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No Huddle – Josh Rosen chama incerteza sobre futuro nos Cardinals de “irritante”

Josh Rosen, quarterback do Arizona Cardinals

(Crédito: Twitter/reprodução)

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O quarterback Josh Rosen, do Arizona Cardinals, finalmente quebrou seu silêncio nesta offseason sobre sua situação atual, em meio aos rumores de que ele será trocado e que o time vai adquirir o quarterback Kyler Murray no draft de 2019.

“Eu acho que a temporada provavelmente foi tão ruim quanto possível”, afirmou Rosen, em uma entrevista à ‘SITV’ durante uma viagem ao Grand Canyon. “Mas, dentro disso, eu tive momentos inacreditáveis. Eu acho que, quando as pessoas falam sobre, meio que você não pode ouvir as críticas ou não pode ler artigos, você tem que estar ciente do que está acontecendo até certo ponto. Então, eu definitivamente entendo a situação. É irritante, mas é o que é. O futebol americano é um negócio, e eu definitivamente respeito os superiores e as decisões deles. Ganhamos três jogos, e cada uma dessas vitórias – para mim, parecia que tínhamos ganhado o Super Bowl. E esse sentimento é tão inebriante, e é por isso que eu não quero nada mais do que fazer parte de um time no ano que vem e ter as mesmas oportunidades de sair e competir”, completou.

Rosen estava permanecendo quieto sobre seu futuro com o time até agora nesta offseason.

– O Washington Redskins fechou uma extensão de contrato de três anos de duração com o defensive lineman Matt Ioannidis nesta quinta, assegurando assim que um dos principais nomes de sua defesa permaneça na organização pelos próximos anos. Uma fonte disse à ‘ESPN’ norte-americana que a extensão, que vai impedir que Ioannidis fique disponível no mercado depois da temporada 2019, tem valor de US$ 21,75 milhões.

Selecionado na quinta rodada do draft de 2015, o jogador de linha defensiva foi cortado depois de seu primeiro training camp, mas deu a volta por cima e se tornou um grande titular em Washington, ao lado de Daron Payne e Jonathan Allen. Na temporada passada, ele somou 7,5 sacks, maior marca de sua carreira em um ano, e agora soma 12 em sua trajetória na NFL até agora.

– Tom Coughlin, vice-presidente executivo do Jacksonville Jaguars, expressou seu descontentamento com a ausência de alguns jogadores da Fase 1 de treinamentos de offseason. Vale lembrar que essas atividades são voluntárias.

“Estivemos próximos aos 100% por cento de comparecimento – e, bem francamente, todos os nossos jogadores deveriam estar aqui…”, afirmou Coughlin, segundo o site oficial dos Jags.

Os grandes nomes que permaneceram ausentes nesta semana de condicionamento físico são o cornerback Jalen Ramsey e o linebacker Telvin Smith.

Depois das críticas de Coughlin, a NFL Players Association (NFLPA), sindicato dos jogadores da liga, emitiu uma nota oficial lembrando ao executivo dos Jaguars que o acordo coletivo de trabalho (CBA) estabelece comparecimento voluntário aos primeiros treinos de offseason.

“Nossa definição no CBA de voluntário é o mesmo da verdadeira definição de voluntário e proíbe qualquer um de ameaçar jogadores para participarem de treinos voluntários. Essa é precisamente a razão pela qual os jogadores negociaram regras estritas de trabalho e linhas claras quando se trata de atividades de offseason”, falou a NFLPA, em trecho do comunicado.

– O New York Giants vai selecionar os melhores jogadores disponíveis com as escolhas número 6 e 17 na primeira rodada do draft de 2019, na noite da próxima quinta (25). Isso é o que garantiu o general manager Dave Gettleman.

“Eu só estou dizendo a vocês: não vou forçar uma escolha. Você não pode draftar por necessidade. Você vai se ferrar toda vez. Vai cometer um erro”, frisou o executivo.

Gettleman quis dizer que o ideal não é escolher por posição de necessidade e, sim, selecionar o melhor jogador à disposição naquele momento. E, para o GM, não há exceções a essa regra, nem para quarterbacks. “Não. Nenhuma categoria especial”, ressaltou.

– Bob Quinn, general manager do Detroit Lions, afirmou que a ausência do quarterback Matthew Stafford do time neste momento não vai afetar os planos da organização para o draft de 2019. “Eu conversei muito com Matt ao longo das últimas semanas. Eu diria que as minhas orações, e as orações da organização vão para ele e sua família com a situação de Kelly. Por respeito a ele – ele meio que deseja manter tudo em particular, então vou deixar assim”, falou o executivo, na coletiva de imprensa pré-draft.

A esposa de Stafford, Kelly, está lidando com um tumor no cérebro e vai encarar um longo tratamento agora, inclusive com um procedimento cirúrgico marcado para este mês.

– Segundo o linebacker C.J. Mosley, do New York Jets, o técnico Adam Gase tem um objetivo claro desde que fechou com a franquia nova-iorquina: destronar o New England Patriots na divisão AFC East.

“Ele vai atrás daquele time que vem vencendo a divisão ano após ano. Ele disse que essa foi uma das principais razões para ele ter vindo para cá. Todos nós acreditamos nisso. E os caras que são as novas contratações do time… estamos basicamente todos aqui pela mesma razão. Sabemos qual time tem estado no topo há um bom tempo. Sentimos que temos as ferramentas, os jogadores e o plano de jogo para cumprir isso”, frisou o defensor.

– O wide receiver Will Fuller, do Houston Texans, deve estar em campo na estreia do time na temporada 2019 contra o New Orleans Saints, no Monday Night Football do dia 9 de setembro contra o New Orleans Saints. O wideout sofreu uma ruptura no ligamento cruzado anterior no final de outubro, mas o general manager Brian Gaine afirmou nesta quinta que o veloz recebedor está no ritmo de recuperação para retornar na semana 1 do próximo campeonato.

“Tudo está indo bem com Will. Eu não falarei em termos específicos, mas prevejo que, quando estrearmos contra New Orleans, ele estará pronto para jogar e estará a toda velocidade. Tenho certeza que, ao longo da pré-temporada, seremos inteligentes e eficientes quando se trata de deixá-lo pronto, mas tudo tem ido bem, sem contratempos, tudo muito positivo”, ressaltou.

– Apesar do desejo de Duke Johnson de ser trocado, o general manager John Dorsey, do Cleveland Browns, disse durante sua coletiva pré-draft que o running back é um “membro da organização enquanto seguimos”. Johnson pediu para ter trocado depois que os Browns trouxeram Kareem Hunt (suspenso por oito jogos) nesta offseason. E, com Nick Chubb projetado como titular do backfield, Johnson deve ter menos oportunidades.

Contudo, segundo Dorsey, Johnson tem espaço no ataque comandado pelo head coach Freddie Kitchens.

“Quando você se senta com Freddie e a comissão técnica, eles o veem como uma parte vital deste ataque daqui para a frente. Ele é um grande jogador”, falou Dorsey, segundo o ‘Akron Beacon Journal’.

– O quarterback Jimmy Garoppolo, astro do San Francisco 49ers, falou sobre sua reabilitação de ruptura no ligamento cruzado anterior e o signal caller disse que está lançando bolas novamente e que pretende ser liberado bem antes da estreia na temporada regular, em setembro. Garoppolo pretende estar totalmente recuperado para participar do training camp, no final de julho.

“É encorajador. Todo dia fica mais fácil e mais fácil. Ser capaz de fazer esse lançamento melhor do que consegui na semana passada. São pequenas vitórias como essas. Ao longo de todo o processo, tudo se trata de pequenas vitórias, porque você não vai chegar do nada e ser capaz de lançar a 60, 70 jardas novamente. Pequenas vitórias”, observou o camisa 10.

– O quarterback Philip Rivers, do Los Angeles Chargers, não se mostrou preocupado com o longo intervalo entre jogos em casa que a equipe vai enfrentar na temporada 2019. Depois de uma partida em casa contra o Green Bay Packers, na semana 9, os Chargers só voltam a jogar diante de sua torcida na semana 15. E um dos filhos do signal caller notou isso.

“É uma coisa divertida que Gunner tenha observado que é similar ao ano passado, nós não jogamos em casa por mais de um mês novamente. Jogamos em casa contra Green Bay e não estaremos em casa novamente até o final de dezembro. Caramba, é igual ao ano passado! Agora, fica meio que diferente porque tem uma folga e um jogo em ‘casa’ na Cidade do México. Nós lidamos bem com isso no ano passado, e acho que novamente faremos isso”, afirmou o signal caller.

– O quarterback Dwayne Haskins, um dos principais prospectos do draft de 2019, vem sendo apontado como possível futuro sucessor de Eli Manning no New York Giants, time que pode ter a chance de selecioná-lo com a sexta escolha geral neste ano. E o jovem está tranquilo em relação a essa possibilidade, não expressando nenhuma preferência em relação ao time que vai draftá-lo.

“Eli Manning é uma lenda. Eu cresci assistindo Eli e eu não teria nenhum problema de ser reserva dele e aprender com ele, assim como fiz com J.T. (Barrett) em Ohio State”, disse Haskins ao jornalista Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, no podcast RapSheet and Friends. “Qualquer que seja o time que me selecionar, eu poderia me sentar e aprender com o cara que está lá e ser capaz de competir com ele e motivá-lo, mas sabendo que um cara está lá porque ele é um veterano, fez isso antes, é profissional. E eu quero estar no lugar daquele cara um dia, então estou mais do que disposto a aprender com os grandes”, completou.

– O wide receiver DeVante Parker se viu próximo do fim de sua passagem pelo Miami Dolphins, após quatro temporadas decepcionantes desde que ele foi selecionado na primeira rodada do draft. Mas, depois de acertar um novo contrato de dois anos e aceitar um corte salarial considerável, o wideout espera renascer na franquia da Flórida.

Parker, que lidou com várias lesões até agora em sua carreira, disse ao jornalista Barry Jackson, do jornal ‘Miami Herald’, que ele está totalmente saudável e pronto para um “novo começo” com a nova comissão técnica dos Dolphins.

“Eles confiam em mim novamente, têm confiança em mim, têm fé em mim para acertar um novo contrato. Eu simplesmente amo a atmosfera, os torcedores, e todo mundo aqui. Estou feliz por ser capaz de estar aqui novamente”, falou.

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