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Indianapolis Colts está interessado em Philip Rivers; veja boletim

Philip Rivers, quarterback do Los Angeles Chargers

O Indianapolis Colts parece prestes a buscar um velho conhecido dos que acompanham a National Football League de perto. O jornalista Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, apurou nesta quarta-feira (26) que a franquia de Indiana está interessada nos serviços do quarterback Philip Rivers.

Segundo muitas pessoas com as quais Rapoport conversou em Indianápolis durante o NFL Scouting Combine, nesta semana, há uma forte crença de que Rivers vestirá um capacete com a ferradura na temporada 2020.

Em janeiro, o general manager Chris Ballard, dos Colts, disse que o “júri ainda estava lá fora” avaliando o quarterback Jacoby Brissett, após uma temporada 2019 de altos e baixos por parte do QB. E, com um signal caller veterano como Rivers à disposição no mercado, é compreensível que os Colts estejam olhando com carinho.

Ex-Los Angeles/San Diego Chargers, Rivers teve uma excelente temporada 2018, quando teve um passer rating de 105.5 (68,3% de passes completados para 4.308 jardas, 32 TDs e 12 INTs) e comandou o time em uma vitória nos playoffs. Mas, em 2019, as coisas não foram nem perto de boas.

Em parte pelos desfalques na linha ofensiva e, em grande parte, por culpa dele mesmo, Rivers acertou 66% de seus passes para 4.615 jardas e 23 touchdowns, mas sofreu 20 interceptações. O QB terminou com um passer rating de 88.5 e os Chargers com uma campanha de 5-11.

No Combine, Ballard meio que repetiu o tom de suas declarações de janeiro, mas adotou uma postura defensiva em uma resposta referente a Brissett na última terça.

“Essa coisa tomou vida própria. Fizemos um contrato de dois anos com Jacoby para descobrir, meio que – gostamos de Jacoby Brissett. Amamos o que ele representa. Foi quase um conto de duas temporadas com ele. Temos 5-2 e ele está jogando bom futebol, sofreu uma lesão e depois sofremos lesões como equipe e meio que deslizamos. Fizemos o acordo de curto prazo para ver o que tínhamos”, frisou. “Dizer que vamos criar competição, vamos criar concorrência em qualquer posição. Isso vai ser uma coisa de ano para ano. Mesmo quando Andrew (Luck) era nosso quarterback, ainda estudávamos a posição de quarterback. Eu acho que é importante o suficiente, pois é uma posição única, sabemos o quanto eles (QBs) são difíceis de encontrar e você precisa se aprofundar a cada ano nesta posição”, ressaltou o GM.

Caso Rivers venha, ele provavelmente chegaria para ser titular e, no máximo, competiria com Brissett pela vaga de titular durante o training camp. Mas ninguém imagina Rivers chegando para ser banco de Brissett em Indianapolis.

Confira mais movimentações importantes na NFL nesta quarta (26):

– O New York Giants dispensou o linebacker Alec Ogletree, um capitão do time durante suas duas temporadas na franquia.

Além disso, a franquia nova-iorquina anunciou o corte do linebacker Kareem Martin.

Ogletree, um dos inside linebackers mais bem pagos nos últimos dois anos (US$ 10 milhões por temporada), não foi bem na cobertura contra o jogo de passe e viu seu tempo em campo ser drasticamente reduzido.

Prestes a completar 29 anos (faz aniversário em setembro, no começo da temporada 2020), Ogletree foi uma das primeiras aquisições principais do general manager Dave Gettleman nos Giants. O time achou que o LB poderia ter um impacto significativo imediato quando adquiriu o jogador em 2018, em troca junto ao Los Angeles Rams por duas escolhas de draft.

Ele atuou em 13 jogos em cada uma das últimas duas temporadas e somou 80 tackles, um sack e uma interceptações em 2019. No ano anterior, Ogletree teve 93 tackles, um sack e cinco interceptações.

O veterano ia faturar novamente US$ 20 milhões em 2020 e seria o quarto inside linebacker mais bem pago da NFL, mas nenhum montante desse valor era garantido. Os Giants vão arcar com US$ 3,5 milhões de ‘dinheiro morto’ com o corte de Ogletree, mas vão abrir US$ 8,25 milhões no salary cap.

Ogletree atuou com a camisa dos Rams nos cinco primeiros anos de sua carreira, ultrapassando os 100 tackles em três de suas primeiras quatro temporadas. Eleito para o segundo time All-Pro em 2016, ele soma 674 tackles, 7,5 sacks, 12 fumbles forçados e 12 interceptações em sua carreira até agora, com quatro TDs defensivos.

Já Martin foi contratado pelos Giants um dia depois da chegada de Ogletree, em março de 2018. Ele chegou sob contrato de três anos, com valor de US$ 21 milhões, depois de passar suas quatro primeiras temporadas na NFL no Arizona Cardinals.

Martin atuou em todos os 16 jogos dos Giants em sua primeira temporada em Nova York, somando 48 tackles, maior marca de sua carreira. Entretanto, uma lesão no joelho sofrida na estreia do time na temporada 2019 o limitou a cinco jogos nesta última temporada.

– A janela para a utilização da franchise tag será aberta mesmo nesta quinta-feira (27). Originalmente prevista para ser aberta na última terça, ela foi adiada por dois dias no último sábado e abrirá no dia planejado neste novo acordo, como noticiou a jornalista Judy Battista, da ‘NFL Network’.

As regras do atual acordo coletivo de trabalho (CBA) serão aplicadas, o que significa que os times ainda podem usar a franchise e a transition tags.

A janela será aberta apenas dois dias depois que o comitê de representantes da NFL Players Association votou para mandar a atual proposta de um novo acordo coletivo de trabalho (CBA) para votação de todos os jogadores.

Originalmente, a janela para as tags estava agendada para 25 de fevereiro a 10 de março, mas no último sábado foi anunciado que havia sido adiado dois dias em cada extremidade, tornando-se oficialmente de 27 de fevereiro a 12 de março.

O jornalista Tom Pelissero, da ‘NFL Network’, noticiou que, se e quando um novo CBA for ratificado, a expectativa da NFLPA seria que qualquer time que usasse as duas tags tivesse que abdicar de uma delas.

– O quarterback Tua Tagovailoa, um dos principais nomes para o draft de 2020, disse aos repórteres em Indianápolis, durante o NFL Scouting Combine, que ele espera receber a liberação médica no dia 9 de março, após passar por cirurgia no quadril em novembro.

E, ao que parece, os exames pelos quais o QB da Universidade de Alabama passou reforçam essa ideia.

Como noticiou Ian Rapoport, da ‘NFL Network’, nesta quarta, recebeu relatórios esmagadoramente positivos em seu quadril deslocado de equipes que o examinaram, de acordo com fontes. As ressonâncias magnéticas foram positivas, a fratura de quadril de Tagovailoa está curada e não há perda de fluxo sanguíneo.

Uma fonte disse a Rapoport que Tagovailoa “pareceu ótimo”.

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