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No Huddle – Kyle Shanahan explica decisão dos 49ers de não selecionar Patrick Mahomes

Patrick Mahomes, quarterback do Kansas City Chiefs

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O San Francisco 49ers teve a oportunidade de selecionar Patrick Mahomes no draft da NFL de 2017, mas o técnico Kyle Shanahan e o general manager John Lynch optaram por não escolher o futuro astro do Kansas City Chiefs.

Segundo o head coach, os Niners não estavam totalmente convencidos sobre Mahomes. Shanahan havia interagido com o QB durante o NFL Scouting Combine, mas a franquia californiana não estava totalmente certa de que ele valeria a segunda escolha geral do draft.

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“Eu não olhei para ele, obviamente, tanto quanto deveria. Definitivamente, olhamos para ele, estudamos todas as suas gravações. Era simplesmente uma aberração, podia fazer qualquer lançamento, tinha a capacidade de fazer qualquer coisa. Essa foi uma situação um pouco diferente para nós. Nós tínhamos a segunda escolha geral no draft, não sentimos com todas as informações que você obtém e outras coisas que ele ia chegar a esse patamar tão alto”, frisou Shanahan.

Shanahan ainda foi além na sua análise dos motivos pelos quais os Niners deixaram Mahomes passar.

“Vimos um monte de caras talentosos naquele draft. É muito difícil quando você assiste aos sistemas universitários e outras coisas, você realmente não sabe até ter alguém no prédio. Você pode ver habilidade, pode ver talento, mas como é a mente? Como eles jogam no pocket? Como eles processam? Isso não é apenas um teste de QI. Isso é algo que acho que você não pode testar totalmente. Você tem que passar por isso com eles, então há sempre um risco quando você gasta uma escolha de primeira rodada em um quarterback. Na situação em que estávamos, não queríamos ser tão arriscados, especialmente com a segunda escolha do draft”, afirmou. “Nós não fizemos tão duramente isso. Obviamente, ele acabou sendo um dos melhores jogadores da liga juntamente com alguns outros quarterbacks naquele ano. Mas ele é extremamente talentoso”, finalizou Shanahan.

– E, por falar em Patrick Mahomes, o camisa 15 também foi tema do lado dos Chiefs, como não poderia deixar de ser. Mas pelo fato de que ele pode ter que esperar mais um ano para assinar uma mega extensão de contrato.

Clark Hunt, proprietário do time de Kansas City, disse que a franquia pode esperar até 2021 para fechar um novo acordo multimilionário com Mahomes.

“Haverá um momento certo nos próximos 12 a 15 meses para estender Patrick, e quando eu digo a hora certa, quero dizer o momento certo para o jogador e para o time”, disse Hunt, enquanto seu time se prepara para o Super Bowl LIV contra o San Francisco 49ers, neste domingo (2). “Eu não quero dizer necessariamente que tem que ser nesta offseason, mas direi que é uma propriedade fechar isso. Eu espero que Patrick esteja aqui por toda a sua carreira, e este será nosso objetivo”, completou.

Selecionado na primeira rodada do draft de 2017, Mahomes está elegível para uma extensão de contrato agora, já que ele acaba de finalizar a sua terceira temporada na liga. O contrato que ele assinou como calouro expira após a temporada 2020 e os Chiefs ainda podem estendê-lo por mais um ano utilizando a opção pelo quinto ano.

– Dee Ford foi trocado pelo Kansas City Chiefs com o San Francisco 49ers na offseason do ano passado. E os Chiefs trouxeram Frank Clark, ex-Seattle Seahawks, para substituí-lo.

E Clark, aparentemente, não tem coisas boas a dizer sobre o jogador que ele substituiu.

“Eu realmente não gosto muito de Dee Ford”, afirmou Clark nesta terça ao jornalista James Palmer, da ‘NFL Network’, durante as entrevistas coletivas na semana do Super Bowl LIV.

Um dos motivos pelas palavras duras foram a falta crucial cometida por Ford na final da Conferência Americana (AFC) da temporada 2018 contra o New England Patriots, bobagem que anulou uma interceptação que poderia ter matado o jogo. E Clark criticou Ford pela falta.

“Eu não sei nada sobre ele”, falou Clark aos repórteres, segundo a ‘ESPN’ norte-americana. “Eu não poderia mencionar uma estatística. Eu não sei em qual universidade ele jogou. Só sei que ele cometeu um offside e qualquer um que tivesse se alinhado em offside em um momento como aquele eu sentiria que é uma falta burra no final das contas. Tenho certeza que ele se sente da mesma maneira. Pessoalmente, eu já cometi offside anteriormente, mas não nesse tipo de (situação)… Em qualquer (situação) isso é algo que não deveria acontecer”, completou.

– Um juiz da Flórida liberou o wide receiver Antonio Brown, atualmente sem time na NFL, de uma prisão domiciliar nesta terça, permitindo que ele se desloque livremente enquanto aguarda o julgamento sob a acusação de ter atacado o motorista de um caminhão em movimento.

O juiz do Circuito Michael Usan concordou em deixar Brown andar livremente dentro dos Estados Unidos, para que ele possa cumprir suas obrigações contratuais. E, em vez de usar uma tornozeleira com GPS, o atleta de 31 anos de idade terá que se encontrar com o pessoal da Justiça diariamente.

Em um vídeo postado no Instagram, Brown olhou para o monitor no tornozelo e disse: “estou prestes a tirar isso. Estou livre para andar”.

Sua fiança de US$ 110 mil permanece em vigor e ele ainda precisa entregar seu passaporte, não possuir armas ou munição, e se submeter a uma avaliação de saúde mental e testes de drogas aleatórios.

– A NFL confirmou nesta terça um hack generalizado de contas de redes sociais da liga e de times da liga e afirmou que está cooperando com seus fornecedores de plataforma e autoridades.

“Na segunda-feira, o departamento de segurança cibernética da NFL tomou conhecimento de uma violação de uma conta de rede social relacionada à liga. Violações direcionadas e tentativas fracassadas adicionais foram descobertas nas contas da liga e dos times. A NFL tomou medidas imediatas e instruiu os times a proteger suas contas de redes sociais e impedir mais acessos não autorizados”, disse a NFL, em comunicado oficial. “Simultaneamente, a liga alertou os provedores de plataforma de redes sociais e, com sua assistência, protegeu todas as contas da liga e dos times. Continuamos a trabalhar diligentemente com os times, que retomaram as operações normais”, completou.

– Neste ano, aproximadamente 26 milhões de norte-americanos (mais do que um entre 1 adultos) devem apostar um valor total estimado em US$ 6,8 bilhões no Super Bowl LIV entre Kansas City Chiefs e San Francisco 49ers. Esses são os dados revelados nesta terça pela American Gaming Association (AGA).

A AGA, baseada em Washington D.C., é um grupo que representa a indústria de cassinos e ela estima que 3 milhões a mais de adultos dos Estados Unidos vão ter alguma aposta em aberto durante o Super Bowl LIV em comparação ao Super Bowl LIII. Isso seja nas casas de apostas legais, nas casas de apostas ilegais ou casualmente com amigos e família.

Este será o segundo Super Bowl desde que uma decisão de 2018 da Suprema Corte dos EUA abriu caminho para os estados regulamentarem as apostas esportivas. Quatorze estados agora têm apostas esportivas legais, seis a mais do que no Super Bowl do ano passado. E vários outros estados estão se preparando para abrir casas de apostas em 2020.

– O running back Raheem Mostert, do San Francisco 49ers, é fã de surfe. Ele cresceu surfando em sua cidade natal de New Smyrna Beach, na Flórida. Contudo, ele disse à ‘ESPN’ norte-americana na última segunda-feira que seu novo contrato de três anos, US$ 8,7 milhões, com os Niners proíbe que ele pratique “esportes extraordinários” como surfe.

“Isso foi colocado neste ano. Não estou autorizado. Eu vou ter tempo para fazer isso quando parar de jogar bola. Não estou muito chateado com isso. Eu tenho um objetivo, uma meta, e essa é jogar o esporte que eu amo agora e jogar no Super Bowl”, falou Mostert, que surfou pela última vez em janeiro de 2019 com alguns companheiros de equipe.

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