NFL

Mike Zimmer: Teddy Bridgewater está “indo bem” mas não há data para volta

Teddy Bridgewater, quarterback do Minnesota Vikings

(Crédito: Instagram/reprodução)

Atualmente, Teddy Bridgewater segue se recuperando de uma grave lesão no joelho, 2, quando ele sofreu uma ruptura no ligamento cruzado anterior e um deslocamento no joelho, entre outros danos. E o futuro do quarterback no Minnesota Vikings segue cercado de dúvidas.

Em entrevista concedida no final desta última semana, o técnico Mike Zimmer deixou claro que ainda há muitos fatores envolvidos no processo de reabilitação do atleta que não é possível estabelecer uma data específica para seu retorno às atividades.

“Ele está indo bem, mas não sabemos quanto ele estará de volta”, declarou o head coach.

Atualmente com 24 anos de idade, Bridgewater viu sua temporada 2016 terminar antes mesmo de começar. E o que seria seu terceiro ano atuando na NFL se transformou em um pesadelo.

A temporada que passou poderia representar uma oportunidade para o camisa 5 se desenvolver ainda mais, sobretudo após seus dois primeiros anos na NFL serem bons, mas em vez disso o signal caller só teve que focar na recuperação.

Bridgewater não falou com os jornalistas desde que sofreu a lesão. O Minnesota Vikings disse no dia 9 de setembro que o quarterback passou por reconstrução de vários ligamentos no joelho esquerdo, mas não deu maiores detalhes além da ruptura do ligamento cruzado anterior e do deslocamento sofrido.

Sem poder contar com Bridgewater para o campeonato, a franquia de Minneapolis fechou uma troca com o Philadelphia Eagles no dia 3 de setembro e trouxe o experiente quarterback Sam Bradford. Ele teve um ano muito bom, lançando para 3.877 jardas (maior marca de sua carreira), 20 touchdowns e apenas cinco interceptações, e Zimmer disse em sua entrevista coletiva para fechar a temporada que o camisa 8 “conquistou o direito de ser o quarterback titular” dos Vikings. Bradford, aliás, estabeleceu um recorde de porcentagem de passes completados para uma única temporada da NFL, com 71,6%.

Mike Zimmer também não disse nesta semana que passou se Bridgewater estará pronto para o início da temporada 2017.

“Teddy, eu jamais apostaria contra esse cara. Ele tem um sorriso no rosto, vem e trabalha duro todos os dias”, observou.

Bradford tem contrato até a temporada 2017 e o general manager Rick Spielman declarou antes de a temporada começar que o acordo atual do QB era uma das razões pelas quais os Vikings estavam dispostos a ceder uma escolha de primeira rodada do draft de 2017 e uma de quarta rodada do draft de 2018 para os Eagles para adquirir o atleta. Sam Bradford vai ‘pesar’ US$ 18 milhões no teto salarial no ano que vem, com US$ 4 milhões vindo em um bônus de elenco a ser pago em março, e a franquia terá que decidir em um futuro não tão distante se vai fechar uma extensão de contrato com ele.

Já Bridgewater está sob contrato e deve faturar US$ 2,18 milhões na temporada 2017, sendo que o Minnesota Vikings terá que tomar uma decisão em maio sobre exercer ou não a opção pelo quinto ano do contrato de calouro do quarterback.

Em duas temporadas de experiência atuando na National Football League, Teddy Bridgewater, que foi selecionado na primeira rodada do draft de 2014 (32ª escolha geral) pelos Vikings, acertou 64,9% de seus lançamentos para 6.150 jardas totais, 28 touchdowns e 21 interceptações.

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