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Michael Vick mira Super Bowl e fala sobre QBs que correm: “eu revolucionei o esporte”

(Crédito: Instagram/reprodução)

(Crédito: Instagram/reprodução)

Ainda que esteja longe de seus melhores momentos no esporte e que seja um dos atletas mais inconstantes da liga, Michael Vick certamente sempre causa barulho a qualquer aparição ou declaração. Ainda mais agora, que ele está atuando em um time de Nova York, uma cidade assustadora, para o bem e para o mal.

Nesta sexta-feira (20), em entrevista à ESPN norte-americana, Vick falou sobre os quarterbacks que correm na NFL e disse que respeita bastante os atletas que assumem este estilo, mas ele próprio considera esses signal callers com mobilidade uma reprodução de Michael Vick.

“Eu fui o cara que deu início a tudo isso. Eu revolucionei o esporte, mudei a maneira com a qual antes se atuava na NFL”, declarou o quarterback do New York Jets.

Prestes a completar 34 anos de idade, Michael Vick se autodeclara um pioneiro na classe de quarterbacks que utilizam suas pernas para produzir jardas e vale lembrar que ele é o líder de todos os tempos em jardas corridas entre todos os QBs, com 5.857 jardas produzidas em sua carreira na National Football League.

“As coisas que fiz, eu realmente superei a mim mesmo e todas as minhas expectativas. Mais de 25 mil jardas totais de ataque na NFL e eu ainda perdi muitos anos e muitos jogos”, frisou Michael Vick, citando o tempo que ficou sem jogar por conta de uma prisão por promover rinhas de cães. “Essa é mais uma razão pela qual eu preciso continuar seguindo em frente”, completou.

Atualmente cotado para ser o substituto de Geno Smith no New York Jets, Michael Vick parece se conformar com o fato de ser um reserva na franquia nova-iorquina e ele acredita que seu companheiro pode liderar os Jets em uma caminhada até o Super Bowl.

“Acho que isso pode acontecer neste ano. Acredito que Geno pode nos levar até aonde precisamos ir. Isso vai selar meu legado – para mim, ao menos. Para o público, não sei”, observou.

Michael Vick admite que a única coisa que falta em sua carreira é um título do Super Bowl. E ele garante que ficaria feliz em ser campeão mesmo que fosse como reserva de sua equipe.

“Incomoda muito. É uma coisa que sempre lutei para conseguir. Quando chegamos à final da NFC em 2004, tinha certeza que eu disputaria dois ou três (finais de conferência) mais, pelo menos. Mas isso mostra como a liga é complicada. Esse é um esporte tão especial que, mesmo no meu auge, eu não conseguiria atingir isso sozinho”, finalizou.

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