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Minnesota Vikings apoia argumento de defesa de Michael Floyd

Michael Floyd, wide receiver da NFL

(Crédito: divulgação)

O Minnesota Vikings está apoiando a alegação de Michael Floyd de que o álcool presente em exames de drogas realizados enquanto o wide receiver estava cumprindo prisão domiciliar deriva do chá de Kombucha que o atleta diz ter tomado. A informação foi apurada pelo jornal ‘Pioneer Press’ neste sábado (24).

Kevin Warren, diretor de operações dos Vikings, escreveu uma carta de apoio em nome do time e enviou a Robert Feinberg, advogado de Floyd. Feinberg então enviou o documento em uma moção solicitando que a juíza da cidade de Scottsdale, no Arizona, cancelasse a audiência do jogador, marcada para segunda-feira (26), e restaurasse o monitoramento eletrônico pelos cinco dias restantes da pena de prisão domiciliar de 96 dias.

Floyd recebeu a ordem de comparecer à audiência depois que uma revisão dos relatórios de monitoramento indicou a presença de álcool em vários testes.

Em comunicado oficial divulgado no dia 16 de junho, Floyd afirmou que “bebeu várias garrafas de chá de Kombucha” enquanto estava assistindo um filme em sua casa e que ele “não tinha consciência de que as bebidas continham álcool”.

Ainda de acordo com o ‘Pioneer Press’, em sua declaração juramentada, Floyd declarou que os Vikings incentivam os jogadores a tomarem o chá e afirma que há a bebida nas instalações da equipe.

Como acrescenta a publicação, na carta datada do dia 21 de junho, Warren escreveu: “estou escrevendo para pedir que o Sr. Floyd não tenha os requisitos exigidos pelo tribunal negativamente impactados, pois ele não sabia que o Kombucha que ingeriu continha álcool”.

Warren ainda acrescentou na carta que o chá de Kombucha é “utilizado por muitos atletas profissionais como um probiótico e está disponível em nossas instalações diariamente”.

O executivo da franquia de Minneapolis ainda defendeu o caráter de Michael Floyd, dizendo que o wide receiver “demonstrou uma grande ética de trabalho, uma atitude cooperativa e profissionalismo” desde que assinou com os Vikings como free agent.

Michael Floyd foi preso em sua época de Arizona Cardinals, em dezembro do ano passado, quando foi encontrado dormindo atrás do volante de seu veículo. Ele tinha uma alta taxa de álcool no sangue e, no dia 17 de fevereiro deste ano, ele foi condenado a 24 dias de prisão e mais 96 dias de prisão domiciliar.

A prisão domiciliar do recebedor foi transferida de Arizona para Minnesota no mês passado, depois de ele assinar com seu novo time, e assim ele pôde participar dos treinamentos de offseason da equipe.

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