NFL

Mike Evans se ajoelha para protestar contra eleição de Donald Trump; veja as manchetes do domingo

Mike Evans, wideout dos Buccaneers

(Crédito: Instagram/reprodução)

No Huddle – O boletim de notícias de NFL do Quinto Quarto

– Mike Evans, wide receiver do Tampa Bay Buccaneers, se tornou mais um jogador ajoelhar durante o hino nacional como forma de protesto. Dessa vez o alvo não é a opressão sofrida pelos negros ou a violência policial, o protesto de Evans é contra o fato de Donald Trump, conhecido por declarações polêmicas, ter sido eleito o presidente dos Estados Unidos.

“Se isso acontecer, então a América não está certa agora”, disse Evans. “Eu disse isso há muito tempo. Quando (Donald Trump) concorreu, eu pensei que era uma piada e a piada continua”.

“Eu não sou uma pessoa muito politizada, mas tenho senso comum. E eu sei quando algo não está certo”, acrescentou Evans.

“Eu não quero, você sabe, desrespeitar os veteranos (de guerra) ou qualquer coisa”, disse Evans. “Os homens e mulheres que servem esse país, eu estou eternamente em dívida com eles. Mas o que está acontecendo na América ultimamente, eu não vou ficar em pé para isso. Quando (o ator e comediante) Ashton Kutcher sair e dizer que fomos pegos em uma pegadinha, então eu vou ficar de pé de novo. Mas eu não me levanto mais”.

– Matthew Stafford, quarterback do Detroit Lions, está sendo cotado para ser o MVP da temporada e o seu contrato expira após a temporada de 2017. Com esse cenário, os agentes do signal caller irão explorar uma renovação que deverá superar os US$ 25 milhões por temporada que Aaron Rodgers recebe, disseram fontes da liga. Stafford, 28 anos, já assinou dois grandes contratos e irá receber US$ 16,5 milhões em 2017.

– Segundo Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, Tony Romo está disposto a ser o quarterback reserva de Dak Prescott e o Dallas Cowboys deverá colocar o veterano de 36 anos no banco de reserva contra o Baltimore Ravens na semana 11.

– O Kansas City Chiefs superou um déficit de 17 jardas para vencer o Carolina Panthers e o field goal da vitória, que foi convertido por Cairo Santos, só foi possível porque Marcus Peter roubou uma bola de Kelvin Benjamin, forçando o fumble.

“Eu tirei dele”, disse Peters. “Você sabe quando você vai para a loja, quer algo e sua mãe diz: ‘você não pode ter isso’?”.

– Muhammad Wilkerson foi colocado no primeiro quarto da partida da semana passada por ter atrasado em reuniões do New York Jets e, segundo Ian Rapoport, antes de dar um contrato de US$ 86 milhões e cinco anos para Wilkerson, a franquia nova-iorquina se reuniu com o jogador para discutir questões sobre o seu comportamento.

– Russell Wilson, quarterback do Seattle Seahawks, não deu muita bola para a interceptação que ele sofreu no Super Bowl XLIX e que decretou a derrota para o New England Patriots, antes de voltar a enfrentar os Pats.

“É apenas uma página e há muito mais páginas para escrever”, disse ele. “Você apenas segue em frente”.

– Diversos proprietários e executivos da NFL se mostraram abertos a mudanças em relação à penalização de jogadores por utilização da maconha. A maconha vem sendo legalizada em diversos estados dos Estados Unidos e isso pode dificultar suspensões pelo uso da substância de forma recreativa e medicinal, podendo mudar a punição para apenas uma multa. Apesar disso, não há unanimidade dentro da liga. A possível renegociação do acordo coletivo de trabalho poderá ajudar a alterar as coisas.

– A ascensão do Oakland Raiders veio de uma forma muito positiva financeiramente, contudo isso pode gerar novos gastos para o time. A franquia da Califórnia é a única equipe a não ter atingido um limiar de gastos estipulado no acordo coletivo e, caso eles não gastem esse dinheiro, a NFLPA receberá a diferença e poderá utilizar o dinheiro. Segundo o acordo, todos os times da NFL precisam gastar, pelo menos, 89% do teto salarial em dinheiro em um período de quatro anos, que irá se completar ao fim do ano de 2016 da liga.

– Scott Turner disse que não sabia que o seu pai, Norv Turner, iria renunciar ao seu cargo de coordenador ofensivo do Minnesota Vikings durante o meio da temporada. Segundo Scott, ele descobriu da decisão de Norv minutos antes do head coack Mike Zimmer.

“Eu sabia que ele estava lidando com alguns problemas ou qualquer outra coisa”, disse ele. “Eu pensei que era uma probabilidade. Eu nunca pensei que ele iria realmente fazer isso e então ele me disse um minuto antes de dizer para Zimmer”.

Comments
To Top