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NFL Prévias: apesar de águas turbulentas, Minnesota Vikings tem armas para uma navegação tranquila

(Crédito: Instagram/reprodução)

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Minnesota Vikings

Desempenho em 2014/15: 7-9

Rex MITO Grossman do rolê: Adrian Peterson

Ponto fraco: juventude à flor da pele. A garotada pode voar alto, assim como pode despencar diante das dificuldades.

No Natal esperando por… mares mais tranquilos, brisa e água fresca.

O barco do Minnesota Vikings está pronto para zarpar! Com o capitão Teddy Bridgewater  e Adrian Peterson, o viking mais temido de todos os tempos, a franquia do estado dos mil lagos promete fazer bonito na temporada que se aproxima. Não será fácil, a tabela é uma das mais complicadas, vai exigir muito de um elenco em formação e de um técnico (Mike Zimmer) que está apenas em sua segunda temporada na NFL como head coach. Muita falta de experiência ou muita vontade de triunfar?

Ataque

Um bom viking que se preze sabe atacar. É o básico para um conquistador e a franquia de Minnesota está muito bem nesse quesito. Não se sabe ao certo como Adrian Peterson irá retornar após ficar de fora da última temporada por causa de problemas com a justiça, mas é certo que ele sabe como gerar jardas terrestres e mais do que isso, a vontade de provar seu valor e sua capacidade perante a todos é gigantesca. Peterson sabe que as pessoas esquecem das coisas rapidamente, e que uma boa temporada irá recolocar seu nome no mais alto patamar entre os corredores e entre as estrelas da liga.

(Crédito: Instagram/reprodução)

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Contudo, Peterson precisa de uma pequena ajuda da linha ofensiva. Os Vikings possuem problemas nessa região, mas Norv Turner, que foi por muito anos o head coach dos Chargers, está trabalhando para melhorar esta deficiência. John Sullivan, Brandon Fusco e Mike Harris compõem o núcleo da linha ofensiva e as brechas criadas por eles serão usadas por Peterson. Contudo, Adrian Peterson sabe se virar sozinho e não ser tão dependente das linhas. Esse jogo corrido dos Vikings promete.

Mas o ataque não para por aí. Teddy Bridgewater está indo para seu segundo ano e o garoto vem evoluindo a cada dia. No ano passado já foram 12 jogos como titular, sendo seis vitórias e seis derrotas; nada mal para um calouro, ainda mais se lembrarmos que a linha ofensiva penou para proteger seu QB. O que mais impressiona nele é o conjunto de características: capacidade de decisão e convicção, paciência, pernas velozes e agressividade.

Bridgewater é o quarterback que Minnesota queria para montar uma equipe em seu entorno. E os Vikings foram atrás de um dos melhores recebedores da liga: Mike Wallace. Não o Mike Wallace da última temporada, quando o recebedor teve um desempenho sofrível pelos Dolphins. Se Wallace voltar aos tempos de Steelers ou próximo disso, os Vikings terão uma chance enorme de sucesso. Wallace é muito rápido em rotas verticais e as defesas estarão preocupadas com Peterson, essa combinação pode ser explosiva. Ainda mais se levarmos em conta a presença de Kyle Rudolph (tigh end) e de Cordarrelle Patterson (recebedor). No papel, o ataque parece ser quase perfeito, resta saber se a linha ofensiva vai se sair bem e se Bridgewater vai conseguir envolver todo mundo.

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Defesa

Para barcos que navegam em águas desconhecidas uma boa defesa pode ser sinônimo de salvação. Graças a bons drafts, os Vikings possuem uma defesa recheada de talentos. Harrison Smith, ídolo da torcida, é um safety que dá gosto de ver jogando. Ele é Agressivo e responsável na medida certa. Everson Griffen é um destruidor de linha adversárias, mas também sabe recompor rapidamente para ajudar tanto no jogo corrido como no de passes. Chad Greenway é o comandante e o líder dos linebackers. É ele que dá segurança para quem ataca o QB adversário e para quem marca os recebedores. Mas os talentos não param por aí. Sharif Floyd, Xavier Rhodes e até a primeira escolha deste ano, Trae Waynes, são ótimas opções.

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Todos eles estão voando graças ao bom trabalho de Mike Zimmer, um especialista em defesa e que dá uma atenção especial para essa divisão dentro dos Vikings. Com Norv Turner comandando o ataque, Zimmer está bem à vontade para chamar algumas jogadas defensivas e deixar o time com a sua cara.

Calendário

A NFL é para os fortes. Os Vikings fizeram uma boa temporada em 2014 e o preço a ser pago é bem alto: uma tabela repleta de confrontos difíceis em 2015. Sem falar que a NFC Norte, uma das mais tradicionais, já possui um dos favoritos ao título (Packers), um bom time (Lions) e uma das camisetas mais pesadas da liga (os Bears).

Sendo assim, dentro da própria divisão, o Minnesota Vikings terá seis jogos duros. Os Packers são ótimos, mas não imbatíveis. Os Lions são inconstantes e os Bears são uma incógnita. Então, na pior das hipóteses, os Vikings podem sair da divisão com três vitórias e três derrotas.

No restante, cinco jogos parecem perigosos, mas nada que assuste um Viking. Seahawks, 49ers, Chargers, Chiefs e Broncos entram como favoritos e Zimmer e companhia precisam explorar isso. Não será nada fácil e a juventude do time pode se perder nestes duelos cascudos.

Para finalizar, cinco duelos parecem moleza. Giants, Cardinals, Rams, Raiders e Falcons são times que estão abaixo do patamar que os Vikings alcançaram. A temporada da franquia mais querida de Minnesota depende destes cinco jogos. Quatro vitórias e o sonho dos playoffs pode tornar-se realidade. Como em um barco viking, o time irá oscilar muito.

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