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No Huddle – Gregg Popovich detona Roger Goodell por apoio a Trump

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O técnico Gregg Popovich, do San Antonio Spurs, não desperdiçou a chance de criticar duramente um mandatário de outra liga: mais especificamente o comissário Roger Goodell, da National Football League.

O coach, que é um dos mais importantes da NBA, observou que Goodell cedeu às investidas do presidente Donald Trump no passado em relação à questão dos protestos dos jogadores da NFL durante o hino dos Estados Unidos.

“Um homem esperto está dirigindo a NFL e ele não entendeu a diferença entre a bandeira e o que torna o país excelente – todas as pessoas que lutaram para permitir que (Colin) Kaepernick tivesse o direito de se ajoelhar por justiça”, disse Popovich ao ‘The New York Times’, em uma coluna de Maureen Dowd publicada neste último sábado (13). “A bandeira é irrelevante. É apenas um símbolo para o qual pessoas olham por razões políticas…”, prosseguiu.

O comandante dos Spurs ainda acrescentou que Goodell “ficou intimidado quando Trump criticou o ato de se ajoelhar (e) ele cedeu”.

Popovich tem sido um crítico franco do presidente e tem sido uma voz ativa em meio aos problemas de injustiça racial nos Estados Unidos após a morte de George Floyd sob custódia policial no mês passado. No início deste mês, Popovich disse que o “país está com problemas” em um vídeo divulgado pelo Spurs.

Ele também mirou os sete proprietários da NFL que doaram US$ 1 milhão cada para a campanha inaugural de Trump em 2016.

“É apenas hipócrita. É incongruente. Não faz sentido. As pessoas não são cegas. Você vai à sua equipe e seus jogadores e fala sobre injustiças e democracia e como protestar? Eu não entendo. Acho que eles se colocam em uma posição que é insustentável”, ressaltou Popovich ao jornal.

– O quarterback Baker Mayfield, do Cleveland Browns, planeja se ajoelhar durante o hino dos Estados Unidos durante a temporada 2020 da National Football League para demonstrar seu apoio aos protestos contra as injustiças raciais e sociais e a brutalidade policial no país.

Ao responder uma postagem de um fã em sua conta no Instagram neste sábado, que pedia que o QB não se ajoelhasse, Mayfield foi enfático: “Pode esquecer isso. Eu absolutamente vou”.

Mayfield foi sincero sobre a necessidade de mais compreensão e justiça no país após o assassinato de George Floyd, um homem negro, enquanto estava sob custódia policial em Minneapolis.

“É um momento crucial para a mudança. O que está sendo abordado agora obviamente está acontecendo há muito tempo. Então, agora todos estão finalmente se reunindo para abordá-lo. E fazendo isso da maneira certa de responsabilizar as pessoas”, falou Mayfield, na última quinta.

Ainda nas redes sociais, o QB dos Browns fez mais uma postagem deixando clara sua postura em relação a se ajoelhar como forma de protesto.

“Todo mundo que está tão chateado com o meu comentário não entende a razão de estar me ajoelhando em primeiro lugar. Tenho o maior respeito por nossos militares, policiais e pessoas que servem nosso país. É sobre igualdade e todos serem tratados da mesma forma, porque somos todos humanos. Tem sido ignorado por muito tempo e que é minha culpa também por não ser mais educado e ficar em silêncio. Se eu perder fãs, tudo bem. Eu sempre falei o que me vem à cabeça. E isso é de coração”, completou.

– Em uma resposta a uma pessoa que tweetou que estava “quase certa” de que J.J. Watt não se ajoelharia durante o hino dos EUA, juntamente com três emojis da bandeira do país, o defensive end do Houston Texans deixou claro que ficar de joelhos não se trata de desrespeito à bandeira americana.

“Se você ainda pensa em desrespeitar a bandeira ou nossos militares, você claramente não tem ouvido o que está rolando”, escreveu Watt, no Twitter, neste último sábado.

O técnico Bill O’Brien, dos Texans, disse na última sexta que vai se ajoelhar ao lado de seus jogadores se eles escolherem fazer isso como forma de protesto durante o The Star-Spangled Banner.

 

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JJ Watt responded to a Twitter user who said he was “pretty sure” the Texans DE wouldn’t be taking a knee during the anthem. (via @jjwatt)

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– O quarterback Tom Brady, do Tampa Bay Buccaneers, vem organizando treinos informais na Berkeley Preparatory School. E tais atividades não estão contando apenas com a participação de companheiros do QB nos Bucs.

Neste último sábado, Brady trouxe Shedeur Sanders, filho de Deion Sanders, membro do Hall da Fama do Futebol Americano Profissional (PFHOF), para ajudá-lo em um treinamento.

Shedeur Sanders é um quarterback que está entrando em seu último ano no high school e já recebeu ofertas de universidades como Alabama, Estado do Arizona, Baylor, Estado do Colorado, Flórida, Flórida Atlântico, Estado da Flórida, Geórgia, Georgia Tech, Houston, Estado de Illinois, Louisville, LSU, Memphis, Michigan, Oregon, Estado de Penn, Carolina do Sul, Carolina do Sul, Miss Sul, Syracuse, Tennessee, UCF, UCLA e UTEP.

O jovem utilizou seu Twitter para falar sobre a experiência: “aprendendo com o melhor de todos os tempos. Sugando todo o conhecimento”.

– Depois de não ‘vingar’ na NFL, não disputando uma partida sequer de temporada regular após ser draftado pelo New York Jets na segunda rodada em 2016, Christian Hackenberg está buscando sucesso em outro esporte.

O ex-QB dos Jets está tentando a sorte no beisebol, segundo o jornalista Rob Kuestner, da ‘NBC Philadelphia’.

“Eu só quero competir. Eu meio que tive minhas provações e tribulações com a NFL e tive sucesso e passei por uma montanha-russa. No final das contas, aqui estou com 25 anos. Sinto que ainda tenho muito no tanque”, falou Hackenberg.

Agora, Hackenberg está tentando se tornar um arremessador bem-sucedido.

– O técnico Kliff Kingsbury, do Arizona Cardinals, disse ao seu time que a offseason virtual está encerrada para seus jogadores veteranos e deu folga a eles mais cedo antes do training camp, que começa no final de julho. A informação foi apurada por Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, neste domingo.

Rapoport acrescentou que os calouros dos Cardinals continuarão se reunindo, já que os Cardinals estão entre as várias equipes que terminaram o período na semana passada.

A liga notificou as equipes de que o período virtual para o trabalho de offseason seria estendido até 26 de junho e que não haveria minicamps presenciais em junho.

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