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No Huddle – Philadelphia Eagles torna Brandon Brooks o guard mais bem pago da NFL

Brandon Brooks, guard do Philadelphia Eagles

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O Philadelphia Eagles fechou uma extensão de contrato de quatro anos com o offensive guard Brandon Brooks nesta segunda-feira (11) e o contrato mantém o jogador com vínculo com a organização até a temporada 2024 da National Football League.

O acordo tem valor de US$ 56,5 milhões, com US$ 30 milhões garantidos, e torna Brooks o guard mais bem pago de toda a liga, segundo Adam Schefter, da ‘ESPN’ norte-americana.

Brooks está em meio ao que Jeff Stoutland, treinador de linha ofensiva, descreveu como “melhor temporada de sua vida neste momento”. E isso mesmo retornando de uma ruptura no tendão de Aquiles sofrida em janeiro, durante a derrota para o New Orleans Saints, nos playoffs da temporada 2018.

A nota de 93.4 dada pelo site especializado Pro Football Focus para Brooks nesta temporada é a mais alta entre todos os jogadores de linha ofensiva. Além disso, essa nota o deixa como o quarto guard mais bem avaliado pelo PFF desde que o site começou a avaliar atletas.

– O Washington Redskins está voltando depois da semana de folga e uma decisão importante já foi feita nesta segunda. O técnico interino Bill Callahan anunciou que o calouro Dwayne Haskins seguirá como quarterback titular da equipe pelo restante da temporada 2019.

O jornalista Mike Garafolo, da ‘NFL Network’, já havia noticiado na semana passada que era provável que Callahan chegasse a tal decisão, mas devido à semana de bye, os Redskins preferiram descansar e só oficializar a mudança nesta segunda. O head coach interino ainda acrescentou que Case Keenum será o reserva de Haskins, com Colt McCoy servindo como o quarterback número 3.

– Na última sexta, o cornerback Jalen Ramsey, do Los Angeles Rams, falou sobre JuJu Smith-Schuster, wide receiver do Pittsburgh Steelers, antes do jogo entre as duas equipes e afirmou: “sem desrespeito a ele, ele não é Antonio Brown”.

E, após a vitória dos Steelers sobre os Rams por 17 a 12, neste domingo, Smith-Schuster concordou com a afirmação do oponente.

“Mas ele está certo. Eu não sou Antonio Brown. Nunca serei Antonio Brown. Eu sou eu mesmo. Sou JuJu Smith-Schuster. Ainda não sou tão bom quanto ele. Acho que ainda tenho tempo para chegar ao nível dele. Mas somos duas pessoas totalmente diferentes”, ressaltou o wideout, segundo Brooke Pryor, da ‘ESPN’.

– O quarterback Tom Brady, astro do New England Patriots, admitiu antes do confronto contra o Philadelphia Eagles, na semana 11, que a derrota para o rival no Super Bowl LII pelo placar de 41 a 33 ainda não foi completamente digerida por ele.

“Você supõe que eu superei? Vamos lá. Há um monte de cicatrizes mentais daquele ano. Esse foi um jogo difícil. De várias maneiras, aprendemos com aquele ano e voltamos mais fortes no ano seguinte. Nós ganhamos o Super Bowl em 2018. Eu acho que tudo é uma questão de perspectiva e, quando você joga naquele jogo e joga contra grandes times, você não vai vencer todos. Isso não é o Harlem Globetrotters vs. Washington Generals. É uma competição durante contra as melhores equipes. Eles mereceram naquele ano e, agora, alguns anos depois, temos a chance de jogar contra aquela organização novamente. Tivemos muitas mudanças, eles tiveram muitas mudanças. São circunstâncias totalmente diferentes. Jogo enorme para nós. Grande jogo para eles. O melhor time vai vencer”, declarou Brady, em sua participação semanal na rádio ‘WEEI’.

– Charles Rogers, ex-wide receiver do Detroit Lions, faleceu nesta semana devido à uma insuficiência hepática. Ele tinha 38 anos de idade.

Originário da Universidade de Michigan, Rogers foi selecionado com a segunda escolha geral do draft de 2003. Como amigos disseram ao site ‘MLive.com’, ele também estava batalhando contra um câncer no momento do seu falecimento.

A passagem de Rogers pela NFL durou apenas três temporadas, já que ele lidou com lesões e foi suspenso por várias violações da política de substâncias proibidas pela liga. No total, ele disputou apenas 15 jogos, recebendo 36 passes para 440 jardas e quatro touchdowns.

– O running back Todd Gurley, do Los Angeles Rams, passou o último quarto inteiro da derrota por 17 a 12 para o Pittsburgh Steelers fora de campo. E o técnico Sean McVay explicou a decisão.

“Esse foi apenas o tipo da rotação”, afirmou McVay, ao ser questionado por que Gurley não estava em campo no começo do último quarto, segundo o ‘The Athletic’.

– O special teamer Joshua Kalu, do Tennessee Titans, não cometeu falta e conseguiu bloquear de forma espetacular um field goal do Kansas City Chiefs neste domingo. Os Titans conseguiram uma vitória impressionante por 35 a 32 sobre o rival do Missouri. E o FG de 52 jardas de Harrison Butker, que foi bloqueado por Kalu, fez toda a diferença.

“Eu senti que pulei perfeitamente. E mesmo assim eu estava como: ‘por favor, não me deixe errar’. E estou olhando para a bola e bati nela com a mão esquerda, e acho que o resto é história”, afirmou o special teamer, segundo o jornal ‘The Tennessean’.

Al Riveron, vice-presidente sênior de arbitragem da NFL, analisou o lance e mostrou como Kalu não cometeu uma falta de offside, conseguindo o bloqueio com timing perfeito.

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