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No Huddle – Roger Goodell reitera desejo de reduzir pré-temporada da NFL

Roger Goodell, comissário da NFL

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Roger Goodell, comissário da National Football League, reiterou seu desejo de reduzir a pré-temporada da liga para menos de quatro partidas. O mandatário frisou que sua postura segue a mesma em um momento em que a NFL e a NFL Players Association (NFLPA), sindicato dos atletas, já abriram as conversas preliminares em relação a um novo acordo coletivo de trabalho.

“Eu sinto que o que devemos fazer é sempre da mais alta qualidade, e não tenho certeza se os jogos da pré-temporada atendem esse nível agora”, falou Goodell, enquanto participava da 33ª edição do torneio de golfe beneficente promovido pelo ex-quarterback Jim Kelly, na região de Buffalo, Nova York. “Eu não tenho certeza, conversando com treinadores, que quatro jogos de pré-temporada são necessários para se preparar para uma temporada para avaliar jogadores, desenvolvê-los. Há outras maneiras de fazer isso e tivemos muitas conversas sobre isso”, frisou.

A NFL tem apoiado há muito tempo a ideia de reduzir a tabela da pré-temporada em troca de expandir a temporada regular para até 18 jogos. Contudo, os jogadores recusaram a proposta, citando motivos de segurança e um desejo de receber uma compensação adicional por jogarem uma temporada que seria mais longa.

– O wide receiver Adam Humphries, que fechou com o Tennessee Titans nesta offseason, teve a chance de fechar com o New England Patriots na última free agency. Mas ele optou por um contrato de quatro anos com a franquia de Nashville, apesar dos esforços dos Pats para contarem com seus serviços.

E, em uma reportagem detalhada escrita por Travis Haney, do ‘The Athletic’, Humphries explicou por que ele preferiu Tennessee em vez de ter a chance de receber passes de uma lenda como Tom Brady.

“Obviamente, ele é o G.O.A.T (Melhor de Todos os Tempos, em inglês). Simples assim. Mas há muitas coisas que pesam em uma decisão. Era um contrato de quatro anos. Quem sabe quantos (anos) ele tem pela frente? Há muito que levar em consideração”, falou o WR. “Obviamente, a chance de jogar com ele teria sido incrível, mas muitas coisas contribuíram para essa decisão. Por fim, pensei que estava chegando a um time que estava em ascensão e com jovens talentos no ataque e uma defesa realmente boa. Eles tiveram um gostinho dos playoffs. Senti que meu espaço na posição de slot seria ótimo. Senti que poderia realmente contribuir e começar algo novo aqui”, completou.

– O Detroit Lions vai abrir seu minicamp obrigatório nesta terça e um jogador defensivo não deve marcar presença. O cornerback Darius Slay disse no Instagram Live nesta segunda que ele não vai participar das primeiras atividades não-voluntárias da offseason, segundo o jornal ‘Detroit Free Press’.

Questionado se ia comparecer ao minicamp, Slay respondeu: “eu não sei. Eu não vou… ei, cara, estou relaxando”.

Se Slay perder os três dias de minicamp, ele pode ser multado em um valor máximo de US$ 88.650.

– O linebacker Ryan Shazier, do Pittsburgh Steelers, ganhou o Prêmio George Halas, dado pela Professional Football Writers of America (PFWA). O atleta, que é o 51º vencedor da honraria e o terceiro Steeler a receber o troféu, está se recuperando de uma lesão na coluna vertebral, sofrida durante a temporada 2017, e ele não joga desde então.

– Após cinco temporadas trabalhando primariamente como quarterback titular no Jacksonville Jaguars, Blake Bortles agora está tendo que se contentar com o posto de reserva no Los Angeles Rams e ele parece estar aproveitando a oportunidade. Em recente entrevista ao ‘Los Angeles Times’, o signal caller disse que o head coach Sean McVay e a comissão técnica dos Rams é diferente de todas com quem ele já trabalhou.

“Vendo como ele treina, como todos os outros treinadores treinam e como os caras são receptivos, eu nunca vi nada como isso”, observou Bortles.

– Na temporada passada, sua primeira no Green Bay Packers, Jimmy Graham não foi a arma que o time esperava em situações de red zone. Agora, o tight end pretende mostrar mais serviço em seu segundo ano na equipe de Wisconsin.

“Obviamente, o ano passado foi decepcionante para todos. Não estou acostumado a perder. Não acho que ninguém aqui esteja, sabe?”, afirmou Graham à Kelly Price, da ‘NBC 26 Green Bay’. “E, para mim, não foi um bom ano. Estou completamente focado em voltar com o pé direito e ser o jogador que sou: marcando na red zone e sendo aquela grande ameaça em terceiras descidas. Quero dizer, eu preciso voltar a isso. E eu levo isso a sério. É algo que me consome todos os dias, não ir aos playoffs e, às vezes, não fazer as jogadas que eu deveria fazer. Então, é melhor você acreditar que eu vou estar pronto”, garantiu.

– Durante sua offseason como calouro, o quarterback Josh Allen, do Buffalo Bills, ainda estava apenas tentando aprender os macetes da NFL. Agora, um ano mais tarde, o signal caller terá a chance de chegar ao próximo nível e ter um ataque mais moldado ao seu jogo, trabalhando ao lado do coordenador ofensivo Brian Daboll.

“No ano passado, não acho que fiz o suficiente, com tudo o que estava acontecendo – primeiro ano na NFL e muitas pessoas te puxando em direções diferentes. Neste ano, eu me sentei com Dabs (Daboll) e revi o que eu gostava, o que eu não gostava. E ele está confiando em mim nesta mentalidade. Se há uma jogada que ele quer chamar, e eu não gosto, ele não vai chamá-la. Então, está desenvolvendo essa confiança”, disse Allen, segundo o site oficial dos Bills.

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