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No Huddle – Jamal Adams não deve ter contrato renovado ou ser trocado pelos Jets neste momento

Jamal Adams, safety do New York Jets

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O safety Jamal Adams tem um desejo evidente por um contrato de longo prazo com o New York Jets. Mas, ao que parece, o time de Nova York ainda não pretende estender o acordo tão cedo e o defensive back também não está na iminência de ser trocado.

O jornalista Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, apurou nesta segunda-feira (25) que Adams não deve nem ter seu contrato estendido pelos Jets e nem ser trocado (com o Dallas Cowboys, por exemplo) em um futuro próximo.

“Os Jets gostariam de fazer um acordo de longo prazo, eles estão na situação de basicamente todos os outros times da NFL neste momento, de garantir que tudo corra conforme o planejado, de que a temporada realmente comece na hora certa antes que eles entrem de cabeça em algumas extensões de longo prazo”, falou Rapoport, no programa NFL NOW. “Claro, Jamal Adams quer um (novo contato) agora, quem não? Não parece que isso vai acontecer”, frisou.

E, em meio aos rumores de que o jogador, duas vezes selecionado ao Pro Bowl, poderia ser trocado com os Cowboys, Rapoport mais uma vez ressaltou que o time texano tem uma coisa mais importante para resolver antes disso.

“Do meu entendimento, não há realmente nada lá da perspectiva dos Cowboys. Antes de tudo, eles precisariam cuidar de Dak Prescott primeiro. Eles não vão … fechar um grande contrato com outro jogador antes de Dak, isso não vai acontecer”, observou.

Rapoport não descartou a possibilidade de os Cowboys irem atrás de uma troca envolvendo Adams depois do prazo do dia 15 de julho para que Dallas feche um novo contrato com Prescott. E os Jets também podem renovar com o defensive back até lá.

O insider da ‘NFL Network’ também ressaltou que as notícias de um impasse entre Adams e os Jets não são precisas, já que as duas partes estão abertas a renegociar no futuro.

– Troy Aikman, ex-quarterback do Dallas Cowboys, não está preocupado com as negociações entre o time no qual fez história na National Football League e Dak Prescott.

“Fiquei surpreso que tenha havido tanta discussão sobre o contrato dele. Não como se ele não fosse jogar pelos Cowboys em 2020. Seja sob a franchise (tag) ou se tiver um acordo, ele estará aqui jogando e, eventualmente, um acordo será fechado. Portanto, não está no topo da minha lista de coisas que estou de olho na liga e o que está acontecendo com os outros 31 times”, falou Aikman nesta segunda, na rádio ‘105.3 The Fan’.

Os Cowboys utilizaram a franchise tag exclusiva em Prescott em março, algo que o QB ainda não assinou. E o prazo do dia 15 de julho para que um contrato de longa duração seja assinado está se aproximando.

“Eu amo Dak Prescott, eu amo tudo nele. Dak realmente não se importa com suas estatísticas. Ele só quer vencer, ele é um líder, seus companheiros de equipe o amam. (…) Então, eu pagaria a ele. Ele vai ser pago”, frisou Aikman. “Não estou dizendo nada que os Cowboys ainda não saibam. Eles vão pagar, ele vai ganhar muito dinheiro, e acho que ele será o quarterback do Cowboys por um longo tempo e continuará tendo uma ótima carreira. Eu mantive que acredito firmemente que eles chegarão a um acordo, e ele terá um contrato de longo prazo, em vez de jogar sob a franchise tag neste ano”, completou.

– Mike Tomlin, head coach do Pittsburgh Steelers, gosta do debate sobre o processo de incentivo às contratações de profissionais de grupos étnicos minoritários na National Football League.

No Coffee with Cal, apresentado por John Calipari, treinador do basquete masculino da Universidade de Kentucky, o treinador dos Steelers deixou claro que curte a ideia da mudança na Rooney Rule para recompensar equipes que contratem candidatos minoritários como afro-americanos e latinos, por exemplo.

“Nós sempre adotamos isso como punitivo, se você não entrevistar candidatos minoritários ou coisas dessa natureza. Eu apenas gosto da abordagem diferente em termos de girar 180 e falar sobre talvez incentivar aqueles que desenvolvem o talento e aqueles que o contratam”, falou Tomlin, que é um de apenas quatro head coaches de grupos minoritários na NFL atualmente.

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