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No Huddle – Cincinnati Bengals não tem intenção de trocar a escolha número 1 do draft de 2020

Andy Dalton, quarterback do Cincinnati Bengals

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Há muitas especulações de que alguns times da National Football League estariam interessados em tentar subir para a primeira posição geral do draft de 2020 para selecionar o quarterback Joe Burrow, de LSU, vencedor do Heisman Trophy. Mas, se depender do Cincinnati Bengals, todos podem sossegar.

O atual time detentor da escolha número 1 não tem interesse em trocar a posição mais privilegiada do próximo draft. Assim, o Carolina Panthers, o Miami Dolphins e qualquer outro time interessado em um novo QB deve ter um sonho finalizado antes mesmo de começar. A informação é de Adam Schefter, da ‘ESPN’ norte-americana.

A franquia de Ohio pretende permanecer onde está e, muito provavelmente, selecionar Burrow para preencher uma das maiores carências em seu elenco. Os Bengals não podem se dar ao luxo de deixar passar um QB com o potencial de Burrow, ainda mais depois das declarações do pai do atleta.

Os Bengals já tiveram a primeira escolha geral do draft em três outras oportunidades (1994, 1995 e 2003) e nunca trocaram para descer no draft. Eles acertaram uma troca para subir para a primeira posição em 1995.

– O Kansas City Chiefs derrotou o Tennessee Titans por 35 a 24 na final da Conferência Americana (AFC) e carimbou o passaporte para o Super Bowl LIV, em Miami. E Frank Clark, pass rusher da franquia do Missouri, celebrou muito o desempenho do time e, sobretudo, do sistema defensivo.

A defesa dos Chiefs conseguiu parar o running back Derrick Henry, melhor corredor da liga na temporada 2019, e limitou o astro dos Titans a 69 jardas e um TD em 19 carregadas. E Clark, que disse na última sexta que Henry “não era difícil de derrubar”, cumpriu sua palavra.

“Porque somos a melhor defesa do mundo neste momento”, falou Clark ao jornalista James Palmer, da ‘NFL Network’, ao ser questionado como o time de Kansas City conseguiu limitar Henry. “Eles vêm aqui, dizem que vão correr com a bola. Eu sei exatamente o que eles iriam fazer, você assiste às gravações, você sabe o que eles vão fazer. (…) Mais de 200 jardas em cada jogo. Eu sabia muito bem que não ganharíamos o jogo se deixássemos isso ocorrer. Eles vêm aqui, ele corre para 70 jardas, eles o chamam de melhor corredor da liga. Nós mandamos a bunda dele mais cedo para casa”, completou o empolgado camisa 55.

– Derrick Henry, que foi parado pelo Kansas City Chiefs na derrota por 35 a 24 do Tennessee Titans, na final da AFC, elogiou o esquema do time adversário no jogo que valeu vaga no Super Bowl LIV.

“Eles simplesmente tiveram um ótimo plano de jogo, cara. Eles estavam saindo da bola, esses caras estavam sendo físicos. Eles jogaram um grande jogo hoje na defesa e vocês conhecem o ataque deles, nós sabemos o tipo de ataque que é: explosivo, pode pontuar a qualquer momento. Como eu disse, chegamos perto. Todo o crédito a eles e boa sorte para eles”, frisou o camisa 22.

– Philip Rivers se mudou “permanentemente” de San Diego para a Flórida para ficar mais perto da sua família. O próprio quarterback confirmou a informação à ‘ESPN’ norte-americana via mensagem de texto na manhã deste domingo.

“O que isso significa em termos de futebol americano deve ser determinado, mas era hora de voltarmos para casa”, falou o atleta, na mensagem.

Enquanto a família de Rivers está na Flórida, o futuro do quarterback na NFL é incerto. Ele será um free agent nesta offseason e parece que um divórcio com o Los Angeles Chargers é iminente.

Os Chargers têm Tyrod Taylor sob contrato para a próxima temporada e o time californiano ficou impressionado com suas atuações ao longo desta última temporada. Assim, ele pode se tornar um QB titular da organização.

– O linebacker Luke Kuechly anunciou sua aposentadoria de maneira surpreendente dias atrás. Apesar disso, ele pode não encerrar sua relação com o Carolina Panthers.

Segundo Adam Schefter, da ‘ESPN’ norte-americana, Kuechly está interessado em assumir uma função na franquia da Carolina do Norte, seja como conselheiro, treinador, executivo ou outro emprego que possa auxiliar a organização.

Kuechly também pode correr atrás de um emprego como comentarista na TV e ele deve ser procurado para tais funções, dado seu status dentro da NFL.

Aos 28 anos de idade, o ex-linebacker não sabe qual direção sua carreira tomará após parar de jogar. Mas ele pode inclusive assumir uma função nos Panthers e em um canal de televisão simultaneamente.

– Odell Beckham Jr. não está mais enfrentando acusações criminais na Louisiana. O wide receiver do Cleveland Browns estava potencialmente enfrentando uma acusação de agressão simples, após dar um tapa nas nádegas de um policial, após a vitória de LSU sobre Clemson, na final do futebol americano universitário.

Contudo, o oficial de polícia envolvido “decidiu retirar a acusação”, como disse o departamento de polícia de Nova Orleans no último sábado. Um mandado de prisão apresentado contra Beckham também foi rescindido.

– O quarterback Ryan Tannehill, do Tennessee Titans, teve o melhor ano de sua carreira em 2019. E, por isso, ele está embolsando muito dinheiro devido a várias metas de produtividade previstas em contrato que ele conseguiu bater.

Recentemente nomeado o “Jogador que Mais Evoluiu” na premiação da Pro Football Writers of America (PFWA), associação de jornalistas de futebol americano dos Estados Unidos, Tannehill faturou quase US$ 3,5 milhões em incentivos. A informação foi confirmada pelo jornalista Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, com uma fonte com conhecimento do contrato.

Tannehill ajudou o time a chegar à final da Conferência Americana (AFC), neste domingo, e teve um ano espetacular.

Para ser mais específico, Tannehill faturou US$ 3,425 milhões em apenas 10 jogos como titular. Ele completou 201 passes de 286 lançados para 2.742 jardas, 22 touchdowns e seis interceptações. Foram 70,3% de passes precisos e um passer rating de 117.5.

– O defensive end Nick Bosa, do San Francisco 49ers, foi multado em US$ 28.075 por um bloqueio pelo lado cego dado no right tackle Brian O’Neill, do Minnesota Vikings, no jogo do dia 11 de janeiro, válido pela rodada de divisão dos playoffs da Conferência Americana (AFC). A informação foi apurada por Tom Pelissero, da ‘NFL Network’.

O’Neill saiu do jogo para ser avaliado com suspeita de concussão e não retornou. Bosa tomou uma falta de força desnecessária na jogada.

Em outras notícias de multas deste final de semana:

  • O defensive lineman Jeffery Simmons, da Tennessee Titans, não foi multado por conduta antidesportiva, segundo Ian Rapoport, da ‘NFL Network’. O guard Marshal Yanda, do Baltimore Ravens, acusou Simmons de cuspir em seu rosto durante a rodada de divisão dos playoffs, mas não havia evidência em vídeo de que isso tenha acontecido.
  • A NFL multou o left tackle Eric Fisher, do Kansas City Chiefs, em US$ 14.037 por conduta antidesportiva, segundo Tom Pelissero, da ‘NFL Network’. A ação em questão é que ele derramou duas cervejas sobre si enquanto comemorava um touchdown contra o Houston Texans, na semana passada.

A liga também multou o running back Damien Williams, dos Chiefs, em US$ 10.527 por conduta antidesportiva, depois que o jogador deixou a bola em frente ao nose tackle Brandon Dunn, dos Texans, após marcar um TD.

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