NFL

Malcolm Jenkins volta a protestar durante o hino nacional

Malcolm Jenkins, safety do Philadelphia Eagles

(Crédito: Twitter/reprodução)

Malcolm Jenkins, safety do Philadelphia Eagles, retomou seu protesto contra a injustiça social durante a execução do hino dos Estados Unidos antes da partida de pré-temporada contra o Pittsburgh Steelers, nesta quinta-feira.

O defensive end Chris Long colocou o seu braço em volta do jogador de 30 anos para demonstrar apoio, algo que ele fez repetidas vezes no ano passado. O defensive end De’Vente Bausby se juntou ao protesto e ergueu o punho cerrado. O defensive end Michael Bennett foi a campo durante o hino e andou atrás de seus companheiros de equipe.

Jenkins havia parado o seu protesto após a Coalizão de Jogadores, que ele co-fundou, fechar uma parceria com a NFL em novembro em que a liga contribuirá com US$ 89 milhões ao longo de sete anos em projetos para lidar com a reforma da justiça criminal, relação com as forças policiais e comunidades locais e educação.

No entanto, os proprietários aprovaram uma nova política em maio que exige que os jogadores fiquem em pé se estiverem durante o hino durante o hino e uma multa pode ser emitida a uma equipe em caso de protesto de seus jogadores. A liga optou por adiar temporariamente a medida enquanto trabalha em um acordo com a Associação de Jogadores (NFLPA).

Antes da partida, Malcolm Jenkins postou uma mensagem falando sobre a injustiça social. “Antes de aproveitarmos o jogo vamos ponderar que mais de 60% da população carcerária são pessoas de cor. A NFL é composta por 70% de afro-americanos. O que você vê em campo não é uma representação da realidade nos Estados Unidos. Somos anormalidades”, escreveu ele em seu Twitter.

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