NFL

No Huddle – Chris Harris recebe aumento do Denver Broncos para 2019

Chris Harris, cornerback do Denver Broncos

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Chris Harris segue apenas com um ano remanescente em seu contrato, mas ele recebeu um aumento considerável do Denver Broncos. O cornerback e a franquia do Colorado chegaram a um acordo para ajustar o salário do defensor para 2019 e ele vai faturar US$ 12,05 milhões nesta próxima temporada.

O jornalista Mike Klis, do ‘9News’, deu a notícia em primeira mão e os detalhes do acordo foram confirmados por James Palmer, da ‘NFL Network’.

O time anunciou o aperto de mãos pouco depois, mas limitou-se a dizer que é um acordo de um ano de duração.

“Nós temos muito respeito por Chris como jogador e por tudo que ele significa para nossa organização. Este ajuste de contrato reconhece o valor dele para nosso time e as altas expectativas que temos para Chris como um Bronco nesta temporada e, tomara, por muitos anos mais”, afirmou John Elway, presidente de operações de futebol americano e general manager dos Broncos.

Anteriormente, o defensive back, que já foi quatro vezes selecionado para o Pro Bowl e uma vez para o time All-Pro, havia pedido um novo contrato ou uma troca. Seu salário anterior, de US$ 8,5 milhões, o deixava apenas em 24ª entre CBs em atividade e Harris estava buscando uma extensão com valor de cerca de US$ 15 milhões anuais.

Com esse aumento salarial, Harris recebe mais dólares e ainda tem a opção de testar o mercado como free agent em 2020 pela primeira vez em sua carreira profissional.

– Antonio Brown, novo wide receiver do Oakland Raiders, falou sobre seu recente entrosamento com o quarterback Derek Carr e explicou por que é importante desenvolver essa sintonia para ajudar o time.

“É extremamente importante ter um relacionamento fora do campo porque, jogando futebol americano, você fica mentalmente cansado, fica frustrado. Você sempre quer ter esse respeito por um cara para saber de onde ele vem, o que ele representa e o que é importante para ele, para que então vocês possam estar em sintonia e fazer o que vocês desejam fazer e o desejo de ganhar”, falou Brown aos repórteres.

Recentemente, Carr rasgou elogios a AB e afirmou: “esse cara é incrível. Ele é um grande companheiro de equipe, é um amigo realmente bom”.

– Sean McVay, comandante do Los Angeles Rams, deixou claro que tudo está dentro do planejamento em relação à saúde de Todd Gurley e observou que o running back, que tem marcado presença nas OTAs (organized team activities) mas não tem entrado em campo, está evoluindo.

“Ele não (participou dos exercícios em campo) agora. Isso foi o que sentimos que era melhor para Todd quando Todd e eu nos reunimos e tem sido muito bom até agora e nos sentimos bem em relação a isso”, afirmou o head coach. “Nós estamos muito satisfeitos com Todd. Ele fez algumas coisas diferentes com Travelle Gaines (preparador físico) e alguns desses treinadores. Mas ele também esteve aqui consistentemente praticamente todos os dias da semana e tem sido um participante ativo, seguindo o programa que implementamos com ele e estamos muito satisfeitos com o estágio em que Todd se encontra agora”, completou.

– Marvin Lewis, ex-head coach do Cincinnati Bengals, juntou-se ao staff da Arizona State University (ASU) para ser um conselheiro especial do técnico Herm Edwards.

“Marvin Lewis é uma das mentes mais respeitadas em nosso esporte. Seja como o técnico mais vencedor da história da franquia Cincinnati Bengals, ou o arquiteto de uma das melhores defesas da história da NFL, o Baltimore Ravens de 2000, Marvin teve sucesso em todos os lugares em que esteve e fez do jeito certo. Sua paixão pelo ensino será um benefício incrível não só para nossos treinadores, mas também para os jovens pelos quais somos responsáveis como estudantes e atletas”, afirmou Edwards, em comunicado emitido pela universidade.

Lewis foi demitido após a temporada 2018, depois de 16 temporadas como head coach dos Bengals, e lá ele somou 131 vitórias, 122 derrotas e um empate.

– Ndamukong Suh, que recentemente assinou um contrato com o Tampa Bay Buccaneers e está mudando de ares, está na França curtindo seu noivado e ele nem chegou a visitar os Bucs antes de selar o acordo. Contudo, ele conversou com o head coach Bruce Arians e com o coordenador defensivo Todd Bowles e está satisfeito com o que o time de Tampa está tentando construir.

“Estou muito animado. Na verdade, tive a oportunidade de conversar profundamente com Todd Bowles e Bruce Arians, dois treinadores de elite com os quais já tive grandes interações. Eu gosto de fazer parte de coisas que você pode construir e ser capaz de colocá-los no topo. Espero que meu talento, assim como todos os outros caras – ex-Nebraskans, Lavonte David – que possamos jogar juntos e mudar o jogo lá, e nos levar a uma situação vitoriosa”, falou Suh ao ‘Tennis Channel’, durante o Torneio de Roland Garros.

– As expectativas em relação ao safety Eddie Jackson, do Chicago Bears, já são muito altas com o jogador entrando em sua terceira temporada na NFL. E o novo coordenador defensivo Chuck Pagano acrescentou ainda mais hype e comparou Jackson ao ex-safety Ed Reed, ídolo do Baltimore Ravens e novo membro do Hall da Fama do Futebol Americano Profissional (PFHOF).

“Do ponto de vista do talento? Muito, muito parecido. Grandes instintos. Grande alcance. Grandes habilidades de bola. Ele tem apenas três anos. Ed teve muito mais tempo nisso, obviamente. Mas ele tem muitas das mesmas características. Ele ama futebol americano. Ele é um viciado em futebol americano. E, novamente, o céu é o limite para um cara assim”, falou Pagano, segundo o ‘Chicago Sun-Times’.

– O cornerback calouro Correy Ballentine, do New York Giants, participou de treinos coletivos pela primeira vez nesta terça desde que chegou ao novo time. Vale lembrar que o jovem atleta, selecionado na sexta rodada do draft, tomou um tiro nos glúteos horas depois de ser draftado, no mês passado.

Dwane Simmons, amigo próximo de Ballentine e ex-companheiro de equipe dele na Universidade de Washburn, foi morto no incidente.

– Recentemente aposentado, o ex-defensive end Chris Long disse nesta terça que sua discussão na semana passada sobre o uso da maconha não deveria ser vista como uma admissão e que a reação que ele recebeu reforçou que “temos um longo caminho a percorrer” para superar o estigma associado à droga.

Atualmente com 34 anos, Long, que anunciou sua aposentadoria na semana passada, após 11 temporadas na NFL, falou no The Dan Patrick Show, da ‘ESPN Radio’, sobre os comentários que fez na semana passada.

“A questão não foi que eu fumei maconha. A questão foi que eu falei sobre tentar desestigmatizá-la. E espero que a NFL ouça alguns de seus jogadores falarem – ex ou atuais, se tiverem coragem – dizer ‘algo precisa mudar’”, falou Chris Long, em trecho da entrevista.

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