NFL

No Huddle – Tom Brady ‘se vendeu bem’ para o Tampa Bay Buccaneers

Tom Brady, quarterback do New England Patriots

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– A chegada de Tom Brady ao Tampa Bay Buccaneers na free agency deste ano não exigiu um esforço muito grande por parte do general manager Jason Licht e do técnico Bruce Arians. Na realidade, foi o próprio quarterback que foi o responsável pela maior parte do processo.

Participando do programa Get Up on Monday, da ‘ESPN’ norte-americana, Licht contou a Mike Greenberg que, na primeira ligação telefônica entre as duas partes no primeiro dia da free agency (18 de março), Brady falou aos Bucs por que ele deveria ir a Tampa.

“Tivemos uma ótima conversa – Bruce e eu – conversamos com ele por mais de uma hora e meia. E ele deixou claro na conversa que estava muito, muito interessado. Era quase como um recrutamento da parte dele, nos dizendo por que faria sentido ele vir para Tampa Bay. Na próxima ligação que fizemos, assinamos com ele, mas foi nessa ligação que percebemos, que sentimos que o tínhamos”, afirmou o GM.

É óbvio que não era necessário que Brady se ‘vendesse’, devido a tudo o que ele fez com a camisa do New England Patriots. Arians e Licht já haviam identificado Brady como principal opção de QB caso ele ficasse disponível. Mas, preliminarmente, era mais um sonho.

No NFL Scouting Combine, em fevereiro, quando Arians foi questionado pelos repórteres se havia um QB por quem ele pegaria o telefone para conversar, o head coach brincou: “Tom Brady.

Semanas mais tarde, o negócio foi selado.

– Matthew Slater é um dos principais líderes do elenco do New England Patriots e ele sabe há muito tempo que o chamado Patriot Way é uma cultura de organização que não está limitada a um determinado jogador.

E, com a saída de Tom Brady para os Bucs nesta offseason e um clima de luto em Foxborough, muitos questionam o poderio que os Pats terão em 2020. Mas, para Slater, os Patriots vão continuar fortes mesmo sem o camisa 12.

“Não acho que os objetivos mudem. O padrão não muda nada. Os pilares em que nos apoiamos, eles não mudam”, disse Slater aos repórteres, em uma teleconferência nesta segunda. “Se você entrar na temporada com uma mentalidade derrotista, não poderá esperar ter sucesso. Temos uma grande oportunidade. Temos muitos bons jogadores de futebol americano. Temos uma tremenda comissão técnica. (…) Temos que entrar na temporada esperando mais de nós do que qualquer pessoa fora do prédio espera de nós. Temos que entrar com o mesmo impulso, o mesmo foco, a mesma determinação. Se não o fizermos, você nem deve pisar no prédio, porque já seremos derrotados”, ressaltou o special teamer.

– O Los Angeles Chargers planeja utilizar Tyrod Taylor como seu quarterback titular em 2020, após o divórcio entre a franquia e Philip Rivers (agora no Indianapolis Colts). E, apesar de muitos questionarem a capacidade de Taylor de ser um QB número 1, o signal caller acredita que ele pode corresponder se receber uma chance.

“Temos muito talento em nosso time”, disse Taylor ao jornalista Gilbert Manzano, do ‘Orange County Register’. “Se eu sou o cara que está comandando, sei com certeza que vamos sair e virar muitas cabeças”, frisou.

Ao longo de suas primeiras nove temporadas na NFL, Taylor foi um reserva na maior parte do tempo. Mas ele teve uma chance como QB titular no Buffalo Bills, quando ele foi o comandante principal do ataque em 43 partidas entre 2015 e 2017. Mas, mesmo na ocasião, ele teve que participar de várias disputas entre QBs no training camp para conquistar a vaga. E foi na época que Anthony Lynn, atual head coach dos Chargers, ficou impressionado com Taylor.

“É motivador apenas pelos altos e baixos da minha carreira. Ser draftado na sexta rodada, entrando no meu décimo ano, há definitivamente muitos fatores motivadores lá desde o tempo em que estive em Buffalo e quando joguei em Cleveland”, frisou.

– Tom Dempsey, ex-kicker do New Orleans Saints que acertou um field goal de 63 jardas em 1970 mesmo tendo nascido sem os dedos do pé direito, testou positivo para o novo coronavírus.

Ashley, filha de Dempsey, revelou ao ‘NOLA.com’ o diagnóstico do seu pai. Atualmente com 71 anos de idade, Dempsey também está lutando contra o mal de Alzheimer e a demência. Ele é residente da Lambeth House, um centro de cuidados em Nova Orleans, onde ele foi atingido pela forte pandemia.

Mais de 50 residentes foram afetados, com pelo menos 13 tendo morrido, segundo o ‘NOLA.com’.

Ashley Dempsey falou que os sintomas do pai têm sido relativamente fracos. E o hospital disse que seus níveis de oxigênio estão adequados.

“O apetite dele tem sido bom. Ele está indo bem”, disse Ashley Dempsey ao ‘NOLA.com’, acrescentando que os cuidadores de seu pai estão fazendo um trabalho “inacreditável”. “Ele é um lutador. Ele esteve lutando a vida toda”, frisou a filha.

– Goldie Sellers, ex-cornerback e retornador de chutes do Denver Broncos, morreu na noite deste último sábado devido às complicações de um câncer, como anunciou sua família. Ele tinha 78 anos de idade.

Sellers atuou nos Broncos por duas temporadas, em 1966 e 1967, e foi trocado com o Kansas City Chiefs pelo então técnico dos Broncos Lou Saban. Nos Chiefs, ele atuou por mais duas temporadas, incluindo na vitória de Kansas City no Super Bowl IV.

Sua carreira como jogador acabou antes da temporada 1970, depois que ele sofreu uma lesão na perna.

Comments
To Top