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No Huddle – Kevin Colbert: não achamos que Big Ben está perto do fim da carreira

Ben Roethlisberger, quarterback do Pittsburgh Steelers

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O quarterback Ben Roethlisberger só disputou dois jogos do Pittsburgh Steelers na temporada 2019, antes de ir para a injured reserve devido a uma lesão no cotovelo. Agora, a esperança da franquia é que o camisa 7 volte a ficar completamente saudável em 2020.

E o general manager Kevin Colbert abordou o status do QB nesta quinta (13) em conversa com os repórteres.

“Estamos esperançosos de que ele possa se recuperar completamente (da cirurgia no cotovelo direito. Até agora, ele está no caminho certo”, falou o executivo, segundo Bob Labriola, do site oficial da franquia da Pensilvânia.

O jornalista Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, noticiou no programa NFL NOW que, mesmo diante do otimismo da organização em relação à reabilitação, os Steelers devem pegar leve com Big Ben durante a offseason.

“Parece que a reabilitação dele está indo bem. E, sim, a cirurgia no cotovelo para recolocar alguns tendões foi grande. Foi séria. Eu não ficaria surpreso se Ben fosse muito devagar durante a offseason. Mas, de tudo o que eu ouvi, ele será o quarterback deles na próxima temporada. E me parece que eles estão abertos à possibilidade de que isso continue talvez em 2021 também”, frisou Rapoport.

Os Steelers têm mantido a postura de dar apoio público a Roethlisberger, insistindo que o astro tem uns bons anos de futebol americano de qualidade pela frente.

Big Ben entrou na NFL no mesmo ano em que Eli Manning e Philip Rivers. O primeiro se aposentou e o segundo agora está procurando um emprego pela primeira vez. Mesmo assim, Colbert não acredita que seu quarterback de 37 anos de idade esteja perto de parar.

“Não achamos que Ben esteja perto (de onde Rivers e Manning estão) ainda. Não achamos que ele esteja no final da estrada”, ressaltou o GM.

– Muitas especulações cercam o futuro de Matthew Stafford no Detroit Lions e alguns rumores sugerem que o time poderia trocar o seu quarterback.

Uma reportagem da ‘WDIV-TV’, de Detroit, na noite da última quarta, especulou que conversas de troca envolvendo o QB têm rolado nas últimas semanas. Mas os Lions vieram publicamente negar esses boatos.

“100% Falso!!”, escreveu o general manager Bob Quinn em uma mensagem de texto enviada ao jornalista Dave Birkett, do jornal ‘Detroit Free Press’.

Há, sim, argumentos para pensar que os Lions poderiam pensar em trocar Stafford e selecionar um jovem QB. Mas há mais fatos para mostrar que a franquia não está disposta a se livrar do seu signal caller veterano.

Em dezembro, mesmo com o QB machucado e já fora da temporada, os Lions reestruturaram o contrato de Stafford e transformaram um bônus de elenco em um bônus de assinatura. Isso liberou US$ 9 milhões de espaço no salary cap de 2020. Contudo, isso significa que, se Stafford for cortado ou trocado neste ano, os Lions teriam que arcar com US$ 32 milhões de dinheiro ‘morto’ em vez dos US$ 21,3 milhões de impacto no teto caso o QB jogue no time. A matemática é simples.

– Em seus primeiros comentários desde que o Los Angeles Chargers anunciou a saída de Philip Rivers, o head coach Anthony Lynn disse que Tyrod Taylor, reserva do time em 2019, pode ter uma oportunidade de conquistar a vaga de titular para a temporada 2020.

“Tyrod Taylor é um baita de um quarterback. Não poderíamos ter um reserva melhor agora, e agora ele tem a oportunidade de assumir um papel de titular. Já tive Tyrod antes (no Buffalo Bills) e sei o que esse jovem traz para a mesa, no jogo de passe e no jogo de corrida”, falou Lynn à rádio ‘AM 570 LA Sports’. “Uma das coisas que ele faz muito bem é cuidar da bola. Acredito que todos os anos em que ele foi titular nesta liga, ele é o quarterback número 1 em cuidar da bola. Acredito que mais jogos são perdidos do que vencidos. Então, se pudermos apenas cuidar da bola e levá-la embora, ficaremos bem”, ressaltou o técnico.

Rivers sofreu 23 turnovers durante a campanha 5-11 na temporada passada e cuidar da bola é uma das prioridades de Lynn para 2020. Os Chargers tiveram duas vitórias e nove derrotas em jogos decididos por uma posse de bola no passado.

Em sua última temporada completa como titular, Taylor sofreu apenas seis turnovers em 2017, liderando os Bills à pós-temporada pela primeira vez em 18 anos.

O QB também ajudou os Bills a lideraram a liga em jardas corridas, com 2.630 em 2016, quando Lynn era seu coordenador ofensivo.

– O status de Jameis Winston no Tampa Bay Buccaneers segue indefinido. Mas o técnico Bruce Arians não está tão preocupado com isso neste momento. Como o head coach fez questão de deixar claro, sua prioridade é cuidar da defesa, em particular a renovação com o outside linebacker Shaquil Barrett, que liderou a NFL em sacks em 19,5 em 2019.

“Ah, sim. Para mim, é toda a defesa. Você não pode pegar todos, mas … esses jovens cresceram. Não podemos deixar isso para lá. Não ligo para quem é meu quarterback. Temos que ter uma defesa”, frisou Arians, depois de falar na NFL Coaches Academy.

Winston deve se tornar um free agent irrestrito após cinco temporadas na organização. O time pode renovar com ele a qualquer momento, mas ainda não fez isso.

Além de Barrett, outros defensores importantes como Jason Pierre-Paul, Carl Nassib, Ndamukong Suh, Beau Allen e Rakeem Nunez-Roches devem se tornar free agents.

– Colin Kaepernick, ex-quarterback da NFL, vai lançar um livro de memórias em algum momento deste ano através de uma empresa que ele fundou chamada Kaepernick Publishing. A Audible lancará uma versão em áudio do livro.

“Quero contar a história da minha evolução e os eventos que me levaram a protestar contra a opressão sistêmica, na esperança de que isso inspire outros a entrar em ação”, disse Kaepernick em comunicado nesta quinta.

De acordo com o comunicado divulgado pela Audible, as memórias compartilharão as experiências de vida que levaram Kaepernick a arriscar sua carreira como quarterback da NFL em um silencioso ato de protesto.

Kaepernick, que em 2012/13 levou o San Francisco 49ers ao Super Bowl, protestou contra a brutalidade policiais e as injustiças sociais nos EUA ao se ajoelhar durante a execução do hino do país durante os jogos da temporada 2016. Ele não joga por um time da NFL desde que foi cortado pelos 49ers, em março de 2017.

Em novembro de 2019, o quarterback de 32 anos de idade fez testes para sete times da NFL na Geórgia e seus representantes mandaram vídeos dos treinos para os outros 25 times que não compareceram, mas o QB segue sem um contrato.

– Sean McVay, técnico do Los Angeles Rams, está contente com a reformulação de sua comissão técnica nesta offseason.

O coordenador defensivo Wade Phillips e o coordenador de special teams John Fassel deixaram a organização, entre outros assistentes. E, para seus lugares, a organização trouxe um novo coordenador ofensivo Kevin O’Connell, o coordenador defensivo Brandon Staley e o coordenador de special teams John Bonamego.

As mudanças deixaram McVay empolgado com as “novas perspectivas” dentro do time.

“Eu diria que (estou) mais rejuvenescido e revigorado do que nunca desde que cheguei aqui. Isso é um reflexo desses homens aqui”, frisou McVay em uma coletiva para anunciar as contratações, segundo o site oficial da franquia californiana.

– O Arizona Cardinals entra em um ano interessante em 2020, com uma equipe com bastante talento e algumas histórias legais. E isso faz com que a franquia seja naturalmente um alvo da ‘HBO’ para o famoso reality show Hard Knocks.

E, ainda que muitas equipes tenham alergia só de pensar nesta possibilidade, Michael Bidwill, presidente dos Cardinals, se mostrou aberto à ideia de ter equipes de filmagem dentro de seu CT durante o training camp.

“Nós sempre vamos ouvir tudo. “Acho que fizemos um bom trabalho ao estar disponível e nos voluntariar para fazer coisas como o All or Nothing (série da Amazon). Então, vamos ver o que vai acontecer”, frisou Bidwill na rádio ‘Arizona Sports 98.7 FM’, durante o Doug & Wolf Show, segundo o jornal ‘Arizona Republic’.

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