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No Huddle – Drew Brees: se eu continuar jogando em 2020, será no New Orleans Saints

Drew Brees, quarterback do New Orleans Saints

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– O quarterback Drew Brees está prestes a se tornar um free agent. Mas, ao que parece, o signal caller de 41 anos de idade não quer testar o mercado.

Falando diretamente do Pro Bowl, que ele vai disputar pela 13ª vez em sua carreira, Brees disse à jornalista Jane Slater, da ‘NFL Network’, que, se ele for mesmo atuar em sua 20ª temporada na NFL em 2020, será com a camisa do New Orleans Saints.

“Eu nunca estive na situação em que estava refletindo sobre o pensamento de (continuar). Para mim, cada um desses contratos, eu não sei quantos tem sido com os Saints, eu jogo com eles há 14 anos, não é uma questão de se isso será fechado, é de quando. Nesta fase da minha carreira, não é algo certo que eu continue todos os anos, mas quando chegar essa hora, eu sempre serei um Saint”, garantiu.

Os comentários de Brees vão ao encontro dos comentários do general manager Mickey Loomis, que notou durante o Senior Bowl nesta semana que a franquia da Louisiana quer o QB de volta em 2020.

E uma motivação a mais que faz com que Brees provavelmente continue jogando em 2020 é mais uma decepção nos playoffs, com uma eliminação para o Minnesota Vikings na rodada de wild card.

“Você não tem outra escolha senão seguir em frente e melhorar como resultado disso. Aprendemos algo sempre. Não vamos desanimar. Não vamos levar os resultados dos últimos três playoffs – com algumas coisas malucas acontecendo, um tipo de coisa sem precedentes – e nos deter de ainda nos esforçarmos para alcançar o objetivo final. Sinto que temos todas as peças no lugar. Temos uma ótima base. Ótima cultura. Temos todos os ingredientes de um time campeão”, frisou.

– Brian Gutekunst, general manager do Green Bay Packers, fez splash na free agency do ano passado e trouxe nomes particularmente bons na defesa, como Za’Darius Smith, Preston Smith e Adrian Amos. E tais peças foram importantes na caminhada da equipe de Wisconsin até a final da Conferência Nacional (NFC).

Contudo, na offseason deste ano, o GM admitiu que provavelmente terá menos fluxo de caixa com o dinheiro.

“(Nós vamos ter) um pouco mais de restrições se fizermos tudo o que quisermos com os caras que estão aqui”, falou Gutekunst nesta sexta, segundo o jornalista Rob Demovsky, da ‘ESPN’ norte-americana.

Em 2020, o foco do GM dos Packers deve ser voltado para buscar peças complementares, além de tentar manter vários nomes importantes que já estão na equipe. Entre os atletas prestes a se tornarem free agents estão o right tackle Bryan Bulaga, o cornerback Tramon Williams, o kicker Mason Crosby e o linebacker Blake Martinez.

Gutekunst também acrescentou que um novo contrato de longo prazo para o excelente nose tackle Kenny Clark é uma prioridade nesta offseason.

– O running back Kareem Hunt, do Cleveland Browns, foi detido na última terça pela polícia, que encontrou pequenas quantidades de maconha no carro que ele estava dirigindo.

De acordo com um relatório da polícia de Rocky River (Ohio), os policiais pararam Hunt por excesso de velocidade e sentiram cheiro de maconha no carro. Hunt foi colocado na parte de trás da viatura enquanto os policiais faziam a busca. Eles encontraram pequenas quantidades de maconha em uma mochila no banco de trás. A polícia apreendeu a mochila como prova.

Hunt foi fichado apenas por excesso de velocidade.

Os Browns disseram que estão “cientes e investigando”. Um porta-voz da NFL falou em nota que a liga está ciente, mas que não vai tecer mais comentários neste momento.

Kareem Hunt cumpriu uma suspensão de oito jogos nesta temporada por violar a política de conduta pessoal da NFL. Ele foi dispensado pelo Kansas City Chiefs em novembro de 2018, depois que o vídeo de um incidente ocorrido em fevereiro de 2018 vazou, no qual ele aparece chutando uma mulher em um hotel no centro de Cleveland. Posteriormente, ele fechou com os Browns em fevereiro de 2019.

– O wide receiver Antonio Brown, atualmente sem time, foi liberado da prisão nesta sexta, usando uma tornozeleira de rastreamento, depois de pagar fiança. O wideout foi recebido por seu advogado e correu para entrar no carro.

A fiança de Brown foi fixada em US$ 100 mil por uma acusação de roubo com agressão. A fiança total por três acusações, derivadas de uma suposta agressão a um motorista de um caminhão em movimento no início desta semana, é de US$ 110 mil.

O ex-WR do Pittsburgh Steelers, que teve passagens relâmpagos por Oakland Raiders e New England Patriots em 2019, será monitorado por GPS e precisará entregar seu passaporte e armas, passar por testes de drogas e álcool, e obter uma avaliação de saúde mental.

A audiência foi mais longa do que o normal e se tornou conturbada em alguns momentos. Brown assistiu ao processo de outra sala via teleconferência enquanto usava uma blusa antisuicídio, um método de segurança típico para suspeitos famosos que estão sob custódia. Ele permaneceu quieto em grande parte, exceto quando conversou com a juíza.

Uma questão persistente no tribunal foi o estado mental de Brown. Os promotores mencionaram o fato de que o ex-agente de Brown, Drew Rosenhaus, e a mãe de três filhos de Brown, Chelsie Kyriss, pediram que ele receba ajuda mental por causa de seu comportamento instável e impulsivo.

– Nick Bosa, pass rusher do San Francisco 49ers, vai disputar o Super Bowl LIV contra o Kansas City Chiefs, no dia 2 de fevereiro, e ele terá a missão principal de parar o quarterback Patrick Mahomes, atual MVP da NFL.

E ele tem uma ajuda especial em casa.

Joey Bosa, irmão de Nick e pass rusher do Los Angeles Chargers, conhece bem Mahomes, já que ambos são rivais de divisão e se enfrentam três vezes por ano

“Sim, definitivamente. Nós vamos conversar”, falou Nick nesta última quinta sobre falar com o irmão mais velho. “Ele tem uma opinião muito válida sobre esses caras. Ele vai me dar tudo o que poderia me dar e cabe a mim usar isso”, frisou.

– George Paton não está mais concorrendo ao cargo de general manager do Cleveland Browns. Paton se retirou da busca pelo emprego na franquia de Ohio, como apurou Tom Pelissero, da ‘NFL Network’. GM assistente dos Vikings era um dos nomes fortes por vários motivos, mas hesitou em deixar Minnesota.

Dada sua conexão com Kevin Stefanski, novo head coach dos Browns e ex-coordenador ofensivo dos Vikings, acreditava-se que Paton fosse o favorito ao cargo. Mas, no final, ele decidiu sair da lista de candidatos.

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