NFL

No Huddle – Myles Garrett reitera acusação contra Mason Rudolph

Myles Garrett, defensive end do Cleveland Browns

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Pouco depois de ser reintegrado pela NFL, o defensive end Myles Garrett, do Cleveland Browns, reiterou sua versão de que o quarterback Mason Rudolph, do Pittsburgh Steelers, usou uma injúria racial contra ele que teria sido o motivo do confronto ocorrido em novembro.

“Ele me chamou da palavra com N (ofensa racial nos Estados Unidos). Ele me chamou com a estúpida palavra com N”, frisou Garrett à jornalista Mina Kimes, da ‘ESPN’ norte-americana.

Garrett utilizou a mesma defesa a apelação de sua suspensão por tempo indeterminado que custou ao defensor os seis últimos jogos da temporada 2019. Apesar disso, a NFL afirmou que não encontrou evidências para apoiar a acusação.

Na ocasião, Rudolph disse que era “totalmente inverdade” e que ele “não podia acreditar” que Garrett faria aquela acusação.

Na entrevista, que foi ao ar na última quinta, Garrett reafirmou sua postura contra Rudolph, alegando que ele foi o principal culpado na briga que levou o pass rusher dos Browns a arrancar o capacete do adversário e utilizá-lo como arma, acertando a cabeça de Rudolph.

O QB dos Steelers não foi suspenso, mas tomou uma multa de US$ 50 mil pelo envolvimento no confronto.

– Um passo importante para os próximos anos da National Football League pode ser decidido nas próximas semanas. O comitê executivo da NFL Players Association (NFLPA), associação dos jogadores da liga, e os representantes dos jogadores estão indo para Washington D.C. para uma reunião na quinta com a NFL.

A NFLPA está se dirigindo ao encontro com uma lista final de seus pedidos para os proprietários de franquias, como apuraram os jornalistas Ian Rapoport e Mike Garafolo, da ‘NFL Network’.

Como a liga responder a isso vai determinar em grande parte a aproximação de um aperto de mãos em relação a um novo acordo coletivo de trabalho (CBA) antes que uma temporada final seja jogada sob o atual acordo.

Rapoport frisa que, se os donos aceitarem as demandas, provavelmente haverá uma votação para aprovação de um novo CBA.

– No que pode ser uma tendência para o futuro, o Denver Broncos não vai enviar seus treinadores assistentes para o NFL Scouting Combine, em Indianápolis, neste ano porque a franquia acredita que fará melhor uso de tempo assistindo gravações em Denver. A informação foi apurada por Adam Schefter, da ‘ESPN’ norte-americana.

Além disso, o Los Angeles Rams não vai mandar Kevin O’Connell e Brandon Staley, seus coordenadores ofensivo e defensivo, respectivamente, para o Combine porque o time prefere tê-los em L.A. implementando os novos esquemas ofensivo e defensivo.

Em uma liga em que pouco se cria e quase tudo se copia, os Broncos e Rams podem estabelecer uma nova onda de times evitando mandar treinadores ao Combine para assistir às atividades dos prospectos pela TV e fazerem o trabalho de avaliação de seus escritórios.

– Arthur Blank, proprietário do Atlanta Falcons, falou sobre a situação de Devonta Freeman na franquia.

Nesta semana, o jornalista Ian Rapoport apurou que os Falcons estariam dispostos a dispensar Freeman. E Blank fez comentários sobre o futuro do running back, notando apenas que a montagem de um time exige mais do que pensar em um único jogador.

“Bem, eu também o amo”, falou Blank sobre Freeman, segundo o jornalista Vaughn McClure, da ‘ESPN’. “Mas isso não tem nada a ver com amor. Tem a ver com a construção de um elenco. O teto salarial não é ilimitado. Parece que é ilimitado, mas não é. E os investimentos que fizemos – que foram muito, muito substanciais com uma grande variedade de jogadores em ambos os lados da bola – foram significativos. Portanto, departamento pessoal, treinador e Rich McKay (presidente da equipe) estarão olhando para tudo e certificando-se de que estamos fazendo investimentos nas áreas certas, com base no que a elenco deve parecer no futuro”, completou.

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