NFL

John Lynch: “faz muito sentido” fechar contrato com Jimmy Garoppolo

Jimmy Garoppolo, quarterback do San Francisco 49ers

(Crédito: Twitter/reprodução)

Se alguém tinha dúvidas em relação à possibilidade de Jimmy Garoppolo ser o franchise quarterback que o San Francisco 49ers há tanto tempo estava procurando, essas dúvidas foram tiradas na reta final da temporada 2017 da NFL.

Em cinco jogos como titular dos Niners entre as semanas 13 e 17 da temporada regular, o camisa 10 liderou a equipe em cinco triunfos consecutivos (Chicago Bears, Houston Texans, Tennessee Titans, Jacksonville Jaguars e Los Angeles Rams). No total, em seis jogos em que entrou em campo, ele acertou 67,4% de seus passes para 1.560 jardas, sete touchdowns e cinco interceptações.

Adquirido em troca com o New England Patriots, agora Garoppolo está prestes a se tornar um free agent. E os 49ers sabem que terão que liberar um dinheiro generoso para manter o signal caller por lá nos próximos bons anos.

A franquia californiana tem a opção de utilizar a franchise tag para evitar que o QB fique livre no mercado em março, mas o general manager John Lynch deixou claro que um contrato de longa duração é o objetivo principal.

“Quando você encontra o cara certo naquela posição, é realmente bom para sua franquia. Nós acreditamos que encontramos o cara certo. Agora, o desafio é fechar um contrato com Jimmy. Nós estamos trabalhando duro para isso. Vamos ver. Eu acho que ele quer estar conosco e nós o queremos. Eu acho que faz muito sentido para não acontecer. Então, é apenas uma questão de acertar isso”, declarou o executivo, que está em seu segundo ano como GM dos Niners, à jornalista Alex Flanagan, da ‘NFL Network’.

Lynch observou que Garoppolo é “uma grande adição ao nosso time” e um cara que muda jogos, deixando claro que o San Francisco 49ers não vai deixar um jogador tão talentoso ir embora.

Jimmy Garoppolo é o cara em torno do qual os 49ers querem construir uma equipe vitoriosa e isso está mais do que claro. E a franquia da Califórnia não vai mesmo deixá-lo ir embora. Não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ esse contrato longo vai sair.

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