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NFL não acredita que haverá grande aumento de expulsões com mudança de regra

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No primeiro dia do simpósio sobre segurança os jogadores na sede da NFL, a liga discutiu a mudança da regra que proíbe os jogadores de baixarem seus capacetes para iniciar um contato. Uma análise de 40 mil jogadas das últimas temporadas apontou que menos de cinco casos seria considerado uma violação flagrante e uma expulsão, segundo o vice-presidente Troy Vincent.

Existe a expectativa que haja o aumento do número de faltas, mas Vincent e outros oficiais da NFL estão minimizando a possibilidade de expulsões em massa. “Queremos que os árbitros reforcem a regra. Não quero dizer que serão dois, três, cinco (penalidades por jogo. Se eles virem, tem que marcar… mas tiveram quatro jogadas que vimos hoje que seriam de nível de expulsão com base na nova regra)”.

Sob a nova regra, qualquer jogador que “abaixe a cabeça para iniciar e fazer contato com seu capacete contra um adversário” receberá uma falta com penalidade de 15 jardas e potencial expulsão do jogo. A falta será aplicada se o jogador atingir o capacete e um oponente ou outra parte do seu corpo, mas “não inclui suporte para o contato”, segundo o que está escrito. Ou seja, o capacete pode ser usado, mas não para o início do contato.

A terça-feira foi marcada por debate entre os mais de 50 proprietários, head coachs, executivos, oficiais e ex-jogadores que compareceram ao evento. Alguns jornalistas também participaram do evento. “Estou aqui porque queria esclarecer isso. Posso assistir o vídeo, pedi seis vencer para voltar a fita. Não tenho essa opção em campo”, disse Anthony Lynn, treinador do Los Angeles Rams que afirmou que a regra ficou “mais clara” após o encontro.

Os árbitros irão usar a discussão desta terça-feira para finalizar o conjunto de padrões de ejeção. Os proprietários também devem aprovar o uso de replay para rever as expulsões, o que deve acontecer provavelmente nas reuniões entre 21 e 23 de maio.

NFL quer alterar e não eliminar o kickoff

Troy Vincent, vice-presidente da NFL, afirmou que a liga não quer acabar com o kickoff, mas sim revisar a jogada para tornar ela mais saudável. Além disso, o executivo afirmou que espera sair das reuniões desta semana com uma proposta para levar aos proprietários na próxima reunião da liga.

Segundo Judy Battista, Troy Vincent foi claro que eles não querem que o kickoff vire uma jogada cerimonial. Mas que eles ainda veem grandes pancadas perigosas mesmo em chutes que resultam em touchbacks e que o objetivo é eliminar essas pancadas.

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