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Jon Bon Jovi diz em carta que quer manter os Bills em Buffalo

(Crédito: Reprodução)

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Diante de uma enorme pressão vinda de Buffalo, na região oeste do estado de Nova York, Jon Bon Jovi publicou uma carta no principal jornal local, o “Buffalo News”, neste domingo, para esclarecer as suas propostas no comando dos Bills. O cantor, que oficializou o seu interesse em comprar o time há duas semanas, disse que quer manter a equipe em Buffalo.

“Estamos vendo uma série de boatos, então decidimos que é importante esclarecer nossas intenções com os torcedores e as pessoas de Buffalo. Eu sei o quanto os Bills representam para as pessoas desta região. Então eu quero que vocês ouçam isso de mim: eu não estou arriscando tudo para deixar vocês desapontados. Se nós recebermos a chance de sermos os próximos donos do Buffalo Bills, eu prometo que te levaremos a mesma paixão de todos os domingos para todos os dias”, diz um dos trechos da carta.

Em nenhum momento, o cantor nativo de New Jersey citou que os outros dois empresários que fazem parte de sua chapa interessada em comprar a equipe são de Toronto, cidade canadense muito próxima de Buffalo e que já recebeu jogos da equipe.

Além de Jon Bon Jovi, o grupo de investidores ainda inclui Larry Tenenbaum e a família Rogers. Tenenbaum é dono da Maple Leaf Sports and Entertainment, empresa que controla os Maple Leafs na NHL e os Raptors na NBA. A família Rogers inclui Edward Rogers, dono da maior empresa de comunicação do Canadá.

Toronto é a cidade que tem mais chances de ser a primeira do Canadá a ter um time da NFL, mas isso só aconteceria com a saída dos Bills do território americano.

A presença dos dois canadenses entre os interessados incomodou muito os moradores de Buffalo. Há duas semanas, o representante do condado de Erie, Mark Poloncarz, garantiu à Associated Press que o grupo tem como objetivo a longo termo levar os Bills para o Canadá.

Seria, de fato, uma mudança a longo termo. O time tem um contrato que não permite sair do estádio Ralph Wilson até 2019. Desde a morte do antigo dono, que dá nome ao estádio, Ralph Wilson, no último mês de março, o banco Morgan Stanley, que cuida do processo de venda da equipe, recebeu mais de 60 formulários de interesse e deu retorno a pelo menos dez, incluíndo o de outra celebridade norte-americana, o bilionário Donald Trump.

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