van Pelt, da ‘ESPN’ norte-americana, que seu agente conversou com os Seahawks sobre um potencial retorno em 2020.

“Bem, é quase isso de esperar o inesperado”, disse Lynch, ao ser questionado sobre Van Pelt sobre o seu futuro. “Mas até agora, o que eu sei é que eu vou mantê-lo sólido. Meu agente [Doug Hendrickson] está conversando com Seattle, então, como eu disse, vamos ver o que acontece. Se der certo e eu voltar lá em cima, é o que é. E se não, po***, estou parecendo bem. Então, realmente não estou viajando muito”, frisou.

– O quarterback Tua Tagovailoa, calouro selecionado pelo Miami Dolphins com a quinta escolha geral do draft de 2020 da National Football League, vai utilizar a camisa número 1 da franquia da Flórida.

Na Universidade de Alabama, Tagovailoa utilizou a camisa número 13. Mas esse número foi aposentado pelos Dolphins em homenagem a Dan Marino, um Hall of Famer.

Agora, Tagovailoa vai utilizar a camisa 1, que nunca foi utilizada por um QB dos Dolphins, segundo o colunista Armando Salguero, do ‘Miami Herald’.

Este é um número incomum em toda a liga. Warren Moon, Cam Newton, Jeff George e Kyler Murray estão entre os notáveis signal callers a usarem o número 1.

– O defensive end J.J. Watt, astro do Houston Texans, não escondeu sua surpresa com o fato de o time ter trocado um wide receiver talentosíssimo como DeAndre Hopkins com o Arizona Cardinals nesta offseason.

“Sempre que você tem um cara como Hop, que na minha opinião, tem as melhores mãos do jogo e é obviamente um dos principais recebedores do jogo, certamente chama sua atenção, com certeza”, falou Watt sobre a troca, segundo o ‘SI.com’. “É sempre difícil perder um cara assim, não importa qual seja a situação. Está além da minha função e é algo que obviamente a equipe e a organização sentem que são do melhor interesse da equipe. Então, como jogador do time, faço o meu trabalho, vou trabalhar e jogo, e o GM e os proprietários fazem o trabalho deles e tentam fazer o que acham melhor para o time. E assim, tudo o que posso fazer é aparecer, trabalhar e torcer para que todos os caras que temos sejam ótimos colaboradores para nosso time”, frisou.

– Um grupo sem fins lucrativos envolvido em um esquema de apropriação indébita no Mississippi usou dinheiro do bem-estar federal para pagar ao ex-quarterback da NFL Brett Favre US$ 1,1 milhão por vários compromissos de palestras, mas Favre não apareceu nos eventos, disse o auditor do Estado na segunda.

Detalhes sobre pagamentos a Favre estão incluídos em uma auditoria do Departamento de Serviços Humanos do Mississippi. Favre, que vive no Mississippi, não enfrenta acusações criminais.

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